<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523</id><updated>2012-02-16T11:04:53.650-08:00</updated><category term='sariputra'/><category term='shaolin'/><category term='genshô'/><category term='budismo'/><category term='avalokitesvara'/><category term='shobogenzo'/><category term='Saikawa Roshi'/><category term='sotozen'/><category term='petrúcio chalegre'/><category term='ch&apos;an'/><category term='diamante'/><category term='bodhisvaha'/><category term='Mestre'/><category term='compaixão'/><category term='zenji'/><category term='mantra'/><category term='prajna'/><category term='dogen'/><category term='budista'/><category term='buda'/><category term='Ryotan Tokuda'/><category term='zendô'/><category term='nirvana'/><category term='zen'/><category term='gate'/><category term='monge'/><category term='Bodhidharma'/><category term='keizan'/><category term='diamond sutra'/><category term='escola'/><category term='dharma'/><category term='monge genshô'/><category term='chan'/><category term='Meihô Genshô'/><category term='zen budista'/><category term='soto shu'/><category term='parasamgate'/><category term='Shakyamuni'/><category term='paramita'/><category term='vazio'/><category term='goiás'/><category term='templo'/><category term='kinhin'/><category term='Japão'/><category term='Mahakashapa'/><category term='soto'/><category term='daruma'/><category term='zazen'/><category term='paragate'/><category term='sookan'/><category term='Dosho Saikawa; roshi'/><category term='sutra'/><category term='sangha'/><category term='bodhisatva'/><category term='goiânia'/><title type='text'>COMUNIDADE ZEN BUDISTA DE GOIÁS</title><subtitle type='html'>COMUNIDADE ZEN BUDISTA DE GOIÁS</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>34</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-6397277281221254499</id><published>2010-10-25T04:47:00.000-07:00</published><updated>2010-10-25T05:09:46.278-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='daruma'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ch&apos;an'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='buda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='budista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='budismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='chan'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zendô'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zenji'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zazen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='shaolin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen budista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bodhidharma'/><title type='text'>Bodhidharma - O Patriarca do Zen</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVxAlMHsQI/AAAAAAAAAkw/oAA7DZWDmAQ/s1600/bodhidharmapaint.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 237px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVxAlMHsQI/AAAAAAAAAkw/oAA7DZWDmAQ/s320/bodhidharmapaint.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531951972091408642" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Bodhidharma, conhecido como Daruma-san em japonês, veio da Índia para a China após viajar por três anos. Os ensinamentos de Buda Shakyamuni foram transmitidos de mestre a discípulo assim como água é transferida de um vaso para outro sem nenhum vazamento. A lâmpada do Darma foi passada de Shakyamuni para Mahakashapa, para Ananda, e finalmente para Bodhidharma, que era a vigésima oitava geração desta linhagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espírito intrépido necessário em partir a um país desconhecido numa época cujo transporte não tinha sido desenvolvido e, ademais, realizar tal proeza numa idade avançada é algo que um homem comum que zela seu corpo e vida nem mesmo pensaria. Mas esta é a prática nobre de Budas, que de seus grandes corações misericordiosos desejam fielmente transmitir a verdade e salvar os seres enganados e conscientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Imperador Wu de Liang descobriu que Bodhidharma havia chegado a Kwangchow em 21 de Setembro de 520, e mandou um emissário a fim de convidá-lo para a Nanking atual. O Imperador perguntou a Bodhidharma.&lt;br /&gt;- Até o momento construí templos, mandei copiar sutras, e apoiei monges e monjas. Qual é o mérito disto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bodhidharma respondeu curtamente:&lt;br /&gt;- Mérito nenhum!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este Imperador Wu decepcionado esperava por uma resposta favorável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pensamento superficial das pessoas comuns teria ditado lisonja ao Imperador, mas para Bodhidharma, que havia prometido salvar seres enganados e conscientes, não havia a menor intenção de lisonjear ou se comprometer com ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Bodhidharma encontrou-se com o Imperador Wu, que era chamado “O Filho do Céu da Mente de Buda”, percebeu que o Imperador não era mais do que um budista fanático que buscava ganho temporário. Então Bodhidharma atravessou o rio Yangtze, entrou no país de Wei, estabeleceu-se no templo Shao Lin, sentou-se voltado para a parede de uma caverna e praticou zazen por nove anos. As pessoas da área referiam-se a ele como “O Brâmane que observa a parede”.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVwrTI-zfI/AAAAAAAAAko/yClOah0tmpE/s1600/Bodhidharma+Cave.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 223px; height: 167px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVwrTI-zfI/AAAAAAAAAko/yClOah0tmpE/s320/Bodhidharma+Cave.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531951606469152242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No nono dia de Dezembro um monge em treinamento chamado Shen-kuang (Shinko em japonês) veio à sua procura. Uma neve espessa havia coberto as montanhas e Shen-kuang teve que seguir uma trilha através da neve, enquanto tentava seguir o caminho, mas finalmente ele chegou até Bodhidharma. A noite de inverno no pico da alta montanha estava tão fria que mesmo as juntas do bambu quebraram, e parecia impossível ficar em pé do lado de fora, mas Bodhidharma nem mesmo se virou para olhar. Shen-kuang ficou horrorizado ao passar uma noite toda sem dormir, sentar ou descansar. A neve que caía deslocou-se até sua cintura; suas lágrimas congelaram como gotas de gelo; e sua túnica congelou em seu corpo de modo que se ele fosse tocado, ele pareceria uma massa de gelo. Seu corpo inteiro estava rígido pelo frio, mas a mente que busca o Caminho estava queimando claramente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, conforme a noite passava e tornava-se manhã, Bodhidharma virou-se e perguntou:&lt;br /&gt;- Você está em pé na neve por um longo tempo. O que você está buscando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tenho um pedido. Por favor, tenha misericórdia de mim e mostre-me os verdadeiros ensinamentos budistas! “&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a resposta de Bodhidharma para a súplica sincera de Shen-Kuang foi mais gelada do que o gelo. “&lt;br /&gt;- Aquele que busca os ensinamentos de Buda arrisca sua própria vida. É uma perda de tempo que uma pessoa ignorante e de pouca virtude busque negligentemente e de maneira arrogante os ensinamentos de Buda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvindo isto, Shen-Kuang teve uma determinação. Tomando de uma espada afiada ele cortou seu braço esquerdo na altura do cotovelo e mostrou o braço cortado a Bodhidharma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bodhidharma percebeu que Shen-Kuang era uma pessoa digna de ser o sucessor nos ensinamentos e o aceitou como discípulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, Bodhidharma tornou-se o primeiro patriarca do Zen chinês, e Shen-Kuang (depois conhecido como Huike, ou Eka em japonês) tornou-se o segundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: Global Sotozen.net&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-6397277281221254499?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/6397277281221254499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=6397277281221254499' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/6397277281221254499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/6397277281221254499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2010/10/bodhidharma-o-patriarca-do-zen.html' title='Bodhidharma - O Patriarca do Zen'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVxAlMHsQI/AAAAAAAAAkw/oAA7DZWDmAQ/s72-c/bodhidharmapaint.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-5389707846038454006</id><published>2009-02-02T06:30:00.000-08:00</published><updated>2009-02-02T06:35:18.306-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='monge'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ryotan Tokuda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='soto shu'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='templo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='buda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='genshô'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dharma'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='budismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mestre'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zendô'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saikawa Roshi'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Japão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen budista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sookan'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen'/><title type='text'>Saikawa Roshi obtem uma unificação rara no ocidente</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_d3L8psAf20I/SX748-UWItI/AAAAAAAABH8/7sg3CgvFwVs/s400/Japan_yamagata_map_small.png"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 235px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_d3L8psAf20I/SX748-UWItI/AAAAAAAABH8/7sg3CgvFwVs/s400/Japan_yamagata_map_small.png" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um mapa que mostra a província de Yamagata no Japão. Neste local está o templo zen de Saikawa Roshi, o Superior da Soto Shu para a América Latina (Sookan). Cedendo seu templo, para registrar os monges brasileiros oficialmente, Saikawa Roshi obtem uma unificação rara no ocidente, da qual o Brasil se torna paradigma, e que deve se consolidar em julho/2009. &lt;br /&gt;Pertencendo a mesma organização central, a Soto Shu, os monges brasileiros, de todas as linhagens, passam a ser irmãos no Dharma, partilhando os mesmos templos, obtendo uma irmandade pacificadora, e acesso a treinamento padronizado internacionalmente. A união dos mestres que propiciam esta iniciativa é a lição principal para os alunos, que assim aprendem o ensinamento básico da busca da harmonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enviado por Monge Genshô&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.opicodamontanha.blogspot.com"&gt;www.opicodamontanha.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-5389707846038454006?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/5389707846038454006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=5389707846038454006' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/5389707846038454006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/5389707846038454006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2009/02/saikawa-roshi-obtem-uma-unificacao-rara.html' title='Saikawa Roshi obtem uma unificação rara no ocidente'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_d3L8psAf20I/SX748-UWItI/AAAAAAAABH8/7sg3CgvFwVs/s72-c/Japan_yamagata_map_small.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-4161196782202587838</id><published>2008-08-04T10:37:00.000-07:00</published><updated>2008-08-04T10:45:25.466-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bodhisvaha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='buda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen budista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dharma'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='budismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bodhisatva'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zendô'/><title type='text'>Como é o processo de ensino do Dharma?</title><content type='html'>&lt;strong&gt;1)&lt;/strong&gt; O processo de ensino do Dharma implica que um aluno faz perguntas a um professor. Nesta etiqueta não há espaço para um debate tipo "discordo" " concordo", o que há é um esforço para esclarecer as dúvidas sobre o Dharma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2)&lt;/strong&gt; Não tem, para quem ensina o Dharma, nenhuma importância se as idéias são aceitas ou não, ou se alguém se afasta do budismo porque algo no Dharma não parece satisfaze-lo, tempo não faltará para que tudo se esclareça... O Dharma não será modificado por motivos de preferências pessoais e ele tem uma história razoável de 2600 anos de enfrentamentos filosóficos, sobreviver a este teste de muitas mentes brilhantes é um motivo para desconfiarmos de que há sólidos raciocínios a embasar cada declaração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3)&lt;/strong&gt; Desta maneira o esforço de anos de alguns professores de responder milhares de mensagens em listas e perguntas em público implica que ao perguntarmos nos colocamos na posição de saber o que o Dharma expõe. Não há , por parte dos professores que conheço, o desejo de defender alguma posição particular e pessoal, por este motivo ouvimos, aceitamos ou não, livremente, mas não tratamos de negar um ponto contrário ao Dharma. Isto seria negativo para a prática, do ponto de vista do zen em especial, pois significa a defesa de opiniões, e este desejo é considerado um dos mais negativos e geradores de mau carma, assim os professores não devem incentivar tal tipo de debate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Monge Genshô&lt;br /&gt;www.opicodamontanha.blogspot.com&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-4161196782202587838?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/4161196782202587838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=4161196782202587838' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/4161196782202587838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/4161196782202587838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/08/como-o-processo-de-ensino-do-dharma.html' title='Como é o processo de ensino do Dharma?'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-3134171981999643132</id><published>2008-07-20T21:56:00.000-07:00</published><updated>2008-07-20T21:59:28.353-07:00</updated><title type='text'>Prática Correta</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Prática Correta&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Monge Shunryu Suzuki&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Postura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, eu gostaria de falar sobre a postura zazen. Quando você se senta na posição de lótus completo, seu pé esquerdo fica sobre sua coxa direita, seu pé direito, sobre a coxa esquerda. Ao cruzarmos as pernas desse jeito, embora tenhamos uma perna esquerda e outra direita, elas se tornam uma só. A postura expressa a unidade da dualidade: nem dois, nem um. Este é o ensinamento mais importante: nem dois, nem um. Nosso corpo e mente não são dois, nem um. Se você pensa que seu corpo e mente são dois, está errado. Se pensa que são um, também está errado. Nosso corpo e mente são dois e um ao mesmo tempo. Habitualmente, pensamos que se algo não é um, é mais do que um; que se algo não é singular, é plural. Mas, na prática, nossa vida não é só plural, é também singular. Cada um de nós é duas coisas ao mesmo tempo: dependente e independente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de viver certo número de anos, morremos. E errado pensar que isto seja o fim de nossa vida. Mas, por outro lado, achar que não morremos também está errado. Morremos e não morremos. Este é o entendimento correto. Alguns podem dizer que nossa mente, ou alma, existe para sempre e que é apenas nosso corpo físico que morre. Isso não é bem assim porque ambos, corpo e mente, têm fim. Mas, também é verdade que ambos existem eternamente. Embora se diga corpo e mente, eles são de fato dois lados da mesma moeda. Este é o entendimento correto. Assim, a postura zazen simboliza essa verdade. Quando meu pé esquerdo está sobre o lado direito de meu corpo e o pé direito sobre o lado esquerdo, eu não sei qual é qual. Tanto pode ser um como outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coisa mais importante na postura zazen é manter a coluna reta. Orelhas e ombros devem ficar alinhados. Relaxe os ombros e estique a parte superior da cabeça em direção ao teto. O queixo deve ficar ligeiramente recuado para dentro. Quando o queixo está erguido, você não tem firmeza na postura, com o que e provável que sua mente se ponha a vaguear. Assim, para reforçar sua postura, pressione o diafragma para baixo, em direção ao seu hara ou parte baixa do abdome. Isso o ajudará a manter o equilíbrio físico e mental. Ao tentar manter essa postura, poderá encontrar alguma dificuldade inicial em respirar de maneira natural, mas quando se acostumar a ela será capaz de respirar normal e profundamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suas mãos devem formar o mudra cósmico. Se puser o dorso da mão esquerda sobre a palma da direita, as juntas dos dedos médios encostadas umas sobre as outras, as pontas dos polegares tocando-se levemente (como se estivessem segurando uma folha de papel), suas mãos formarão um belo oval. Mantenha esse mudra cósmico com todo cuidado, como que segurando algo precioso. Suas mãos devem estar junto ao corpo, de forma que os polegares fiquem à altura do umbigo. Mantenha os braços livres e relaxados, ligeiramente afastados do tronco, como se estivessem segurando um ovo em cada axila, sem quebrá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deve inclinar-se para os lados, nem para a frente, nem para trás. Deve ficar sentado bem reto, como se estivesse sustentando o céu sobre a cabeça. Isto não é apenas postura ou respiração. Isto expressa o ponto chave do buddhismo. E uma expressão perfeita da sua própria natureza búddhica. Se você busca a verdadeira compreensão do buddhismo, tem de praticar deste modo. Estas formas não são meios para obter um estado mental correto. Assumir a postura já é, em si, o propósito da nossa prática. Ao se colocar nessa postura, sua mente fica naturalmente em estado correto; portanto, não há necessidade de buscar um estado especial da mente. Quando você tenta obter algo, sua mente começa a divagar por outros lugares. Quando você não se ocupa em obter algo, seu corpo e sua mente permanecem juntos, presentes onde você está. Um mestre Zen diria: "Mate o Buddha". Isto é, mate o Buddha se ele existe em algum outro lugar. Mate o Buddha porque é você que deve reaver sua própria natureza búddhica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazer algo é expressar nossa natureza. Não existimos por nenhuma outra razão senão a de sermos nós mesmos. Esse é o ensinamento fundamental, expresso nas formas que observamos. Por exemplo, quando nos sentamos ou ficamos em pé no zendô, seguimos certas regras. O propósito dessas regras não é fazer com que todos sejam iguais e sim permitir que cada um expresse o seu próprio eu mais livremente. Por exemplo: cada um de nós tem sua própria maneira de ficar em pé - nossa postura em pé é baseada na proporção do nosso corpo. Quando estiver em pé, seus calcanhares devem ficar separados um do outro a uma distância que corresponda à medida de seu punho: os dedões dos pés devem ficar alinhados com os mamilos. Assim como no zazen, temos que pôr alguma força no abdome. Aqui também suas mãos devem expressar o que você é. Ponha a mão esquerda contra o peito, com os dedos circundando o polegar, e a mão direita sobre ela. Colocando o polegar esquerdo apontado para baixo e os antebraços em linha paralela ao chão, você se sentirá firme como se estivesse seguro a uma grande coluna de um templo, sem possibilidade de encolher-se ou pender para os lados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais importante é estar de posse do próprio corpo físico. Se você se encolhe, está se perdendo de si mesmo. Sua mente estará divagando alhures; você não estará presente em seu corpo. Não é assim que deve ser. Nós temos que existir no aqui e agora. Este é o ponto chave. Você tem que estar de posse de seu corpo e mente. Tudo deve existir no lugar certo e de maneira certa. Então não há problemas. Se o microfone que eu uso quando falo estiver colocado em outro lugar, ele não estará servindo ao seu propósito. Quando nosso corpo e mente estão em ordem, tudo o mais está no seu devido lugar, de forma certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usualmente, sem que tenhamos consciência disso, tentamos mudar as coisas em vez de mudar a nós mesmos; tentamos arrumar as coisas que estão fora de nós. Mas é impossível ordenar as coisas se você mesmo não está em ordem. Quando você faz as coisas de forma certa, no momento oportuno, tudo o mais se organiza. Você é o chefe. Quando o chefe está dormindo, todos dormem. Quando ele faz algo bem feito, todos os demais o fazem igualmente bem e no tempo certo. Este é o segredo do buddhismo. Portanto, procure manter a postura correta, não apenas quando pratica zazen mas em todas as suas atividades. Adote a postura certa quando estiver dirigindo um carro ou quando estiver lendo. Se você lê numa posição displicente, não pode ficar lúcido por muito tempo. Experimente. Você descobrirá como é importante manter a postura correta. Este é o ensinamento verdadeiro. Ensinamentos escritos no papel não são verdadeiros ensinamentos, são alimento para o cérebro. Claro que é preciso alimentar o cérebro; porém, o mais importante é ser você mesmo praticando a forma correta de viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis por que o Buddha não pôde aceitar as religiões que existiam na sua época. Ele estudou várias religiões mas não ficou satisfeito com suas práticas. Não encontrou respostas no ascetismo ou nas filosofias. Ele não estava interessado nos aspectos metafísicos da existência, e sim em seu próprio corpo e sua própria mente no aqui e agora. E quando encontrou a si mesmo, descobriu que tudo quanto existe tem natureza búddhica. Essa foi sua iluminação. Iluminação não é uma sensação agradável ou algum estado particular da mente. O estado da mente que existe quando você se senta em postura correta é, por si só, iluminação. Se você não está satisfeito com o estado da mente que tem no zazen, significa que sua mente está divagando por aí afora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nosso corpo e nossa mente não devem oscilar nem vaguear. Nessa postura, não há por que falar em estado correto da mente. Você já o possui. Esta é a conclusão do buddhismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Respiração&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando praticamos zazen, nossa mente sempre segue a respiração. Quando inalamos, o ar entra em nosso mundo interior. Quando exalamos, o ar sai para o mundo exterior. O mundo interior não tem Limites e o mundo exterior também é ilimitado. Nós dizemos "mundo interior" e "mundo exterior", mas, na verdade, só há um único mundo. Nesse mundo sem limites, a garganta é uma espécie de porta de vaivém, O ar entra e sai como alguém passando por uma porta de vaivém. Se você pensa "eu respiro", o "eu" está a mais. Não há um você para dizer "eu". O que chamamos "eu" é apenas uma porta de vaivém que se move quando inalamos e exalamos. Ela simplesmente se move, eis tudo. Quando sua mente está pura e calma o suficiente para seguir esse movimento, não há nada: nem "eu", nem mundo, nem mente, nem corpo. Só uma porta que vai e vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, quando praticamos zazen, tudo o que existe é o movimento da respiração e, no entanto, estamos cônscios desse movimento. Não devemos nunca nos distrair. Mas estar consciente do movimento não significa estar consciente do eu pequeno, e sim da nossa natureza universal, ou natureza de Buddha. Esta consciência é muito importante porque em geral somos unilaterais. Nossa compreensão habitual da vida é dualista: você e eu, isto e aquilo, bom e mau. Na realidade, tais discriminações são, elas próprias, a consciência da existência universal. "Você" significa estar consciente do universo na forma de você, e "eu" significa estar consciente do universo na forma de eu. Você e eu somos portas de vaivém. E necessário este tipo de compreensão; porém, nem sequer deveria chamar-se compreensão já que é, isto sim, a verdadeira experiência da vida através da prática do Zen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, quando você pratica zazen, não há idéia de tempo e espaço. Você pode dizer: "Começamos o zazen neste recinto às quinze para as seis". Portanto, você tem alguma idéia de tempo (quinze para as seis) e alguma idéia de espaço (neste recinto). Na verdade, o que você está fazendo é apenas sentar-se cônscio da atividade do universo. E tudo. Neste momento, a porta de vaivém se abre numa direção, e no momento seguinte ela se abrirá na direção oposta. Momento a momento, cada um de nós repete essa atividade. Aí não há idéia nem de tempo nem de espaço. Tempo e espaço são um. Você pode dizer: "Preciso fazer algo hoje à tarde". Mas, na realidade, não há "hoje à tarde". Fazemos uma coisa depois da outra. Eis tudo. Não existe um tempo como "hoje à tarde" ou "uma hora" ou "duas horas". A uma hora você vai almoçar. O próprio ato de almoçar é à uma hora. Você estará em algum lugar, mas esse lugar não pode ser separado de "à uma hora". Para quem realmente aprecia sua vida, eles são a mesma coisa. Mas quando ficamos aborrecidos com a vida, podemos dizer: "Eu não devia ter vindo a este lugar. Teria sido melhor ir a outra parte para almoçar. Este lugar não é muito bom". Na sua mente, você criou uma idéia de lugar desvinculada do seu tempo presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou você pode dizer: "Isto é mau, eu não devo fazer isto". Na verdade, quando diz "eu não devo fazer isto", você está fazendo um não-fazer nesse preciso momento. Portanto, não há escolha para você. Quando você separa a idéia de tempo e de espaço, parece que há alguma escolha; mas, na realidade, você tem de fazer algo ou tem de fazer um não-fazer. Não fazer algo é também fazer alguma coisa. Bom e mau existem só na sua mente. Por isso você não deve dizer: "Isto é bom", ou isto é mau". Em vez de "mau", você deve dizer "não-fazer". Se você pensa "isto é mau", estará criando confusão para si mesmo. Assim, pois, na esfera da religião pura não há confusão de tempo e espaço, de bom ou mau. Tudo o que se tem a fazer é simplesmente executar as coisas tal como se apresentam. Faça alguma coisa! Seja o que for, devemos fazê-lo, mesmo que se trate de um não-fazer. Devemos viver neste momento. Assim, quando nos sentamos, concentramo-nos em nossa respiração, nos tornamos uma porta de vaivém e fazemos o que deve ser feito, algo que temos de fazer. Isto é prática do Zen. Nesta prática não há confusão. Se você estabelecer este modo de vida, não haverá confusão de nenhuma espécie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tôzan, um famoso mestre Zen, disse: "A montanha azul é o pai da nuvem branca. A nuvem branca é o filho da montanha azul. O dia todo eles dependem um do outro, sem que um seja dependente do outro. A nuvem branca é sempre a nuvem branca. A montanha azul é sempre a montanha azul". Eis uma pura e clara interpretação da vida. Pode haver muitas coisas como a nuvem branca e a montanha azul: homem e mulher, mestre e discípulo. Dependem um do outro. Mas a nuvem branca não deve ser importunada pela montanha azul. A montanha azul não deve ser importunada pela nuvem branca. Elas são totalmente independentes e, não obstante, dependentes. E assim que vivemos e é assim que praticamos zazen. Quando nos tornamos verdadeiramente nós mesmos, nos tornamos somente uma porta de vaivém: somos inteiramente independentes e, ao mesmo tempo, dependentes de todas as coisas. Sem ar não podemos respirar. Cada um de nós está no centro de miríades de mundos. Estamos no centro do mundo, sempre, momento a momento. Assim, somos completamente dependentes e independentes. Se você tem este tipo de experiência, este modo de existência, você tem absoluta independência; não será importunado por coisa alguma. Portanto, quando você pratica zazen, sua mente deve estar concentrada na respiração. Este tipo de atividade é a atividade básica do ser universal. Sem esta experiência, sem esta prática, é impossível atingir a plena liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As Ondas Mentais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Lima vez que desfrutamos todos os aspectos da vida como um desdobramento da mente grande, não precisamos ir em busca de uma alegria excessiva. Assim, nossa serenidade é imperturbável."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando estiver praticando zazen, não tente deter seu pensamento. Deixe que ele pare por si mesmo. Se alguma coisa lhe vier à mente, deixe que entre e deixe que saia. Ela não permanecerá por muito tempo. Tentar parar o pensamento significa que você está sendo incomodado por ele. Não se deixe incomodar por coisa alguma. Pode parecer que essa coisa vem de fora mas, na verdade, são apenas as ondas de sua mente e se você não se deixar incomodar por elas, gradualmente se tornarão mais e mais calmas. Em cinco ou dez minutos, no máximo, sua mente estará calma, serena. Sua respiração então se tornará mais lenta e a pulsação, um pouco mais acelerada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leva um certo tempo até que a mente se acalme durante sua prática. Surgem muitas sensações, muitos pensamentos ou imagens, mas são apenas ondas da própria mente. Nada vem de fora dela. Em geral, pensamos que nossa mente recebe impressões e experiências do exterior mas isso não é uma compreensão correta da nossa mente. A verdade é que a mente inclui tudo; quando pensamos que algo surge de fora, isso quer dizer somente que algo surge na nossa própria mente. Nada exterior a si mesmo pode perturbá-lo. E você mesmo que cria as ondas da mente. Se deixar a mente como ela é, ela se tornará calma. Esta é a chamada mente grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a mente está vinculada a algo fora dela própria, trata-se da pequena mente, uma mente limitada. Se sua mente não estiver vinculada a nada, então não haverá mais compreensão dualista na atividade de sua mente. Compreenderá que a atividade não é mais do que ondas da sua mente. A mente grande experimenta tudo dentro de si própria. Percebe a diferença entre ambas? A mente que tudo inclui e a mente ligada a alguma coisa em particular? Na verdade, elas são a mesma coisa a compreensão é que é diferente, e sua atitude perante a vida será diferente de acordo com a compreensão que você tiver.&lt;br /&gt;Que tudo esteja incluído na mente é a essência da mente; e a experiência disto é a posse do sentimento religioso. Embora as ondas surjam, a essência da sua mente é pura, como água clara com poucas ondas. Na verdade, a água tem sempre ondas. Elas são a prática da água. Falar de ondas separadas da água, ou da água separada das ondas, é uma ilusão. Água e ondas são uma só coisa. A grande e a pequena mente são uma só. Quando você entender sua mente desta maneira, terá alguma segurança em seus sentimentos. Como sua mente nada espera de fora, ela está sempre completa. Uma mente com ondas não é uma mente perturbada e sim ampliada. Qualquer coisa que você experimente é uma expressão da mente grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atividade da mente grande é ampliar a si mesma através das diversas experiências. Em certo sentido nossas experiências, ocorrendo uma a uma, são sempre frescas e novas, mas em outro sentido não passam de um contínuo e repetitivo desdobramento da mente grande. Por exemplo, se há algo bom para o desjejum, você dirá "isto é bom". O "bom" provém de alguma coisa experimentada há tempos, ainda que você não lembre quando. Com a mente grande, nós aceitamos cada experiência do mesmo modo que reconhecemos a face que vemos no espelho como a nossa própria face. Para nós, praticantes, não existe o medo de perder essa mente. Não há qualquer lugar, nem para onde ir, nem de onde voltar; não existe medo da morte, do sofrimento da velhice ou da doença. Uma vez que desfrutamos todos os aspectos da vida como um desdobramento da mente grande, não precisamos ir em busca de uma alegria excessiva. Assim, nossa serenidade é imperturbável, e é com essa imperturbável serenidade da mente grande que praticamos zazen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; (Suzuki, Shunryu. Mente Zen, Mente de Principiante. Editado por Trudy Dixon, prefácio de Huston Smith, introdução de Richard Baker, tradução de Odete Lara.&lt;br /&gt;São Paulo: Palas Athena, 1994. Pág. 23-29, 32-34). &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-3134171981999643132?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/3134171981999643132/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=3134171981999643132' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/3134171981999643132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/3134171981999643132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/prtica-correta.html' title='Prática Correta'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-5833206743409125559</id><published>2008-07-20T21:49:00.000-07:00</published><updated>2008-07-20T21:53:14.643-07:00</updated><title type='text'>Um Conto</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Um Conto&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Monge Ryôtan Tokuda&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia uma padaria em frente a um templo buddhista. O monge do templo precisou viajar e pediu que o dono da padaria cuidasse do templo, atendesse as visitas etc. Ocorre que chegou um monge viajante à aldeia. Antigamente, os monges viajavam, numa espécie de treinamento monástico, visitando outros monges, mestres e mosteiros. Desafiavam os mais fortes no Dharma e mantinham-se treinando. O recém chegado também praticava assim. Nessas batalhas do Dharma, com perguntas e respostas, quem perdia era obrigado a deixar o templo; quem ganhava podia ficar como responsável. Uma batalha do Dharma era algo muito sério. Não era uma batalha de luta, mas de conhecimento, de experiências, de linguagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O monge visitante estava chegando e o dono da padaria, preocupadíssimo, ouvia a sugestão do chefe da aldeia: "Raspe a cabeça, coloque o manto e apenas sente-se diante da parede como se estivesse meditando. Faça como se estivesse em treinamento de silêncio, nada fale, nem escute e nem responda." O dono da padaria se animou: "Ah, é fácil, isso eu posso fazer." Raspou a cabeça, colocou o manto e sentou-se voltado para a parede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nisso chegou o monge visitante e começou a fazer perguntas sobre o Dharma. O dono da padaria assumiu um tom grave e fez "Shhh". O monge entendeu, "Ah, ele está fazendo muitos dias de treinamento em silêncio, mas já que estou aqui depois de tão longa caminhada nas montanhas, vou aproveitar e perguntar com gestos, assim ele também pode responder com gestos, sem quebrar o voto de silêncio."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gesticulando, o monge perguntou, "Como é o seu coração, seu espírito?" O dono da padaria respondeu com um grande gesto para as dez direções, ou seja os quatro pontos cardeais, os quatro pontos médios entre eles, para cima e para baixo: "Meu coração é como o oceano". Veio a segunda pergunta, "Como viver neste mundo?", e o dono da padaria mostrou os cinco dedos da mão, os cinco preceitos: não matar, não roubar, não cometer adultério, não conduzir os outros a erros, não usar intoxicantes. O monge sentiu-se tocado, "Ah, que bonito!" E mostrou três dedos da mão, perguntando, "Onde estão as três jóias, o Buddha, o Dharma, a Sangha?" Ao que o dono da padaria respondeu com o punho, "Não procure longe, está aqui muito perto, perto do olho, está aqui." Impressionado, o monge viajante foi embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vendo isso, o chefe da aldeia correu até o padeiro, "O que aconteceu? Ele foi embora muito impressionado, me conta!" E o dono da padaria explicou, "Aquele monge é muito estúpido. Primeiro, fez um gesto com as mãos, perguntando quanto custava o pão, se o pão da loja era muito pequeno, e eu abri bem os braços, mostrando que meu pão é bem grande. Ele perguntou quanto custam dez pães e eu mostrei-lhe cinco dedos, dizendo cinco moedas, mas ele me mostrou três dedos, pedindo que vendesse por três, e eu pensei, que sem vergonha, e por pouco não lhe acertei um soco no olho!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma história muito engraçada que mostra cada um vendo o que está pensando em sua própria mente, interpretando à sua maneira. [...] O que você vê depende e seu interesse. Aquilo que não lhe interessa, ainda que esteja lá, você não vê. Muitas vezes ocorre o oposto, você vê o que não existe, você cria. Por isso, não confie muito naquilo que esteja vendo. Como podemos ver as coisas verdadeiramente? [...] Aqui há uma mesa, mas mesa, o que é? Madeira, árvore, pregos e o que mais? Afinal de contas, nada, vazio. Tudo é vazio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Dharmanet&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-5833206743409125559?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/5833206743409125559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=5833206743409125559' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/5833206743409125559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/5833206743409125559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/um-conto.html' title='Um Conto'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-5822252042549229872</id><published>2008-07-20T21:45:00.000-07:00</published><updated>2008-07-20T21:49:31.828-07:00</updated><title type='text'>Ignorâncias Originais e Secundárias</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Ignorâncias Originais e Secundárias&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Monge Ryôtan Tokuda&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Ignorâncias originais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1 Apego à existência (ignorância genética/hereditária)&lt;br /&gt;1.2 Raiva (ignorância genética/hereditária)&lt;br /&gt;1.3 Ignorância, falta de inteligência (ignorância genética/hereditária)&lt;br /&gt;1.4 Orgulho (ignorância genética/hereditária)&lt;br /&gt;1.5 Compreensão errada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.5.1 Inflexibilidade, ter idéia fixa da essência de si mesmo e das coisas (ignorância genética/hereditária)&lt;br /&gt;1.5.2 Ter visões extremas e se agarrar somente a um ponto de vista (ignorância aprendida)&lt;br /&gt;1.5.3 Negar a lei da causa e efeito (ignorância genética/hereditária)&lt;br /&gt;1.5.4 Apegar-se ao próprio ponto de vista e a um ponto de vista e a uma idéia, e crer que isto é absoluto (ignorância aprendida)&lt;br /&gt;1.5.5 Apegar-se ao próprio treinamento, às disciplinas monásticas, crer que elas são corretas e não aceitar outras coisas (ignorância aprendida)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.5.5.1 Sobre o puro e não-puro&lt;br /&gt;1.5.5.2 Sobre o sofrimento e a felicidade&lt;br /&gt;1.5.5.3 Sobre o ego e o não-ego&lt;br /&gt;1.5.5.4 Sobre a permanência e a não-permanência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.6 Dúvida em relação à lei do Dharma ou ensinamento do Buddha (ignorância aprendida)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Ignorâncias secundárias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1 Ignorâncias menores: "menor" não significa que sejam pequenas, mas que são as mais comuns e são muito fortes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1.1 Cólera&lt;br /&gt;2.1.2 Guardar ressentimentos&lt;br /&gt;2.1.3 Tentar esconder os próprios erros&lt;br /&gt;2.1.4 Sofrer para remover a cólera e o ressentimento&lt;br /&gt;2.1.5 Ciúmes&lt;br /&gt;2.1.6 Possessividade e apego&lt;br /&gt;2.1.7 Enganar os outros&lt;br /&gt;2.1.8 Adular os outros&lt;br /&gt;2.1.9 Prejudicar os seres sensíveis&lt;br /&gt;2.1.10 Vaidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2 Ignorâncias intermediárias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2.1 Falta de arrependimento dos próprios erros&lt;br /&gt;2.2.2 Desconhecer a opinião dos outros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3. Ignorâncias menores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3.1 Agitação mental&lt;br /&gt;2.3.2 Melancolia, obscuridade da alma&lt;br /&gt;2.3.3 Desconfiança em relação à lei do universo&lt;br /&gt;2.3.4 Preguiça&lt;br /&gt;2.3.5 Gasto inútil de energia&lt;br /&gt;2.3.6 Esquecimento da doutrina&lt;br /&gt;2.3.7 Falta de concentração&lt;br /&gt;2.3.8 Não compreensão ou compreensão errada dos fenômenos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como escapar dessas ignorâncias?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Seis paramitas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1 Dar (doação): elimina o apego&lt;br /&gt;1.2 Disciplina: elimina a indisciplina&lt;br /&gt;1.3 Paciência: elimina a raiva&lt;br /&gt;1.4 Perseverança: elimina a preguiça&lt;br /&gt;1.5 Meditação: elimina a dispersão mental&lt;br /&gt;1.6 Sabedoria: elimina a ignorância&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Dez preceitos tradicionais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1 Não matar&lt;br /&gt;2.2 Não roubar&lt;br /&gt;2.3 Não ter conduta sexual inadequada&lt;br /&gt;2.4 Não mentir&lt;br /&gt;2.5 Não conduzir os outros ao erro&lt;br /&gt;2.6 Não falar dos erros dos outros em vão&lt;br /&gt;2.7 Não criticar os outros&lt;br /&gt;2.8 Não se apegar aos ensinamentos e conhecimentos&lt;br /&gt;2.9 Não guardar ou ficar com raiva&lt;br /&gt;2.10 Não criticar os três tesouros que são Buddha, Dharma e Sangha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Quatro grandes votos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1 Os seres vivos são inumeráveis, a todos eu vou libertar&lt;br /&gt;3.2 As paixões e ignorâncias são sem fim, a todas eu vou extinguir&lt;br /&gt;3.3 O Dharma é vasto e insondável, todo ele vou aprender&lt;br /&gt;3.4 O caminho do Buddha é absoluto e inatingível, todo ele vou alcançar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. Óctuplo caminho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.1 Compreensão correta&lt;br /&gt;4.2 Pensamento correto&lt;br /&gt;4.3 Palavra correta&lt;br /&gt;4.4 Ação correta&lt;br /&gt;4.5 Vida correta&lt;br /&gt;4.6 Esforço correto&lt;br /&gt;4.7 Atenção correta&lt;br /&gt;4.8 Concentração correta]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Adaptado de Ryotan Tokuda Igarashi, Psicologia Budista.&lt;br /&gt;Rio de Janeiro: Gryphus, 2002. Pág. 6, 46-57, 87, 89, 93.)&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-5822252042549229872?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/5822252042549229872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=5822252042549229872' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/5822252042549229872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/5822252042549229872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/ignorncias-originais-e-secundrias.html' title='Ignorâncias Originais e Secundárias'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-2890808828892714298</id><published>2008-07-20T21:39:00.000-07:00</published><updated>2008-07-20T21:40:36.853-07:00</updated><title type='text'>Bendôwa</title><content type='html'>&lt;strong&gt;História do Caminho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os buddhas e tathagatas possuem a força de chegar à compreensão suprema e perfeita; eles passam adiante esta compreensão, um para o outro, sem absolutamente nenhuma mudança nesta transmissão. Esta habilidade transcende talentos humanos e é perfeitamente livre. Isso se chama jijuyu zanmai [método de transmissão de buddha um para outro]. Para que nos apossemos deste zanmai, devemos entrar nele pelo portão do zazen, que é o método recomendado para realizar a compreensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos possuem essa força, mas a menos que haja a prática do zazen, isso não chega a se manifestar, e a menos que seja realizado, não podemos nos inteirar. Não há como descrever este estado inefável. Qualquer coisa que digamos é inadequado. Todos os buddhas existem neste jijuyu zanmai, e até disso estão desapegados. Todas as pessoas aqui também têm sua "casa", somente não compreendem como funciona sua consciência e percepção. Através deste zanmai mencionado acima, podemos nos inteirar daquilo que é verdadeiro e atingir uma perfeita harmonia, bastando apenas abandonarmos a discriminação mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após ter começado a buscar o Caminho, visitei muitos Mestres em todas as partes do país, em busca de respostas para as minhas muitas indagações. Conheci nesta ocasião o monge Myôzen de Kennin-ji, e com esta pessoa pratiquei durante nove anos. Era ele o principal discípulo do ancestral Eisai, e foi Myôzen o único que completamente transmitiu o Dharma de seu Mestre. Dentre os discípulos do Mestre, não havia quem pudesse se comparar a ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, me dirigi à China, na era da dinastia Sung, onde conheci muitos lugares de prática e procurei me inteirar dos diferentes métodos das Cinco Escolas, buscando encontrar um Mestre que me solucionasse a dúvida principal, sobre a vida e morte. Finalmente, me encontrei com o Mestre Zen Nyojô, do Monte Daibyaku, e ali treinei assiduamente. Com ele, tive a felicidade de resolver todas as minhas dúvidas e isto pôs em ordem meus pensamentos quanto ao que a prática buddhista realmente significava. Com essa compreensão, retornei ao Japão e a meu lar em 1228. Aqui chegando, prometi a mim mesmo propagar o Dharma para o benefício de todos os seres, apesar de minhas limitações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, com a confusão social que então reinava por todo país, decidi esperar durante um intervalo de tempo antes de disseminar os ideais do Dharma de Buddha. Fiquei mudando-me daqui para ali como as nuvens e águas, e aproveitei esta oportunidade para conhecer aqueles Mestres que diziam divulgar o Dharma. Fiquei contudo escandalizado ao ver como enganavam pessoas sinceras, que nunca pensando em status mundano ou em se aproveitar de nada, devotadamente buscavam o Dharma de Buddha, e eram descarrilados por tais pessoas inescrupulosas. Comecei a pensar como poderia a verdadeira prática da sabedoria crescer entre tais boas pessoas. Todos se encontravam num estado confuso e suas compreensões eram progressivamente destruídas, de forma que finalmente lhes seria impossível chegar a entrar no Caminho. Pensando assim, decidi acabar minha vida errante e tornar o Dharma correto conhecido através de ensinamentos e práticas das quais me inteirei nos mosteiros Zen na China da Grande Sung. Espero que isso venha a ser de ajuda para a preservação do verdadeiro Dharma. Creio que isto é essencial, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na congregação que houve na Montanha do Abutre, no tempo do Buddha Shakyamuni, ele transmitiu o verdadeiro Dharma a Mahakashyapa, o qual por sua vez o passou de ancestral para ancestral que se seguiu, chegando até Bodhidharma. Este foi então à China e o transmitiu a Eka. Foi a primeira vez que esta verdadeira transmissão foi realizada no Leste. Sucessivamente então o Dharma passou até o sexto ancestral, Daikan En'ô. Naquela época, então, o verdadeiro Dharma, livre de influências sectárias, se difundiu através da China. Seus dois discípulos principais, Nangaku Ejô e Suigen Gyôshi, herdaram o selo da mente de buddha e se tornaram mestres de homens e deuses. Suas respectivas escolas se expandiram e se transformaram nas Cinco Escolas que se conhecem hoje: Hôgen, Igyô, Sôtô, Unmon e Rinzai. Presentemente, é a escola Rinzai que se encontra mais disseminada pelo país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de cada escola ter suas próprias características, todas se baseiam no selo da mente de buddha. Durante a última parte da dinastia Han, o buddhismo se expandiu vigorosamente após ter sido apresentado na China. Contudo, existiam vários outros ensinamentos em voga e não foi nunca determinado qual era positivamente o melhor, até que Bodhidharma cortou todas as contradições e doutrinas confusas e apresentou o Dharma correto, que rapidamente se tornou difundido. Espero que o mesmo ocorra neste nosso país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O essencial que foi transmitido neste Dharma buddhista, é que para se atingir a compreensão completa, deve-se forçosamente praticar o zazen em jijuyu zanmai. Tanto na Índia como na China, todos aqueles que alcançaram a iluminação aderiram estritamente a tal prática. A transmissão de mestre a discípulo é baseada na recepção e na preservação deste zanmai. De acordo com a mais autêntica transmissão, é este o Dharma último de Buddha. Desde o começo mesmo da prática da pessoa com um mestre que seja legítimo, não é absolutamente necessário queimar incenso, fazer cerimônias, recitar sutras, fazer qualquer penitência ou estudar escrituras sagradas, é necessário apenas abandonar corpo e mente! Mesmo que a pessoa sente-se somente por um momento em jijuyu zanmai, o selo da mente de buddha imprime-se na totalidade de nosso ser, preenchendo-o; enquanto que, simultaneamente a isso, o mundo todo também adquire esta característica de ter o selo da mente de buddha, em resumo, tudo fica iluminado. A alegria iluminada do Tathagata vai aumentando e todos seus atributos maravilhosos se manifestam. E mais, todas as pessoas e seres em todas as direções, nas três veredas e nos seis mundos ficam puros e brilhantes atingindo a iluminação ao mesmo tempo que a pessoa, realizando a liberação perfeita e revelando suas formas originais como compreensão de Buddha. Isto é, o mundo fenomenal mesmo é a iluminação de buddha, seu corpo-mente, seu sentar debaixo da árvore bodhi, seu girar a roda do Dharma; todos estes fenômenos do mundo traduzem eles mesmos os aspectos mais profundos da sabedoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, como os que possuem esta compreensão perfeita conseguem transferir o mérito de suas experiências, todos aqueles que meditam em zazen são sócios em igualdade de condição com o Buddha, e desta forma jogam fora corpo e mente bem como os demais apegos mundanos. Suas compreensões penetram até no menor aspecto da existência, cultivando desta forma a experiência de Buddha em cada Dharma específico. Tudo fica sendo visto como estando dentro da experiência de Buddha, ou seja, a terra, as árvores, os capins, as cercas, as paredes e as telhas, tudo que esteja no reino da existência, é visto como realizando o trabalho de buddha, quando se tem este tipo de compreensão. Todo mundo recebe os benefícios da água e do vento; de forma semelhante, todas as pessoas recebem os benefícios imperceptíveis do ensinamento além da compreensão e maravilhoso do buddhismo e com isto manifestam suas compreensões inatas. Esta compreensão original e inata se estende pelo mundo afora e vira o mérito desta prática buddhista, proveniente do Dharma de Buddha. Porém, esta realização não existe conscientemente no zazen; o despertar ocorre na calma absoluta, além da consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você acreditar que a prática e a compreensão são duas coisas distintas, como faz a maioria da humanidade, neste caso deveria existir algum tipo de consciência do praticante Zen de suas compreensões. Mas não é isto que ocorre, porque dentro da compreensão não existem diferenciações baseadas em imagens preconcebidas. Embora perturbações e formas de compreender ilusórias ocorram durante a prática do zazen, estão todas dentro do jijuyu zanmai, sendo imediatamente transformadas em compreensão, e não perturbam. Também se transformam no trabalho de Buddha, extremamente profundo e além da consciência. Este seu poder permeia o meio ambiente, com as as árvores, os capins, e a terra; todos eles ficam brilhando com a luz divina e emitem um sermão do Dharma profundo. Tudo, em resumo, proclama o Dharma, de uma coisa para outra coisa. E a outra para a anterior também: a compreensão é recíproca. Por isto eu estava dizendo que o zazen, mesmo que feito por um curto período de tempo por uma só pessoa que seja, unifica e dá vida a todos os seres. Cobre o tempo infinito, compreendendo em si o passado, o presente e o futuro, funcionando incessantemente para que todos os seres venham também a compreender desta forma. buddhas, criaturas e fenômenos possuem apenas uma forma de prática e compreensão indiferenciada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isto não se limita somente à prática de fazer zazen. Ouvir o eco do vazio é como ouvir o som maravilhoso do sino, antes e depois que este venha a ser batido pelo badalo. E todo ser humano tem esta natureza e função original que é insondável à mente comum e egoísta. Mesmo que todos os buddhas do universo combinassem suas sabedorias e procurassem sondar o mérito do zazen de uma só pessoa, não poderiam faze-lo de forma alguma. Vejam agora que infinito é este mérito do zazen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Capítulo 35 do Shôbôgenzô de Dôgen Zenji (1200-1253).&lt;br /&gt;Adaptado do texto enviado pelo monge Getúlio Taigen para a Lista Chungtao.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Dharmanet&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-2890808828892714298?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/2890808828892714298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=2890808828892714298' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/2890808828892714298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/2890808828892714298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/bendwa.html' title='Bendôwa'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-3096298180023187841</id><published>2008-07-20T21:30:00.000-07:00</published><updated>2008-07-20T21:32:17.025-07:00</updated><title type='text'>Perguntas e Respostas sobre os Buddhistas</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Como se tornar buddhista?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No buddhismo não existe uma cerimônia de batismo, tal como na tradição cristã. A entrada formal no caminho buddhista é através o voto de refúgio. Nesta cerimônia, o praticante busca abrigo espiritual nas Três Jóias ou Três Tesouros: no Buddha como seu mestre; no Dharma (o ensinamento de Buddha) como caminho espiritual; e na Sangha (a comunidade buddhista) como companhia no caminho. Após esta cerimônia, o praticante recebe um nome buddhista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Onde posso começar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No buddhismo, é muito importante o contato com uma linhagem autêntica, que venha desde o Buddha até os dias de hoje. O ideal é procurar um centro buddhista próximo de sua residência e pedir informações sobre palestras, cursos e meditação. Como existem diversas tradições, inicialmente é bom tentar conhecê-las e então descobrir com qual delas se sente mais conexão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como proceder quando não há centros por perto?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso não haja centros buddhistas na sua região, você pode começar a estudar através da Internet, de livros etc. Ainda assim, procure entrar em contato com os centros de localidades vizinhas. A maioria deles oferece retiros e eventos especiais em finais de semana ou feriados. Desta forma, é possível realizar uma viagem até lá, aprender as práticas buddhistas e continuar a praticar em casa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É necessário raspar a cabeça para se tornar buddhista?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não. Os buddhistas leigos podem continuar a seguir sua vida normal e observar os preceitos destinados a eles. Apenas aqueles que quiserem se tornar monges ou monjas devem observar votos adicionais. Por exemplo, os monges e monjas buddhistas raspam a cabeça (tonsura) e se vestem com mantos, simbolizando sua renúncia às vaidades e o cultivo da simplicidade. Em alguns países da Ásia, existe a tradição de se viver como monge durante algum tempo e depois voltar à vida leiga. Nas tradições tibetanas, existem mestres (Lamas) que não são monges, podendo se casar e viver em família. Muitas tradições japonesas permitem que os monges se casem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quais são os preceitos a serem seguidos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No buddhismo, não existem "mandamentos" no sentido de uma imposição por parte do Buddha. Os preceitos são tomados espontaneamente pelos próprios praticantes. Os cinco preceitos mais comuns são: não matar; não roubar; não mentir; não ter uma conduta sexual inadequada; e não se intoxicar. Em algumas ocasiões especiais, mais preceitos podem ser observados. Já os monges e monjas observam mais de duzentos votos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os buddhistas são vegetarianos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não necessariamente. As tradições chinesa, coreana e vietnamita enfatizam a prática do vegetarianismo como complemento ao preceito de não matar. Nas outras tradições buddhistas, o vegetarianismo não é uma regra geral. De fato, até mesmo os vegetarianos causam indiretamente a morte de pequenos animais nas colheitas. Como ato de compaixão, os buddhistas dedicam o mérito de suas práticas a todos os seres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como os buddhistas se relacionam com os seguidores de outras tradições religiosas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo da história do buddhismo, seus seguidores procuraram estabelecer um contato com as outras tradições asiáticas com as quais entraram em contato. Por exemplo, alguns elementos positivos das tradições hindu, taoísta, confucionista, shintoísta e xamânica foram absorvidos por determinadas tradições buddhistas. Em contrapartida, estas tradições também se beneficiaram do seu contato com o buddhismo. Mais recentemente, com a chegada do buddhismo no Ocidente, muitos mestres buddhistas iniciaram um diálogo frutífero com o cristianismo. Os grandes mestres buddhistas costumam estar presentes em eventos inter-religiosos e particularmente nos encontros inter-monásticos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os buddhistas são idólatras?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não. As imagens buddhistas representam o estado iluminado do Buddha; as escrituras representam os seus ensinamentos; e os templos e praticantes representam a comunidade buddhista. Estas represetações simbólicas servem de foco para a gratidão dos praticantes às Três Jóias. Os gestos, reverências, oferendas e recitações não são direcionadas aos objetos em si, mas sim para o que eles representam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como se comportar num templo buddhista?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao entrar em um templo, um buddhista geralmente faz três reverências em direção ao altar. Em muitos centros buddhistas, é comum que os praticantes se sentem em almofadas no chão. Caso isto não seja confortável ou apropriado, pode-se solicitar uma cadeira para sentar. Cada tradição possui a sua própria etiqueta em relação aos monges e mestres que conduzem os ensinamentos e as sessões de meditação. Eventualmente, alguma contribuição pode ser solicitada para ajudar nos custos de manuteção do centro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Dharmanet&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-3096298180023187841?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/3096298180023187841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=3096298180023187841' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/3096298180023187841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/3096298180023187841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/perguntas-e-respostas-sobre-os.html' title='Perguntas e Respostas sobre os Buddhistas'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-6396332935247528649</id><published>2008-07-20T21:19:00.000-07:00</published><updated>2008-07-20T21:30:33.729-07:00</updated><title type='text'>Perguntas e Respostas sobre o Buddhismo</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O que é o buddhismo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O buddhismo é o conjunto de tradições religiosas que surgiram a partir dos ensinamentos de Buddha. Ele não inventou estes ensinamentos — o Dharma —, mas sim re-descobriu verdades atemporais que já tinham sido ensinadas pelos seres iluminados das eras passadas. Atualmente, o buddhismo é a religião mais difundida na Ásia, onde conta com aproximadamente 300 milhões de seguidores. Os primeiros contatos do buddhismo com o Ocidente aconteceram há muito tempo, mas somente a partir do século XIX é que houve um interesse maior por parte dos ocidentais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O buddhismo é religião, uma filosofia, um sistema de psicologia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradição buddhista abrange e transcende todos estes aspectos. Como religião, o buddhismo procura nos "religar" (re-ligare) à nossa verdadeira natureza. Como filosofia, o buddhismo enfatiza o "amor à sabedoria" (philo-sophia) no sentido mais elevado. E como psicologia, o buddhismo oferece um vasto "conhecimento da mente" (psykhe-logos). Acima de tudo, o buddhismo oferece um caminho que conduz ao fim do sofrimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O buddhismo é uma ciência?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes o buddhismo é descrito como uma "ciência da mente", no sentido de oferecer um sistema de conhecimento profundo do funcionamento da mente. Os métodos usados pelo Buddha para analisar a natureza das coisas são praticamente científicos. Seus ensinamentos surgiram a partir da profunda contemplação das leis naturais de causa e efeito e podem ser atestados por qualquer pessoa, independente de suas crenças. O próprio Buddha recomendou que seus discípulos devem analisar os ensinamentos e não simplesmente aceitá-los por mero respeito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quem é o chefe do buddhismo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O buddhismo não possui uma hierarquia centralizada; cada tradição possui a sua própria estrutura organizacional. Muitos pensam que Sua Santidade o Dalai Lama, Tenzin Gyatso, é o "chefe" do buddhismo. Na verdade, Sua Santidade é o líder espiritual do povo do Tibet, ocupando uma importante posição dentro tradição tibetana Gelug. Entretanto, o Dalai Lama não é "chefe" do buddhismo, pois este posto sequer existe. Muitos praticantes buddhistas de outras tradições buddhistas e não-buddhistas têm grande respeito por ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como são os ensinamentos buddhistas? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algumas características que permeiam os ensinamentos de Buddha. Qualquer ensinamento que esteja de acordo com estas características pode ser considerado buddhista: todas as coisas condicionadas (ou seja, que surgem de causas) são insatisfatórias; todas as coisas condicionadas são impermanentes; todas as coisas (condicionadas e incondicionadas) são destituídas de um "eu" ou de uma essência independente; apenas o nirvana oferece paz verdadeira. Algumas pessoas pensam que o "buddhismo é pessimista", que "só fala de sofrimento" e "nega a felicidade". Na verdade, o buddhismo adota uma visão realista de nossos problemas e oferece um caminho que conduz à mais elevada felicidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é o despertar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O despertar, ou iluminação, é o estado mais elevado de virtude e sabedoria. No buddhismo não existe o conceito de "pecado original" porque todos os seres têm o potencial de atingir o despertar. Existe a iluminação dos ouvintes (shravaka-bodhi), aqueles que ouviram os ensinamentos de Buddha e atingiram o despertar; a iluminação dos realizadores solitários (pratyeka-bodhi), aqueles que atingiram a iluminação sem precisar ouvir os ensinamentos de um Buddha; e a iluminação completa e perfeita (samyaksambodhi), atingida apenas pelos Buddhas. Estes três tipos iluminação são progressivamente mais profundos e mais difíceis de atingir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é nirvana?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nirvana é a mais alta felicidade, um estado completamente além do sofrimento. Todos aqueles que atingiram algum grau de iluminação desfrutam da paz do nirvana. Aqueles que atingem o nirvana não estão mais sujeitos ao renascimento no samsara — a existência cíclica — porque estão além do ciclo da morte e renascimento. O samsara é condicionado, isto é, surge de causas e condições; já o nirvana é incondicionado, não depende de causas e condições. Por isso, o nirvana não é um lugar, pois transcende o espaço; e o nirvana é eterno, pois transcende o tempo. O nirvana não é a "extinção do ser", mas sim a "extinação do sofrimento". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quais são os principais ensinamentos do buddhismo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São as quatro nobres verdades: 1. Todos os seres estão sujeitos ao sofrimento (velhice, doença, morte, insatisfação etc.); 2. O sofrimento surge de causas (cobiça, raiva, ignorância etc.); 3. Ao eliminarmos as causas, o sofrimento é eliminado; 4. Praticando o nobre caminho óctuplo, o sofrimento e suas causas são eliminadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é o nobre caminho óctuplo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o caminho ensinado pelo Buddha que conduz ao despertar. Ele recebe este nome por ser dividido em oito práticas, geralmente agrupadas em três treinamentos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os Três Treinamentos Superiores&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;                 &lt;br /&gt;I. Sabedoria&lt;br /&gt;II. Ética (ou Moralidade)&lt;br /&gt;III. Meditação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Nobre Caminho Óctuplo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Visão Correta&lt;br /&gt;2. Pensamento Correto&lt;br /&gt;3. Fala Correta&lt;br /&gt;4. Ação Correta&lt;br /&gt;5. Meio de Vida Correto&lt;br /&gt;6. Esforço Correto&lt;br /&gt;7. Atenção Correta&lt;br /&gt;8. Meditação Correta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o treinamento da ética, nossa mente chega a um estado tranqüilo, propício à meditação. E com o treinamento da meditação, é possível chegar à sabedoria que conduz ao despertar. O nobre caminho óctuplo também é conhecido como o "caminho do meio" porque é baseado na moderação e na harmonia, sem cair em extremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é sabedoria?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo sabedoria não se refere a um mero conhecimento intelectual. Sabedoria é o estado mental que conhece a verdadeira natureza das coisas. Entre as principais características da sabedoria, pode-se enfatizar o desapego e a compaixão — o serviço ativo pelo benefício dos outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é ética?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No buddhismo não há a idéia de "pecado", de uma ofensa causada pela quebra de um mandamento. Entretanto, existem alguns preceitos básicos que constituem a ética buddhista: não matar; não roubar; não ter uma conduta sexual indevida; não mentir; e não usar intoxicantes. Desta forma, são evitadas as ações que resultam em frutos negativos. Em seu lugar, os buddhistas cultivam as ações que conduzem a frutos positivos: praticam a bondade amorosa; a generosidade; o contentamento; a honestidade; e a atenção plena. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é meditação?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meditação é um treinamento para purificar a mente de seus aspectos negativos — cobiça, raiva, ignorância — e em seu lugar cultivar os aspectos positivos — generosidade, compaixão, sabedoria. Existem diferentes estilos de meditação buddhista que foram preservadas por diversas tradições. Caso esteja interessado em praticar meditação, é recomendável procurar um professor qualificado de uma tradição autêntica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é karma?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Karma signficia ação. Este termo refere-se à lei natural da causa e efeito, as ações e seus frutos. As ações podem ser feitas através da mente (os pensamentos), da fala (as palavras) e do corpo (as ações propriamente ditas). A analogia mais usada para explicar o karma é a do plantio de uma semente, que amadurece e faz surgir frutos. As ações hábeis (positivas) criam virtude e conduzem à felicidade, enquanto as ações inábeis (negativas) criam não-virtude e conduzem ao sofrimento. Apenas os seres iluminados não produzem mais karma, embora ainda estejam sujeitos aos frutos das ações anteriores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é renascimento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o processo pelo qual os seres nascem novamente após a morte em um dos reinos da existência — entre os deuses, semideuses, humanos, animais, espíritos famintos ou seres dos infernos. O que determina o renascimento é o karma criado anteriormente. Todos os seres que nascem nestes reinos estão sujeitos à velhice, doença, morte e renascimento. Somente ao atingirem a iluminação eles se tornam livres deste ciclo. A palavra "reencarnação" não é muito apropriada pois, segundo o buddhismo, o que continua é o impulso kármico e não há uma "alma" ou "espírito" imortal migrando de um corpo para outro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os buddhitas acreditam em deuses?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito buddhista de "deus" é diferente do conceito ocidental de um ser supremo, todo-poderoso, criador de todas as coisas. Os deuses não são onipotentes, onipresentes ou oniscientes. São apenas seres que acumularam grande virtude e renasceram em reinos onde desfrutam de muitos prazeres e longa vida. Mesmo assim, eles continuam sujeitos à morte e à queda nos outros reinos. Portanto, no buddhismo não existe a figura de um criador, ao qual devemos idolatrar e servir, nem a ameaça de sermos julgados e jogados no inferno caso não o obedeçamos. A meta da prática espiritual não é a de fugir para um paraíso, deixando os outros seres para trás, mas sim atingir a iluminação e trazer benefícios para todos — não apenas aos seres humanos, mas para todos os seres sem exceção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como surgiram o universo e os seres?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No buddhismo não existem mitos sobre a "criação". Não houve uma "causa primeira", não aconteceu um evento inicial isolado que possa ser rotulado como "a criação", nem haverá um evento final que possa ser chamado de "o fim do mundo". O tempo não tem início nem fim; da mesma forma, os reinos da existência cíclica não têm início nem fim. Todas as coisas surgiram de suas próprias causas e condições e estão sujeitas à cessação de acordo com essas mesmas causas e condições. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quais são as escrituras buddhistas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cânone buddhista é conhecido como Três Cestos ou Tripitaka. Ele recebe este nome porque os ensinamentos do Buddha foram compilados em três grupos. Os discursos atribuídos ao Buddha e seus discípulos foram registrados em textos conhecidos como Sutras. As regras monásticas foram registradas em um conjunto de textos intitulado Vinaya. Finalmente, os textos que lidam com questões metafísicas compõem o Abhidharma.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que são as escolas buddhistas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme se espalhou pela Ásia ao longo dos séculos, a comunidade buddhista — a Sangha — adaptou-se às necessidades locais e fez surgir diversas tradições, ou escolas. Todas as tradições autênticas possuem um núcleo comum de ensinamentos, como as quatro nobres verdades, o nobre caminho óctuplo etc. Cada escola enfatiza determinados aspectos e práticas do ensinamento buddhista. Conhecendo as diversas tradições, também podemos apreciar um pouco das belíssimas culturas orientais. No sul e sudeste asiático, a tradição predominante é a Theravada. Na China, na Coréia, no Japão e no Vietnã, desenvolveu-se o grande veículo ou Mahayana, cujas vertentes mais conhecidas são a escola Zen e a escola Terra Pura. Já no Tibet, Nepal, Mongólia e outras regiões próximas ao Himalaya, o buddhismo tântrico ou Vajrayana fez surgir quatro escolas — Nyingma, Kagyü, Sakya e Gelug. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Dharmanet&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-6396332935247528649?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/6396332935247528649/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=6396332935247528649' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/6396332935247528649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/6396332935247528649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/perguntas-e-respostas-sobre-o-buddhismo.html' title='Perguntas e Respostas sobre o Buddhismo'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-277299297139046547</id><published>2008-07-20T21:16:00.000-07:00</published><updated>2008-07-20T21:18:50.826-07:00</updated><title type='text'>Perguntas e Respostas sobre o Buddha</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Quem foi o Buddha?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Siddhartha Gautama, o Buddha histórico, viveu no norte da Índia por volta dos séculos VI-V a.C. Depois de renunciar à sua riqueza para buscar o fim do sofrimento, ele meditou durante muitos anos e finalmente atingiu a iluminação ou despertar. A partir de então, ele passou a ser conhecido como o Buddha — o Desperto, o Iluminado — e se dedicou ao ensinamento do caminho que conduz ao despertar. No fim de sua vida, o Buddha entrou em parinirvana, a liberação final, a paz suprema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Buddha era gordo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não. O Buddha histórico era um monge que se alimentava apenas uma vez por dia e passava boa parte do seu tempo caminhando, indo a diversos lugares para ensinar e meditar. Já a figura corpulenta, popularmente conhecida como o "Buddha da Felicidade" ou "Buddha Sorridente", na verdade refere-se a um monge buddhista chinês que viveu muitos séculos depois do Buddha histórico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Buddha era um deus todo-poderoso?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos hindus consideram o Buddha como um avatar (emanação) de uma divindade chamada Vishnu. Entretanto, o Buddha nunca afirmou ser um "deus", "filho de deus" ou algum "profeta enviado de deus". Sua sabedoria era onisciente, mas nunca afirmou ser onipotente. O Buddha foi um ser humano como todos nós, e todos nós temos o potencial de atingir a iluminação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Buddha era um salvador?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Buddha não se apresentou como um salvador, nem exigiu que seus seguidores o servissem ou o adorassem para conseguirem a salvação. Ele também nunca os chantageou com a ameaça de deixá-los cair no inferno. Ao invés disso, o Buddha foi um mestre extremamente compassivo com seus discípulos. Seus ensinamentos valorizam a sabedoria e a compaixão como caminho para o despertar. No buddhismo, a liberação não dependende necessariamente da fé ou de orações, mas sim da nossa prática da virtude e da sabedoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Dhamanet&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-277299297139046547?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/277299297139046547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=277299297139046547' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/277299297139046547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/277299297139046547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/perguntas-e-respostas-sobre-o-buddha.html' title='Perguntas e Respostas sobre o Buddha'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-4625203313566625381</id><published>2008-07-18T12:31:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T12:33:38.211-07:00</updated><title type='text'>AS PRINCIPAIS CARATERÍSTICAS DO ZEN</title><content type='html'>&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;odemos dizer que o Budismo é a religião-filosofia formada em torno dos ensinamentos de Buda. Apresenta-se ele dividido em um grande número de correntes, englobadas em duas grandes escolas: o Mahayana ou Escola do Sul e o Hinayana ou Escola do Norte. O Zen Budismo pertence ao Mahayana. "Zen", uma corruptela do chinês "Ch'an", que é por sua vez uma corruptela do sânscrito "Dhyana", é uma palavra japonesa para expressar aquela - Sabedoria - Compaixão - Força que esta alem de todas as palavras e não pode ser confinada no mais amplo "ismos". É a luz nas trevas da ignorância, a Vida que esta dentro de todas as formas cambiantes e perecíveis. É, ao mesmo tempo, a Vida, a Verdade e o Caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa luz ou Sabedoria é o alvo do misticismo e o Objetivo de todas as religiões. Todas elas tratam de uma Realidade Última que esta alem da mudança e da agitação dos "opostos". O Zen, entretanto, usa da meditação para atingir esse plano de consciência inigualável. O Zen Budismo, na medida em que ele é uma forma de Budismo, pode ser comparado com outras tentativas de levantar uma ponte do irreal até o real, mas o Zen, como um caminho direto, súbito e imediato para a Sabedoria, é único, na historia e no estado presente das experiências espirituais. Evita ele a engrenagem da filosofia, a meditação da religião e os esquemas práticos de ritual. ele sobe, com mãos vazias, do nível da vida cotidiana até as alturas da sabedoria espiritual. O esforço é terrível e os resultados imensuráveis. Todo o processo se desenrola dentro da Mente, que sendo uma parte da Mente Total, já esta iluminada, em certo sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Zen é ao mesmo tempo o conhecedor e o conhecido. É também o fator que une o Dois no Um, destruindo ao mesmo tempo o apego ao Um. É um Caminho para a Verdade e não um conjunto de fatos sobre a Verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade, o Zen é incomunicável. O Zen traduzido nos termos e no aparato do intelecto deixa de ser o verdadeiro Zen. A transmissão do Zen é pois algo muito difícil. Criações do intelecto, como filosofia e matemática, podem ser transmitidas de mente para mente, através das pontes do intelecto. Mas o Zen está alem do intelecto e os instrumentos deste, palavras ou diagramas, são inúteis para transmiti-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Zen pertence ao plano da intuição e da experiência. Nós não podemos compreendê-lo, só podemos senti-lo e experimentá-lo. Para que isso seja possível, os Mestres recomendam a pratica do "Zazen", (meditação com as pernas cruzadas) que vem a ser explicada mais adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Zen está em tudo. Tradicionalmente, é considerado uma religião, mas as pessoas não interessadas em religião poderão perfeitamente encará-lo como um treinamento físico e mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uma maneira geral, podemos definir a religião como algo que nos proporciona a paz de espírito. Geralmente as religiões proporcionam essa paz de espírito através de um ponto de apoio representado por um ou mais deuses. No Budismo, porém, procura-se esse ponto de apoio não em um deus exterior a nós, mas em algo dentro de nós que poderíamos chamar de Verdadeiro Eu. E no Zen, o próprio eu é posto de lado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Zen difere pois bastante das demais religiões. Nelas é costume venerar os fundadores e os mestres, mas no Zen costuma-se dizer que se deve superar o Buda e os Mestres, e mesmo suprimi-los. Versos atribuídos a Bodhidarma, o mestre indiano que teria introduzido o Zen na China, no século VI, indicam muito bem a natureza do Zen:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma transmissão especial fora das escrituras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma relação com palavras ou letras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aponta diretamente à mente do homem &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma experiência que através da intuição nos mostra nossa verdadeira natureza e nos faz viver de acordo com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Comunidade Budista Soto Zenshu da América do Sul&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-4625203313566625381?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/4625203313566625381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=4625203313566625381' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/4625203313566625381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/4625203313566625381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/as-principais-caratersticas-do-zen.html' title='AS PRINCIPAIS CARATERÍSTICAS DO ZEN'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-7636162239596565372</id><published>2008-07-18T10:46:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T10:50:50.391-07:00</updated><title type='text'>A Nossa Mente é Buda</title><content type='html'>A Nossa Mente é Buda - (SOKUSHINZEBUTSU)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dogen Zenji&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ensinamento central do Budismo diz que a “nossa mente é Buda”. Tal ensinamento foi transmitido por todos os Budas e Patriarcas até os dias de hoje. Entretanto, a idéia de que “nossa mente é Buda” não era promulgada nas primeiras escrituras produzidas na Índia. Essa idéia só se desenvolveu plenamente a partir dos mestres Zen chineses. Muitos seguidores e eruditos antigos entenderam mal essa doutrina, assim desviando-se do Caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os tolos ouvem a expressão “A nossa mente é Buda” eles pensam que, já que sua mente já é iluminada, não é necessário praticar o Budismo. Isso é um grande erro. Tais pessoas jamais encontraram um mestre verdadeiro, e sua iluminação nada mais é do que ilusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estória subseqüente ilustra a forma que essas concepções errôneas tomam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez existiu na Índia um incrédulo chamado Sennika[1]. Ele ensinava que o Grande Caminho existia em nossos corpos, e que ele podia ser facilmente compreendido. Através dessa sabedoria, dizia ele, é possível distinguir-se sofrimento e não-sofrimento, quente e frio, prazer e dor. Isso não é algo influenciado por circunstâncias ou objetos, apesar das coisas estarem sempre indo e vindo, e das circunstâncias aparecerem e desaparecerem. O Grande Caminho está em toda parte, e não há diferença entre as pessoas comuns e os santos: a ilusão aparece e desaparece na nossa experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas essa sabedoria, ensina Sennika, existe – a objetividade é desertada. Mesmo se nosso corpo perece, a sabedoria não perece; ela sai do corpo como pessoas saindo de uma casa em chamas. Igualmente, a sabedoria existe por si só, e é a real natureza da iluminação. Todos possuem a iluminação. Essa natureza original cobre tanto a ilusão quanto a iluminação. A sabedoria jamais pode ser reduzida a uma só coisa e difere dos objetos físicos. Ainda, a sabedoria existe para sempre. Ele também disse que a sabedoria existe na objetividade e que possui uma existência real; ou seja, ela possui uma substância e causa-e-efeito reais. No entanto, a sabedoria não é o mesmo que a objetividade que continuamente aparece e desaparece. A sabedoria não se ocupa de luz ou escuridão. Por meio do conhecimento tudo fica claro. Em outras palavras, não vamos atingir o “eu real”, a “iluminação original”, a “natureza real” e o “corpo real”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se nós compreendermos esta natureza real nós tornaremos à existência eterna – “um grande homem retornando à verdade” – e não mais estaremos sujeitos à re-encarnação. Nós alcançaremos o grande oceano, o Eu Real, onde vida e morte não mais estão presentes. Como o Eu Real está impedido de aparecer em todos os lugares, os seis mundos do samsara surgem. Esse é o ensinamento de Sennika.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo dia o Mestre Zen Nanyo Echu[2] perguntou a um monge: “De onde você vem?” “Do sul”, respondeu o monge. “Que tipo de mestres Zen ensinam no sul?”, perguntou o mestre. “Há muitos bons mestres lá”, respondeu o monge. “O que eles ensinam?”, perguntou Echu. “Os mestres do sul ensinam que ‘nossa mente é Buda’. ‘Buda’ significa iluminação. Todos os seguidores apreendem que eles possuem a verdadeira natureza da iluminação. Essa natureza opera livremente, utilizando o corpo. Se ela opera na cabeça, a cabeça funciona apropriadamente; se ela opera nos pés, os pés funcionam apropriadamente. Portanto, ‘natureza real’ significa ‘conhecimento perfeito’. O Buda só pode ser encontrado nesse ‘conhecimento perfeito’. Nosso corpo está sujeito à criação e a destruição, mas a natureza real da mente é eterna. A criação e destruição do nosso corpo assemelha-se a um dragão trocando de ossos, a uma cobra deixando sua pele, ou a pessoas se mudando para uma casa nova – as moradas estão mudando, mas os ocupantes são os mesmos. Os mestres Zen do sul ensinam isso.” Echu então disse: “Se o que você diz é verdade, então os ensinamentos de seus mestres Zen são iguais aos de Sennika. Ele disse que nós temos uma misteriosa natureza real no nosso corpo, e que através dessa natureza nós sentimos a dor e o prazer. Quando o corpo é destruído a natureza real sai dele, como pessoas saindo de uma casa em chamas. A casa está mudando mas os mestres são os mesmos. Se nós considerarmos cuidadosamente o ensinamento de Sennika veremos claramente que ele é uma visão falsa. Quando eu era um jovem peregrino, visitando vários mestres, encontrei ensinamentos similares – mas hoje em dia tais erros são ainda mais comuns. Frente a centenas de discípulos os mestres Zen do sul explicam o seu ensinamento, baseado em visões falsas e em uma interpretação errônea do Rokusodankyô[3]; logo, sua explicação é muito inadequada. Os discípulos ficam confusos sobre o caminho a ser seguido – como pode isso ser considerado uma transmissão autêntica do Dharma Budista? Essa é uma situação terrível; a sua natureza búdica irá se perder completamente. Esses mestres são muito bons em ensinar por meio da visão, audição e compreensão; mas mesmo se essas coisas são feitas fielmente, como disse Vimalakirti[4]*  elas não constituem a essência real do Dharma Budista.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mestre Zen Echu era o maior discípulo do sexto Patriarca, e sua compreensão não era igualada por ninguém no seu tempo. O verdadeiro padrão do Budismo está presente no seu ensinamento profundo; evite qualquer idéia que se assemelhe as de Senika.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ensinamento “A nossa mente é Buda” foi transmitido de Buda a Buda, e de Patriarca a Patriarca. Ele é o supremo ensinamento do Budismo; os seguidores de Sennika e os hinayanistas não podem nem sonhar em alcançar esta sabedoria. “A nossa mente é Buda” significa a concretização da mente búdica no nosso campo de experiência. Nós percebemos que cada aspecto da existência é separado e forma uma existência independente e única – isto é, a natureza de Buda. Isso chama-se “deixar cair corpo e mente”. Esta realização é dinâmica – não tem nada a ver com a existência estática de uma estatua de Buda. Entretanto, não espere que essa verdade vá aparecer facilmente, sem esforço; sem esforço a verdade permanece oculta. “Deixar cair corpo e mente” representa a verdade universal, a real existência no presente que, nem volta ao passado nem pula para o futuro. Ela é pura, é o oposto de uma água lamacenta, e não é afetada por elementos externos. Não importa como nós a coloquemos - “nossa mente é Buda”, “Buda é mente”, etc. – trata-se sempre da doutrina básica da correta transmissão, que é o que devemos estudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Uma mente é tudo: tudo está contido em uma única mente.” Essa é a mente que foi transmitida até os dias de hoje. Os antigos disseram que se a mente está clara nós podemos entender todas as coisas. O céu pode entrar em colapso e a terra pode desintegrar-se, mas a mente continuará. Se nós pudermos verdadeiramente mestrar esta mente, todas as nossas ações serão frutíferas. [Pensando demais nós excedemos a meta, pensando muito pouco nós ficamos deficientes de verdade.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez perguntaram ao mestre Gyozan[5]: “O que é a mente pura, radiante e transcendental?” Ele respondeu: “Montanhas, rios, terra, sol, lua, estrelas.” Montanhas, rios e terra são apenas montanhas, rios e terra; não tem nada alem; não fique preocupado com coisas externas como ondas ou nuvens. “Sol, lua, estrelas” significa a existência real e natural do sol, lua e estrelas; não há nenhuma neblina ou bruma. A mente de vida-e-morte é apenas vida-e-morte, ir e vir; não há ilusão ou iluminação. A mente de muro, telha, pedras nada mais é do que muro, telha, pedras; não há lama ou água. Na mente dos quatro elementos e dos cinco agregados não há cavalos ou macacos. Na mente de uma cadeira e um hossu[6] não há madeira ou bambu. Para resumir, “A nossa mente é Buda”; pureza original é a nossa mente, Buda é Buda. Lembre-se, entretanto, que a verdadeira mente búdica é livre até mesmo dessas frases.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A nossa mente é Buda” não pode ser separado da decisão de atingir a iluminação suprema, da prática espiritual, da iluminação ou do nirvana. Se nós não experimentarmos esses, nós jamais poderemos compreender o significado de “A nossa mente é Buda”. Entretanto, se nós experimentarmos essas coisas, mesmo que apenas por um instante, nós poderemos compreender “A nossa mente é Buda”. Se alguém disser que essa expressão só pode ser compreendida após anos de estudo, isso significa que essa pessoa não tem um entendimento claro. Significa que ele nunca teve uma visão correta do Dharma, e nunca encontrou um verdadeiro mestre. “Buda” significa o Buda Shakiamuni. Ele simboliza todos os Budas do passado, presente e futuro. O Buda Shakiamuni é “A nossa mente é Buda”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentado aos monges em 25 de maio de 1239 em Kannondari-in, Koshohorinji.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Tradução do capítulo 5 do Shobogenzo. Baseada na versão inglesa de Kosen Nishiyama Roshi)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                               &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[1] Aqui “Sennika” é uma metáfora para referir-se às religiões e filosofias não-Budistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[2] Nan-yang Hui-chang [683-769].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[3] Uma coleção de sermões de Daikan Eno (Hui-neng).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[4] Vimalakirti era um astuto seguidor leigo do Buda que freqüentemente perturbava os monges com a sua profunda compreensão sobre a natureza do vazio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[5] Yang-shan, também conhecido como Kyogan. É o fundador da escola Igyo-Zen (morto em 916).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[6] É o bastão utilizado pelos mestre Zen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veiculado em 15/01/2005 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Daissen Zendô&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-7636162239596565372?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/7636162239596565372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=7636162239596565372' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/7636162239596565372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/7636162239596565372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/nossa-mente-buda.html' title='A Nossa Mente é Buda'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-9180437752961056019</id><published>2008-07-18T10:44:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T10:51:19.795-07:00</updated><title type='text'>A Regra do Zazen - Dogen Zenji</title><content type='html'>A REGRA DO ZAZEN&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(ZAZENGI)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dogen Zenji&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudar zen significa praticar zazen. Para praticar zazen escolha um lugar calmo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sem umidade nem vento, e um tapete grosso. Imagine que o lugar onde está é o Assento do Diamante, pois usamos a mesma postura de Sakiamuni ao ser iluminado. Alguns monges praticam em grandes pedras e outros seguem a prática dos sete budas, de sentar em almofadas de capins. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No local do zazen não deve haver escuridão, mas brilho moderado noite e dia. Deve ser morno no inverno e fresco no verão. Mantenha corpo e mente em descanso - corte toda atividade mental. Não pense sobre tempo e circunstâncias, nem se amarre em bons ou maus pensamentos. Zazen não é nem consciência de si nem auto-contemplação. Jamais tente se tornar um buda. Desligue-se das noções de deitar ou sentar. Coma e beba moderadamente. Não perca tempo. Atente para sua própria prática de zazen. Aprenda com o exemplo do quinto patricarca Konin de Monte Obai. Todas as suas ações, todos os dias, eram prática de zazen. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quando praticar, use um kesa e uma pequena almofada redonda. Sente-se não no meio da almofada, mas na parte posterior dela. Cruze e pouse as pernas no tapete. A almofada deve estar em contato com a base de sua espinha. Esta é a postura básica transmitida de buda a buda, patriarca a patriarca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Use a postura de lotus, meia ou completa. Em lotus completo, o pé direito vai sobre a coxa esquerda e o pé esquerdo sobre a coxa direita. Mantenha as pernas horizontais e a coluna perfeitamente reta. Em meio lotus, o pé esquerdo é posto na coxa direita e o pé direito sob a coxa esquerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Folgue sua roupa alinhe-se para cima. Mão direita no pé esquerdo, mão esquerda no pé direito. Os polegares retos tocam-se levemente. Ambas as mãos devem estar contra o abdomem, o dorso dos polegares alinhados no nível do umbigo. Lembre-se de manter a espinha dorsal reta o tempo todo. Evite inclinar-se para frente ou para trás, esquerda ou direita. Alinhe as orelhas com os ombros. O nariz e o umbigo também devem estar no mesmo plano. Coloque a língua contra o céu da boca. Respire pelo nariz e mantenha seus dentes e lábios juntos. Os olhos ficam abertos naturalmente. Ajuste o corpo, inicialmente, com uma respiração profunda. A forma de seu zazen deve ser estável como uma montanha. Pense "sem pensar". Como? Usando "não-pensar".  Este é o esplêndido caminho do zazen. Zazen não é um meio de iluminar-se, ele é a ação completa do Buda. O próprio zazen é natural e pura iluminação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dito aos monges de Kipoji em novembro de 1243. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Capítulo 11 do Shobogenzo , Olho e Tesouro da Verdadeira Lei, edição traduzida por Kosen Nishiyama, Tokyo, 1988)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução de José Fonseca &lt;br /&gt;Veiculado em 18/02/2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Daissen Zendô&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-9180437752961056019?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/9180437752961056019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=9180437752961056019' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/9180437752961056019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/9180437752961056019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/regra-do-zazen-dogen-zenji.html' title='A Regra do Zazen - Dogen Zenji'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-8661551902288314875</id><published>2008-07-18T10:35:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T10:38:05.566-07:00</updated><title type='text'>Palestra com Monge Genshô</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O Zen Budismo e a NÃO violência&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CD_Jv5qo3FM&amp;hl=en&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/CD_Jv5qo3FM&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-8661551902288314875?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/8661551902288314875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=8661551902288314875' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/8661551902288314875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/8661551902288314875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/palestra-com-monge-gensh.html' title='Palestra com Monge Genshô'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-3652059781882019382</id><published>2008-07-18T10:31:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T10:33:55.733-07:00</updated><title type='text'>Palestra de Reverendo Dosho Saikawa</title><content type='html'>Palestra de Reverendo Dosho Saikawa&lt;br /&gt;(gravada pela Comunidade Zen-Budista de Curitiba em fevereiro de 2006)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas pessoas acham que o budismo é uma forma de religião, mas o budismo é um pouco diferente de religião. Eu ouvi dizer que religião significa reconectar, mas em japonês religião chama-se shukyo, que são dois caracteres chineses. Shu significa origem ou raiz e kyo significa ensinamento ou a ação de reviver. Então, na concepção japonesa, a religião é como um ensinamento ou um ato de reviver a raiz, ou a origem, ou o verdadeiro eu (self). Assim shukyo não é necessário para as pessoas felizes, apenas para as pessoas que estão sofrendo, que estão tristes ou em agonia. Existem muitas formas de se tornar feliz e o zen é uma das escolas ou correntes que vai lhe mostrar o caminho para tornar-se feliz vendo o seu verdadeiro eu. Você se torna feliz vendo o seu verdadeiro eu. Portanto, nós fazemos o zazen como o Buda Shakyamuni fez e atingimos o ponto do verdadeiro eu ou despertamos para o verdadeiro eu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o Buda Shakyamuni atingiu a iluminação, imediatamente anunciou: “ que maravilha, que milagre, eu e a grande terra com todos os seres atingimos a iluminação simultaneamente!” Esta primeira afirmação é muito importante para nós; “ que maravilha, que milagre, eu e a grande terra com todos os seres simultaneamente iluminados!” Esta afirmação significa que nós somos, na origem, totalmente livres e felizes. É apenas por causa da ilusão, ou da forma dualística de pensar que, como num sonho, achamos que não somos felizes. Mas se você ver o seu verdadeiro eu, você pode salvar-se por você mesmo. Você não precisa dos outros para ajudá-lo. Apenas você pode salvar-se vendo o seu verdadeiro eu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não vou mudar de assunto, mas vou falar de uma maneira diferente. A história do ser humano tem sido a de colocar o dualismo dentro da cabeça da criança à medida que ela vai crescendo. Os pais, as mães, os irmãos e os parentes ensinam o dualismo para a criança dizendo coisas como: você e o outro, você e o mundo, esquerda, direita, em cima, embaixo, bom, mau, grande, pequeno, rápido, lento; estes tipos de palavra, ou linguagem é o que os adultos têm ensinado às crianças, e esta é a história do ser humano. Portanto, estas crianças, quando crescerem, jamais duvidarão da palavra, ou linguagem. Elas acharão que as coisas que as palavras significam, realmente existem. Por exemplo: direita. Quando eu digo direita, direita é este lado aqui. Este é o lado direito para mim, mas é o lado esquerdo para vocês. Se eu coloco meu dedo para cima desta maneira, talvez as pessoas no Japão ou do outro lado do mundo, digam que está para baixo. Para os chineses talvez deste jeito seja para cima e para os hindus talvez seja para cima também. Quando todos estão achando que assim é para cima então só o “para cima” existe. Se apenas o “para cima” existe, então o “para baixo” não existe. Então nem mesmo o “para cima” existe, porque para se ter a idéia de “para cima” você precisa da idéia do “para baixo”, consciente ou inconscientemente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a realidade está além das palavras ou das idéias. Direita e esquerda é a mesma coisa, bom e mau é a mesma coisa. Coisas boas para o Sr. Bush são más para Saddam Hussein. O que aprendemos, à medida que vamos crescendo, é dualismo ilusório. Isto quer dizer, palavra ou linguagem. Então, para usar nosso cérebro, para pensar, precisamos da linguagem e a linguagem contém palavras de ambos os significados, mas as palavras são criadas ilusoriamente no cérebro. Então, nós somos apanhados pela linguagem. As palavras e a linguagem são ferramentas muito boas para pensar, mas são uma ilusão. Pouquíssimas pessoas duvidam da linguagem e das palavras, porque a maioria dos problemas que temos que resolver na vida podem ser resolvidos usando a linguagem e as idéias, mas para o problema mais importante, ver o verdadeiro eu, a linguagem não é útil; é menos que útil. Fazendo zazen nós vamos para além da linguagem e realizamos o verdadeiro eu ou origem, na qual a linguagem é criada e então você pode se libertar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem muitos ensinamentos do Buda Shakyamuni, mas para encurtar a estória, existem três selos do dharma. O primeiro é que todas as coisas estão mudando de momento a momento. O segundo é que não existe nenhum eu ou nenhum centro que não se mova. Talvez isto possa traduzido como vazio. O terceiro é o nirvana, tranqüilidade. No zazen, o que quer que surja em nossa mente nós não tentamos agarrá-lo. Mesmo que seja uma lembrança muito boa, nós não tentamos segurá-la. Mesmo que seja uma má lembrança para nós, não tentamos empurrá-la para longe. Apenas deixamos que venham e deixamos que vão e nos tornamos um com elas, porque, quer tentemos ou não, nós somos um com todo o universo. Nós já somos um com todo o universo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos ouvir este som...toc! toc! Isto é objeto ou sujeito? Vocês podem ver isso mesmo que não saibam seu nome. Isto é objeto ou sujeito? Não existe nenhuma divisão, nenhuma parede, nenhuma cortina entre você e isto (toc! toc!). Vocês podem vê-lo, vocês podem ouvi-lo. Se há um incenso aqui vocês podem sentir o seu cheiro. Este cheiro está na fumaça ou aqui em mim? Aqui onde estamos está um pouco frio agora. Este frio existe aqui em volta ou aqui? Quando você come sua comida, o gosto existe na comida ou aqui em você? As idéias nas quais você está pensando existem aqui em cima ou aqui dentro?. Não podemos dizer que é objeto, também não podemos dizer que é sujeito. É esta a unidade em que estamos vivendo; este tipo de unidade, única. Além de sujeito e objeto, além de direita e esquerda, em cima e embaixo. Não podemos nos tornar esta unidade, não podemos atingi-la nem mesmo através da prática, ou não podemos nos livrar desta unidade. Quer vocês gostem ou não vocês (toc! toc! ) já são um com o universo inteiro. Além da vida e morte, além de sujeito-objeto, além do eu e outros. Este tipo de unidade talvez nós possamos chamá-la de vida. Na linguagem existe o momento e a eternidade, mas como eu já falei antes, além do momento e da eternidade existe este momento (toc! toc!). Momento e eternidade são apenas criações, são apenas idéias no cérebro. A mesma coisa vale para sujeito-objeto, eu-outros; são criados no cérebro. Uma pessoa me perguntou sobre o vazio, um termo técnico do zen. Mas, se você ouve a palavra “vazio” você pode ficar um pouco triste. No entanto, “vazio” significa “tudo”. É como uma xícara, uma xícara vazia, mas uma xícara vazia sustenta todo o universo nela. Então, todas as coisas estão além desse tipo de palavra, idéia ou linguagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Bodhidharma foi da Índia para a China, o imperador Wu encontrou-se com ele. Imperador Wu era um grande devoto do budismo e fez com que fossem traduzidos muitos sutras e ordenados muitos monges e monjas. Então ele perguntou ao Bodhidharma: “ quais são os meus méritos?” Bodhidharma respondeu: “Nenhuma mérito.” Então o imperador ficou muito desapontado depois de fazer esta pergunta, mas se ele realmente conhecesse a si próprio ou se ele realmente atingisse o ponto do verdadeiro eu, veria que “nenhum mérito” é um mérito ilimitado, porque tudo está além das idéias ou da linguagem. Nada significa tudo, como uma xícara vazia. O imperador Wu, desapontado fez uma segunda pergunta: “qual o significado mais profundo do budismo?” E Bodhidharma respondeu: "nada é sagrado. Existe apenas o vazio e nada de sagrado". Com esta segunda resposta o imperador também ficou desapontado. Se o imperador conhecesse o verdadeiro eu veria que esse vazio significa “tudo” e “ nada sagrado” significa além do sagrado e do não-sagrado, porque tudo está além das palavras, da linguagem ou das idéias. Então o imperador Wu, desapontado com esta segunda resposta, fez uma terceira pergunta; “quem é você em frente a mim?”. Bodhidharma respondeu: “eu não sei”, porque não há definição, isto está além da definição. Esta vida está além das definições. Não posso dizer quem sou eu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês são a mesma coisa que Bodhidharma; além do sagrado e do não-sagrado. Não é possível identificar como tal e tal, mas esta vida, esta gigantesca vida é o Eu que você é. Nós somos apanhados pela linguagem e idéias ou pela tendência de nossa atividade mental e não podemos ver que o que temos é este momento (toc! toc!) . Tudo o que temos é este momento (toc! toc!) e também esta unidade que chamamos de mundo. Isso é tudo que temos. A cada momento nós somos um com o universo inteiro e não temos passado, não temos futuro; tudo o que temos é este momento. Isto é tudo o que há em nossa vida. Então nós estamos vivendo neste momento muito, muito precioso, porque o passado não existe, o futuro não existe, mas a tendência da mente é trazer coisas do passado e colocar na mesma mesa deste momento. Então a memória compara. Nós comparamos tudo e dizemos: ontem foi um dia bom, hoje está um dia triste. Mas o passado não existe mais. Então este é o nosso mau hábito, nossa má tendência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe um brinquedo que chamamos de caleidoscópio. Nele existem muitas pétalas de flores. Quando giramos o caleidoscópio surgem flores muito bonitas e dizemos: aquela última era mais bonita que esta agora. Este é um mau hábito da nossa mente. No caleidoscópio parece que uma mesma flor surge novamente porque é um mundo muito pequeno, mas o caleidoscópio é apenas uma variação do grande caleidoscópio. As flores surgem momento após momento. Não podemos comparar e surgem apenas uma vez na longa história do universo. Apenas uma vez, apenas um momento. Uma vez e um momento, portanto não podemos comparar. Todas as coisas são diferentes. Mesmo os irmãos gêmeos são diferentes, não podemos comparar. Esta coisa aprendemos na escola: comparar. Mas não podemos comparar a realidade com nada. Na longa história do tempo, um momento. Cada momento existe e não podemos compará-lo com outro momento. No espaço apenas uma coisa acontece e não podemos compará-la com outra coisa, mas a nossa atividade mental tem a má tendência de comparar. Então, aquilo que está além da comparação nós chamamos de estado-de-buda, ou em outras palavras: iluminação, estado de iluminação. Portanto, todas as pessoas, todas as coisas são iluminadas. Não podemos atingir esta iluminação pela prática, não podemos nos livrar dela porque já somos assim (toc! toc!) desde um princípio sem começo até um final sem fim. Portanto, quando o Buda Shakyamuni se iluminou ele anunciou: que maravilha, que milagre, eu e a grande terra, como todos os seres, estamos simultaneamente iluminados! É nesta iluminação que estamos vivendo. É nesta liberdade que estamos, porque tudo está mudando de momento a momento. Porque não existe um coração, ou um eu, ou um centro que não se mova. Então, este momento (toc! toc!) é o nirvana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe um símbolo redondo, um círculo ali. Se aquele símbolo fosse assim existiria um princípio e um fim, um começo e um objetivo, mas a realidade é redonda, é um círculo. Cada momento é um novo começo e também um objetivo perfeito. Nós estamos vivendo nesta vida, então não podemos ter mais. Apenas despertem para o verdadeiro eu. Nossa pratica é apenas não alcançar nada. Apenas despertem para o verdadeiro eu, ou apenas o realizem. Muito obrigado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.franciscocasaverde.com&lt;br /&gt;(transcrição e tradução de Francisco Casaverde)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-3652059781882019382?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/3652059781882019382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=3652059781882019382' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/3652059781882019382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/3652059781882019382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/palestra-de-reverendo-dosho-saikawa.html' title='Palestra de Reverendo Dosho Saikawa'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-6698161362400864793</id><published>2008-07-18T10:21:00.000-07:00</published><updated>2010-10-25T04:21:43.732-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zenji'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saikawa Roshi'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sangha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zazen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dosho Saikawa; roshi'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='buda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen budista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='budista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mestre'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='budismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zendô'/><title type='text'>Dosho Saikawa</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/SIDudWMwPBI/AAAAAAAAAHU/ozkXJlzfI-o/s1600-h/Saikawa+Roshi.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/SIDudWMwPBI/AAAAAAAAAHU/ozkXJlzfI-o/s200/Saikawa+Roshi.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224437755692465170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Reverendo Dosho Saikawa, foi nomeado pela Sede Administrativa do Japão - Sotoshu Shumucho - Superior Geral para a América do Sul. Ele assumiu o seu posto na segunda quinzena de Maio de 2005 no Templo Bushiji em São Paulo. Reverendo Saikawa Roshi nasceu e foi criado em Nagasaki, no Japão.Foi monge Theravada na Tailândia, voltou ao Japão e entrou na tradição Soto Shu. Morou nos Estados Unidos por alguns anos, ajudando professores no Templo Sede no Zen Center of Los Angeles e nos grupos afiliados de Nova York. Ao voltar ao Japão tornou-se um dos oficiais do Templo Sojiji, em Yokohama. Tem alunos e grupos de Zazen nos Estados Unidos, Europa, Austrália e Japão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVnlJneEyI/AAAAAAAAAkQ/10XLGpoTISo/s1600/saikawa+roshi.bmp"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 152px; height: 183px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVnlJneEyI/AAAAAAAAAkQ/10XLGpoTISo/s320/saikawa+roshi.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531941605228811042" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-6698161362400864793?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/6698161362400864793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=6698161362400864793' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/6698161362400864793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/6698161362400864793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/dosho-saikawa.html' title='Dosho Saikawa'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/SIDudWMwPBI/AAAAAAAAAHU/ozkXJlzfI-o/s72-c/Saikawa+Roshi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-7848483443850308762</id><published>2008-07-18T10:06:00.000-07:00</published><updated>2010-10-25T04:27:10.227-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='monge'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meihô Genshô'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='buda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='genshô'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='soto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='budista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='petrúcio chalegre'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='budismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zendô'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='monge genshô'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zenji'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sotozen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zazen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen budista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/SIDQJnrxEkI/AAAAAAAAAHM/AhgxI20huJQ/s1600-h/MONGE+GENSH%C3%941.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/SIDQJnrxEkI/AAAAAAAAAHM/AhgxI20huJQ/s200/MONGE+GENSH%C3%941.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224404431439729218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Meihô Gensho&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MONGE GENSHÔ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monge Genshô iniciou no Dharma através de Tokuda Sensei, em 1973, teve sua investidura leiga em 1992 com o nome de Meihô, sendo ordenado monge na forma limitada de ordenação particular em 2001 pelo próprio Monge Tokuda, após a aposentadoria deste passou para a orientação de Moriyama Roshi, de quem foi professor assistente, até que este também voltou para o Japão em 2005, foi então ordenado oficialmente pelo Sookan da América Latina, Dosho Saikawa Roshi, monge da Soto Zen, dirige centros do Dharma em Florianópolis e Porto Alegre. Na vida leiga dirige uma empresa de consultoria em gestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVpGO770dI/AAAAAAAAAkY/1kWrER1Oa5I/s1600/gensh%C3%B4san.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 160px; height: 173px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVpGO770dI/AAAAAAAAAkY/1kWrER1Oa5I/s320/gensh%C3%B4san.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531943273104134610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-7848483443850308762?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/7848483443850308762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=7848483443850308762' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/7848483443850308762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/7848483443850308762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/meih-gensho-monge-gensh-monge-gensh.html' title=''/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/SIDQJnrxEkI/AAAAAAAAAHM/AhgxI20huJQ/s72-c/MONGE+GENSH%C3%941.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-209217874722870443</id><published>2008-07-18T09:57:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T09:58:42.291-07:00</updated><title type='text'>O DHARMA</title><content type='html'>&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;odemos considerar o Dharma como o conceito mais importante no escopo de ensinamentos de Buddha, através do qual toda a sabedoria implícita na prática buddhista será apreendida. Na tradição Buddhista devemos considerar dois contextos fundamentais para o termo sânscrito "Dharma": &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A. Em sua definição primordial, o Dharma seria a "Lei ou Ética", significando a própria doutrina de Buddha em suas cruciais argumentações e conclusões, por ele mesmo apresentada logo após sua experiência de Iluminação. A proposta de Buddha seria expor um conjunto de premissas que representariam uma verdade universal - que não deve ser confundida com uma verdade única e especial, exclusiva do buddhismo -- e humanista, ou seja, um ensinamento tão coerente e bem fundamentado que se manifesta na existência todo o tempo, plenamente, e pode ser acessado por todos os seres sem distinção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Em um segundo contexto, temos os "dharmas", ou o conjunto de fenômenos e ações que pavimentam o caminho do praticante, e que podem resultar na descoberta de verdades menores mas engrandecedoras. Neste contexto o próprio Dharma, ou Lei, se espraia em diversos aspectos da existência e torna-se plural na medida que, ao longo da vida, o praticante sempre irá se defrontar com as várias facetas da Verdade Universal manifestadas em pequenas e grandes descobertas íntimas e pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dharma de Buddha ensina que o fundamento de nossa insatisfação está na ignorância (desconhecimento ou "anuviamento" perceptivo) sobre a correta natureza das coisas e de nós mesmos; que será através da superação desta ignorância que lograremos superar os atos, sentimentos e pensamentos insalubres que nos levam ao exercício do ódio, ambição egoísta e ilusão; e que a prática do Caminho do Meio (o conjunto de ações contemplativas saudáveis passíveis de experimentação através da prática da Meditação de Plena Consciência à Respiração– "Anapanasati" – e outras práticas tradicionais do Buddhismo) é um meio seguro de nos conduzir à liberdade mental, e enfim ao estado de Buddha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso frisar que o Dharma, como uma lei básica buddhista, não se contrapõe ao Karma. Ambos os termos são expressões de conceitos distintos, ainda que complementares. Portanto, a crença de que estes seriam opostos entre si, e que deveríamos de alguma forma "fazer" mais dharma e menos karma é de todo incorreta, fruto de um moderno equívoco interpretativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Colegiado Buddhista Brasileiro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-209217874722870443?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/209217874722870443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=209217874722870443' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/209217874722870443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/209217874722870443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/o-dharma.html' title='O DHARMA'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-6970625348696720832</id><published>2008-07-18T09:47:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T09:51:03.365-07:00</updated><title type='text'>BUDDHA</title><content type='html'>Estórias sobre centenas de vidas passadas do Buddha são relatadas em antigos contos conhecidos como Jatakas. Ele era um bodhisattva, isto é, alguém que passou muitas eras praticando as perfeições que conduzem à iluminação. Depois de completá-las, ele desceu do paraíso de Tushita e renasceu como um príncipe no norte da Índia, por volta do século VI a.C. A vida desse príncipe também é narrada em muitos textos tradicionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele tempo, a Índia estava dividida em pequenos estados e sua sociedade era dividida em castas. Desde aquela época, já havia uma grande diversidade de práticas religiosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez, a rainha Maya do clã dos Shakyas sonhou com um elefante branco que trazia uma flor de lótus em sua tromba. Ela contou este sonho ao seu marido, o rei Shuddhodana, mas ele não soube interpretá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sábios brâmanes esclareceram que o sonho era o prenúncio do nascimento de um filho prodigioso: ele se tornaria um monarca universal ou um monge. O nascimento do menino, cercado de eventos auspiciosos, aconteceu no jardim de Lumbini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele seria chamado de Sarvarthasiddha Gautama — "aquele da família Gautama que realiza todas as suas metas" —, logo simplificado para Siddhartha Gautama — "aquele da família Gautama que realiza suas metas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um velho eremita brâmane chamado Asita descobriu vários sinais no corpo do bebê e previu que o príncipe se tornaria um ser iluminado. A rainha Maya faleceu uma semana depois de dar à luz e a criança passou a ser cuidada pela tia, Prajapati.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante sua infância, Siddhartha foi educado pelos melhores professores do seu tempo e atingiu excelência em todos os campos de conhecimento. Ele também desenvolveu grandes habilidades marciais e venceu um torneio de artes militares, obtendo o direito de se casar com sua bela prima Yashodhara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tentativa de entreter Siddhartha, o rei Shuddhodana deu a ele três grandes palácios, onde desfrutava das melhores comidas, bebidas, vestimentas e prazeres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Siddhartha saiu pela primeira vez dos palácios, ele se encontrou com um velho, um doente, um morto e um asceta. Angustiado com o que viu, o príncipe fugiu para a floresta a fim de se dedicar à prática espiritual e encontrar o fim do sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu único filho, Rahula, nasceu na noite em que ele decidiu partir. Apesar do coração repleto de afeição pela esposa e pelo filho, ele não hesitou em deixar seus palácios para buscar o caminho da prática espiritual. Como símbolo de sua renúncia, Siddhartha cortou seus longos cabelos com uma espada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Siddhartha passou a praticar austeridades na floresta, sendo acompanhado por outros cinco ascetas. Depois de seis anos, ele percebeu que este estilo de vida não traria o fim do sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subitamente, ele compreendeu que a entrega aos prazeres mundanos e ao ascetismo são dois extremos; o ideal é seguir um caminho intermediário, o caminho do meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma jovem pastora chamada Sujata decidiu fazer uma oferenda de leite e arroz aos seres divinos da floresta. Aquele era um gesto de agradecimento por ela ter conseguido um filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ver Siddhartha meditando na floresta, Sujata pensou que ele fosse uma divindade e lhe entregou a oferenda. Siddhartha se alimentou e logo recuperou a saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os outros ascetas pensaram que ele tinha abandonado sua busca pelo despertar e o deixaram para trás. Siddhartha foi então para Bodh Gaya, onde os seres iluminados do passado atingiram o despertar. Ele se sentou sob a figueira de bodhi e jurou que só se levantaria após atingir a iluminação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mara, o demônio do ego, tentou distrair Siddhartha de sua meditação. Suas três filhas — a cobiça, a raiva e a ignorância — tentaram seduzi-lo, mas não tiveram sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As hordas de demônios tentaram atacá-lo, mas suas flechas, pedras e bolas de fogo transformaram-se em pétalas e faíscas. Siddhartha tomou a terra como sua testemunha e continuou a meditar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira vigília da noite, ele contemplou a sucessão de todas as suas vidas passadas. Na segunda vigília, ele contemplou o karma — o modo como as ações e seus frutos condicionam todos os seres. Na terceira vigília, ele contemplou o sofrimento, sua causa, sua cessação e o caminho que leva à cessação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela manhã, Siddharta finalmente atingiu o bodhi — a iluminação, o despertar — e exclamou, "Maravilha das maravilhas, todos os seres são completos e perfeitos, dotados de virtude e sabedoria, mas os pensamentos ilusórios impedem que percebam isso!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de então, ele passou a ser conhecido como Buddha — o Iluminado, o Desperto — e como Shakyamuni — o Sábio dos Shakyas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante os 49 dias seguintes, o Buddha Shakyamuni permaneceu em meditação. Inicialmente, ele pensou que os seres seriam incapazes de compreender o Dharma, o caminho que leva à iluminação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, um ser divino ajoelhou-se aos seus pés e implorou que ele desse ensinamentos. Cheio de amor e compaixão pelos seres, o Buddha então decidiu transmitir o Dharma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buddha Shakyamuni procurou os ascetas que tinham sido seus companheiros e lhes concedeu os primeiros ensinamentos. Eles se tornaram os primeiros monges e assim surgiu a Sangha, ou comunidade buddhista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Buddha passou a viajar constantemente para expor o Dharma, atraindo muitos discípulos. Em três meses, sessenta discípulos já tinham atingido a santidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles foram enviados a várias direções como mensageiros do Dharma, "para o benefício de muitos, para a felicidade de muitos, por compaixão pelo mundo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Buddha Shakyamuni visitou o seu reino, dando ensinamentos a seus amigos e parentes, incluindo seu pai, seus tios e seus primos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos deles tornaram-se monges e entraram para a ordem monástica buddhista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu filho Rahula também foi ordenado como monge noviço e mais tarde atingiu a santidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu pai, Shuddhodana, atingiu a santidade em seu leito de morte. O próprio Buddha Shakyamuni cuidou de seus funerais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a morte do pai, sua tia Prajapati e sua esposa Yashodhara tornaram-se as primeiras monjas buddhistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu primo e atendente, o monge Ananda, foi muito importante para o estabelecimento da ordem monástica feminina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada ano, na estação das chuvas, o Buddha Shakyamuni reunia-se com seus discípulos para fazer um retiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Generosos benfeitores doaram monastérios para a comunidade buddhista se reunir e fazer seus retiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez, ao fazer um retiro solitário na floresta, o Buddha foi atendido por um elefante e um macaco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um temido assassino chamado Angulimala tinha matado 999 pessoas e carregava no pescoço uma guirlanda com dedos de suas vítimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Buddha Shakyamuni seria sua milésima vítima, mas depois de conhecê-lo, Angulimala tornou-se monge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com seu amor e compaixão, o Buddha viu que ele tinha capacidade de cultivar a amizade e a bondade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No futuro, até mesmo Angulimala atingirá a iluminação e se tornará um buddha solitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 80 anos de idade, o Buddha Shakyamuni proferiu seus últimos ensinamentos e atingiu a liberação final, ou parinirvana, em um bosque da cidade de Kushinagara. Uma semana depois, seu corpo foi cremado e suas relíquias foram divididas, sendo preservadas em muitos relicários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando desaparecerem todos os ensinamentos do Buddha Shakyamuni, o bodhisattva Maitreya descerá do paraíso de Tushita e renascerá em nosso mundo para se tornar o próximo Buddha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: site DharmaNet&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-6970625348696720832?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/6970625348696720832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=6970625348696720832' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/6970625348696720832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/6970625348696720832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/buddha.html' title='BUDDHA'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-4220433548844732112</id><published>2008-07-18T09:38:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T09:46:47.979-07:00</updated><title type='text'>A SANGHA</title><content type='html'>Sangha é a comunidade dos monges e por extensão a dos praticantes, tendo como grande razão o apoio da prática de cada mebro por meio do espírito coletivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sânscrito, uma antiga língua indiana, o termo Saṃgha significa comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pāli, a palavra equivalente é Sańgha; em chinês, Sēng; em coreano, Sŭng; em japonês, Sō; e em tibetano, Gendün. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um breve história&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cidade de Varanasi vivia Yashas, filho de um homem preeminente. Percebendo o sofrimento da vida humano, começou a acreditar no verdadeiro Dharma e, sabendo da reputação do Buddha, saiu de casa, foi para o Parque das Gazelas e em Buddha tomou refúgio. Com Yashas seguiram seus companheiros, uns cinqüenta filhos de outros homens importantes, que se tornaram discípulos de Shakyamuni. Os pais e a mulher de Yashas também o seguiram, pondo sua fé em Buddha. Tornaram-se chefes de família que cultivavam a prática, chamados upasakas (leigos) e upasikas (leigas) em sânscrito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a primeira estadia de três meses no Parque das Gazelas, Shakyamuni Buddha aceitou cinqüenta e seis fiéis discípulos, que depois enviou para todas as direções no intuito de propagar o Dharma. Ele foi sozinho à cidade de Rajagriha, no país de Magadha, próximo do rio Nairanjana e expôs seus poderes espirituais para converter os seguidores de caminhos externos que adoravam o fogo. Naquela época, havia três mestres liderando o bramanismo ortodoxo; eram os três irmãos Uruvila Kashyapa, Nadi Kashyapa e Gaya Kashyapa. Levando seus mil discípulos eles tomaram refúgio no Buddha Shakyamuni, tornando-se seus seguidores sinceros. A seguir, Buddha conquistou os eruditos Shariputra e Maudgalyayana, famosos na comunidade bramânica por sua inteligência e sabedoria. Estes dois também levaram consigo uma centena de discípulos que se tornaram seguidores do buddhismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, ainda em sua década dos trinta anos, o Buddha Shakyamuni reuniu os mil duzentos e cinqüenta homens que abandonaram os próprios lares para se tornarem seus primeiros discípulos. Viajavam por todos os lugares, ensinando e convertendo as pessoas. Escutaram o Buddha expondo o Dharma e eram seus companheiros constantes. As escrituras buddhistas, mais tarde agrupadas, costumam mencionar "mil duzentos e cinqüenta monges", referindo-se a este grupo de valiosos discípulos, experientes e profundamente capazes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde, houve outro homem de grande inteligência, talento e virtude extraordinária, Mahakashyapa, que também se tornou seguidor do Buddha Shakyamuni. [...] Shariputra e os três irmãos Kashyapa eram bem mais velhos que Shakyamuni e, ao iniciarem sua peregrinação para disseminar o Dharma, muita gente que não os conhecia, achava que o relativamente jovem Shakyamuni era um dos discípulos. No contexto das escolas religiosas contemporâneas da Índia, foi realmente estarrecedor o modo como o Buddha Shakyamuni reuniu mil discípulos assim que surgiu, indo das montanhas, e exerceu influência tão poderosa. [...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os monges, havia dez grandes discípulos, cada um deles aclamado por uma habilidade especial: Shariputra, conhecimento; Maudgalyayana, poderes espirituais; Mahakashyapa, ascetismo; Anirudha, visões sobrenaturais; Subhuti, entendimento do vazio; Purna, pregação do Dharma; Katyayana, discurso dos significados; Upali, preservação dos preceitos; Rahula (filho único do Buddha), prática esotéricas; e Ananda (primo do Buddha), escutar e lembrar. Este eram os dez grandes e extraordinários discípulos, que receberam o Dharma diretamente de Buddha e atingiram a excelência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: site DharmaNet&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-4220433548844732112?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/4220433548844732112/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=4220433548844732112' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/4220433548844732112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/4220433548844732112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/sangha.html' title='A SANGHA'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-7556679117058427680</id><published>2008-07-18T09:28:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T09:30:05.908-07:00</updated><title type='text'>OS DOZE PRINCÍPIOS BÁSICOS DO BUDISMO</title><content type='html'>&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt; - A auto-salvação é uma tarefa urgente para qualquer homem. Se um homem jaz ferido por uma flecha envenenada, ele não atrasará a sua extração para pedir detalhes a respeito de quem a atirou ou do comprimento e fabricação da flecha. Haverá tempo para um entendimento crescente do ensinamento. Por enquanto, comecemos encarando a vida como ela é, aprendendo sempre pela experiência direta e pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt; - O primeiro fato da existência é a lei da mudança ou impermanencia. Tudo o que existe, de uma mancha a uma montanha, de um pensamento a um império, passa pelo mesmo ciclo de existência; a saber: nascimento, crescimento, decadência e morte. só a vida é continua, ainda que buscando auto-expressão em novas formas. "A vida é uma ponte, não construas pois casas sobre ela". A vida é um processo de fluxo e aquele que se apega a qualquer forma, por mais esplendida que seja, irá sofrer por estar resistindo ao fluxo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt; - A lei da mudança aplica-se igualmente a "alma". Não existe nenhum principio nos indivíduos que seja imortal e imutável. somente "Aquilo que não tem nome", a Realidade Ultima, está alem da mudança e todas as formas de vida, o homem inclusive, são manifestações dessa Realidade. Ninguém é nunca o dono da vida que flui em si, assim como a lâmpada elétrica não é dona da corrente que a faz brilhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4&lt;/strong&gt; - O Universo é a expressão da lei. todos os efeitos tem causas e a alma ou o caráter do homem é a soma total de seus pensamentos e ações anteriores. O Karma, que significa ação e reação, governa toda a existência e o homem é o único criador de suas circunstancias. sua reação a elas, cria sua condição futura e seu destino final. Através do pensamento e da ação corretos, ele pode gradualmente purificar a sua natureza interior e assim, através da auto-realização, atingir em tempo a libertação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5&lt;/strong&gt; - A vida é una e indivisível, ainda que suas formas que sempre mudam sejam inumeráveis e perecíveis. Na realidade não há morte, embora todas as formas devam morrer. Do entendimento da unidade da vida brota a compaixão, um sentimento de identidade com a vida em outras formas, a compaixão é descrita como a "lei das Leis - eterna harmonia", e aquele que quebra essa harmonia sofrerá proporcionalmente a sua ação e retardará sua iluminação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6&lt;/strong&gt; - Sendo a vida Una, os interesses da parte serão os interesses do todo. em sua ignorância, o homem pensa poder batalhar com sucesso por seus próprios interesses e essa energia de egoísmo, voltada para a direção errada, produz o sofrimento. a parte de seu sofrimento, ele aprende a reduzir e finalmente a eliminar sua causa. Buda ensinou as quatro Nobres Verdade: a) A Onipresença do sofrimento; b) sua causa, o desejo voltando para a direção errada; c) sua cura, a remoção da causa; d) o Nobre Óctuplo Caminho de auto-desenvolvimento, que conduz ao fim do sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7&lt;/strong&gt; - O Caminho Óctuplo consiste em: Visão Correta ou compreensão preliminar, Objetivos ou Motivos Corretos, Palavras Corretas, Ações Corretas, Vida Correta, Esforço Correto, Concentração ou Desenvolvimento Mental Correto e, finalmente, "Samandhi" (Meditação) Correto, que conduz a Iluminação completa. Assim como o Budismo é um Caminho de vida e não meramente uma teoria da vida, o trilhamento desse Caminho é essencial para a auto-libertação "Cessar de fazer o mal, aprender a fazer o bem, purificar sua própria mente: esse é o ensinamento dos Budas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8&lt;/strong&gt; - A Realidade é indescritível e um deus com atributos não é a Realidade final. Mas o Buda, um ser humano, tornou-se o Totalmente Iluminado, e o propósito da vida é o atingido da Iluminação. Esse estado de Consciência, o Nirvana, a extinção das limitações do ego, é atingível na terra. Todos os homens e todas as outras formas de vida contem a potencialidade da Iluminação e o processo consiste, portanto, em tornar-se naquilo que você é: "Olha para dentro: tu és Buda".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9&lt;/strong&gt; - Entre a Iluminação potencial e a verdadeira fica o "Caminho do Meio, o Caminho Óctuplo" do desejo à paz, um processo de auto-desenvolvimento entre os "opostos", evitando os extremos. Buda palmilhou esse caminho até o fim e a única fé requerida no Budismo é a crença razoável de que houve um Guia que trilhou esse Caminho e que vale a pena que nós o trilhemos. O Caminho deve ser trilhado pelo homem inteiro e não apenas pelo que há de melhor nele. Coração e mente devem ser igualmente desenvolvidos. Buda foi o Todo Compassivo, ao mesmo tempo que foi o Iluminado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10&lt;/strong&gt; - O Budismo insiste grandemente na necessidade da concentração e da meditação interiores, que conduzem em tempo ao desenvolvimento das faculdades espirituais interiores. A vida interior é tão importante quanto o corre-corre cotidiano e períodos de quietude para a atividade interior são essenciais para uma vida equilibrada. O Budista deve estar atento e consciente de si em todas as horas, guardando-se do apego mental e emocional ao "espetáculo que passa". Esta vigilante e crescente atitude em relação às circunstancias, que ele sabe serem sua própria criação, ajuda-o a manter sua reação a elas sempre sob controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11&lt;/strong&gt; - Buda disse: "Trabalha para tua própria salvação, com diligência". O Budismo não conhece qualquer autoridade, salvo a intuição do indivíduo e essa autoridade é apenas para esse indivíduo sozinho. Cada homem sofre as conseqüências de seus próprios atos e com isso aprende, enquanto ajuda seu semelhante, a alcançar a mesma libertação. Não se reza ao Buda ou a qualquer deus para impedir que efeito se produza a partir de determinadas causas. Os monges Budistas são mestres e exemplos, e de nenhuma maneira intermediários entre a Realidade e o indivíduo. A máxima tolerância é praticada em relação à todas as religiões e filosofias, pois nenhum homem tem o direito de interferir na jornada de seu vizinho para a Meta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12&lt;/strong&gt; - O budismo não é nem pessimista nem "escapista", nem nega a existência de Deus e da alma, embora ele empreste um significado especial a esses termos. Ele é, pelo contrário, um sistema de pensamento, uma religião, uma ciência espiritual e um caminho de vida, que é razoável, pratico e abrange todas as coisas. Por mais de dois milênio satisfez ele as necessidades espirituais de cerca de um terço da humanidade. ele atrai o Ocidente porque não tem dogmas, satisfaz igualmente a razão e o coração, insiste na auto-confiança aliada à tolerância para com outros pontos de vista, abrange ciência, religião, filosofia, psicologia, ética e arte, e insiste no homem sozinho como único criador de sua vida presente e determinador de seu destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Comunidade Budista Soto Zenshu da América do Sul&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-7556679117058427680?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/7556679117058427680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=7556679117058427680' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/7556679117058427680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/7556679117058427680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/os-doze-princpios-bsicos-do-budismo.html' title='OS DOZE PRINCÍPIOS BÁSICOS DO BUDISMO'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-5162319626249062804</id><published>2008-07-18T09:15:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T09:18:52.448-07:00</updated><title type='text'>GLOSSÁRIO BUDISTA</title><content type='html'>&lt;strong&gt;A &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABHIDHARMA PITAKA (sânsc.; páli ABHIDHAMMA PITAKA) - compilação de ensinamentos sobre filosofia, psicologia e metafísica. Veja TRIPITAKA. &lt;br /&gt;ABHIDHARMA-KOSHA (sânsc.) - texto do monge indiano VASUBANDHU (século V) sobre a escola SARVASTIVADA. &lt;br /&gt;ABHISHEKA (sânsc.; tib. WANGKUR/ DBANG SKUR) - ordenação, iniciação. &lt;br /&gt;ACHARYA (sânsc.; jap. AJARI) - professor, mestre. &lt;br /&gt;ADI-BUDDHA - veja SAMANTABHADRA. &lt;br /&gt;AGAMA (sânsc.; páli NIKAYA) - coleção de escrituras buddhistas (SUTRA). &lt;br /&gt;AGREGADO - veja SKANDHA. &lt;br /&gt;AKSHOBHYA - um dos cinco DHYANI-BUDDHAS. &lt;br /&gt;ALAYA-VIJNANA (sânsc.)- consciência armazém; conceito da escola YOGACHARA para definir uma consciência cósmica que armazena todos os fenômenos. &lt;br /&gt;AMITABHA (sânsc.; chin. O-MI-TUO; jap. AMIDA; tib. ÖPAGMED/ 'OD DPAG MED) - um dos cinco DHYANI-BUDDDHAS, associado à TERRA PURA do oeste, Sukhavati. &lt;br /&gt;ANANDA - primo do Buddha SHAKYAMUNI e um de seus principais discípulos. &lt;br /&gt;ANAPANASATI (páli) - meditação sobre a respiração. &lt;br /&gt;ANATMAN (sânsc.; páli ANATTA) - não-eu, não-ego, não-essência; ausência de qualquer indivíduo ou essência independente ou permanente. Veja TRILAKSHANA. &lt;br /&gt;ANGUTTARA-NIKAYA (páli) - Coleção Numérica; uma das seções do SUTTA PITAKA. &lt;br /&gt;ANITYA (sânsc.; páli ANITTA; chin. WU-CH'ANG; jap. MUJÔ; tib. MI RTAG PA/ MITAGPA) - impermanência. Veja TRILAKSHANA. &lt;br /&gt;ANTARABHAVA (sânsc.) - veja BARDO. &lt;br /&gt;ANUTTARA-SAMYAK-SAMBODHI (sânsc.; jap. ANOKUTARA-SANMYAKU-SANBODAI) - iluminação insuperável, completa e perfeita. &lt;br /&gt;ARHAT (sânsc.; páli ARAHAT, chin. LO-HAN, jap. RAKAN; tib. DRACHOMPA/ DGRA BCOM PA) - ser perfeito, aquele que conseguiu superar o sofrimento do SAMSARA e alcançar o NIRVANA; o objetivo das escolas não-Mahayana. Pode ser ouvinte (SHRAVAKA) ou realizador solitário (PRATYEKA-BUDDHA). &lt;br /&gt;ARYADEVA - monge indiano (século III), discípulo de NAGARJUNA; um dos fundadores da filosofia MADHYAMIKA. &lt;br /&gt;ARYASATYA (sânsc.; páli ARYASATTA) - veja QUATRO VERDADES NOBRES. &lt;br /&gt;ASANGA - monge indiano (século IV), fundador da escola YOGACHARA, irmão de VASUBANDHU. &lt;br /&gt;ASHOKA - rei indiano (século III) da dinastia Maurya, grande propagador do buddhismo. &lt;br /&gt;ASHVAGHOSHA - poeta e filósofo MAHAYANA indiano (séculos I-II). &lt;br /&gt;ASURA (sânsc. e páli) - semi-deus, titã; um dos seis GATI. &lt;br /&gt;ATI-YOGA (sânsc.) - YOGA primordial, DZOGCHEN. &lt;br /&gt;AVALOKITESHVARA (sânsc.; chin. KUAN-YIN, KUAN-HSI-YIN; jap. KANNON, KANZEON, KANJIZAI; tib. CHENREZIG/ SPYAN RAS GZIGS) - no buddhismo MAHAYANA, o BODHISATTVA da grande compaixão. &lt;br /&gt;AVATAMSAKA SUTRA (sânsc.; jap. KEGON-KYÔ) - Discurso da Guirlanda de Flores; texto do buddhismo MAHAYANA de grande importância para as escolas HUA-YEN e KEGON. &lt;br /&gt;AVIDYA (sânsc.; páli AVIJJA; chin. WU-MING; jap. MUMYÔ) - ignorância, delusão. &lt;br /&gt;AYATANA (sânsc.) - entradra, isto é, os seis órgãos dos sentidos (olhos, ouvidos, nariz, língua, corpo, mente) e, às vezes,  refere-se também aos seus seis objetos (cores, sons, odores, sabores, sensações táteis e pensamentos), abarcando do o mundo epistemológico &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BANKEI EITAKU YOTAKI - monge ZEN japonês (1622-1693) da linhagem RINZAI. &lt;br /&gt;BASSUI ZENJI - monge ZEN japonês (1327-1387) da escola RINZAI. &lt;br /&gt;BHAISHAJYAGURU (sânsc.; chin. YAO-HSI-FU; jap. YAKUSHI NYORAI; tib. MENGYI LAMA/ SMAN GYI BLA MA) - no buddhismo MAHAYANA, o BUDDHA da medicina, o buddha curador. &lt;br /&gt;BHAVA-CHAKRA (sânsc.; tib. SIPE KHORLO/ SRID PA'I KHOR LO) a roda da vida; representação iconográfica dos seis reinos (GATI) do SAMSARA. &lt;br /&gt;BHAVANA (sânsc. e páli) - meditação. &lt;br /&gt;BHIKSHU (sânsc.; páli BHIKKHU) - monge. &lt;br /&gt;BHIKSHUNI (sânsc.; páli BHIKKHUNI) - monja. &lt;br /&gt;BHUMI (sânsc.) - no buddhismo MAHAYANA, cada um dos dez estágios do BODHISATTVA até alcançar a iluminação (BODHI). &lt;br /&gt;BINDU (sânsc.; páli THIGLE/ THIG LE) - no buddhismo VAJRAYANA, essência ou gota de energia sutil. &lt;br /&gt;BODHI (sânsc. e páli; chin. WU; jap. SATORI, KENSHÔ; tib. JANGCHUB/ BYANG CHUB) - iluminação, despertar. &lt;br /&gt;BODHICHITTA (sânsc.) - mente da iluminação; no buddhismo MAHAYANA, a mente altruísta que visa beneficiar a todos os seres; a mente do BODHISATTVA. &lt;br /&gt;BODHIDHARMA (sânsc.; chin. P'U-T'I-TA-MO; jap. BODAI DARUMA) - um dos ancestrais do ZEN (séculos V-VI) que introduziu esta escola na China. &lt;br /&gt;BODHISATTVA (sânsc.; páli BODHISATTA; chin. P'U-SA; tib. BOSATSU, BODAISATTA; tib. JANGCHUBSEMPA/ BYANG CHUB SEMS DPA') - ser da iluminação; no buddhismo MAHAYANA, ser de grande compaixão que procura ajudar a todos os seres, praticando as seis perfeições (PARAMITA) e realizando a mente da iluminação (BODHICHITTA). &lt;br /&gt;BOSATSU (jap.) - veja BODHISATTVA. &lt;br /&gt;BRAHMA-VIHARA (sânsc. e páli) - meditações ilimitadas; amor (MAITRI), compaixão (KARUNA), alegria (MUDITA) e equanimidade (UPEKSHA). &lt;br /&gt;BUDDHA (sânsc.; chin. FO; jap. HOTOKE, BUTSU; tib. SANGYE/ SANGS RGYAS) - desperto, iluminado; aquele que alcançou a iluminação (BODHI), um dos três preciosos (TRIRATNA). &lt;br /&gt;BUDDHAGHOSHA - monge da escola THERAVADA (século IV) que estudou no Sri Lanka; autor do VISUDDHI-MAGGA. &lt;br /&gt;BUDDHAT[V]A (sânsc.; jap. BUSSHÔ; tib. SANGYENYID/ SANGS RGYAS NYID) - natureza búddhica. &lt;br /&gt;BUTSU (jap.) - veja BUDDHA. &lt;br /&gt;BUTSUDAN (jap.) - no buddhismo japonês, pequeno altar familiar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHAKRA (sânsc.) - roda; centro de energia sutil. &lt;br /&gt;CH'AN (chin.) - veja ZEN. &lt;br /&gt;CHA-NO-YU (jap.) - cerimônia do chá. &lt;br /&gt;CH'ENG-SHIH (chin.; jap. JÔJITSU) - escola chinesa, baseada nos ensinamentos da filosofia indiana SAUTRANTIKA; seu texto principal é o SATYASIDDHI, escrito por HARIVARMAN (século IV). &lt;br /&gt;CHIEN-CHEN (chin.; jap. GANJIN) - monge chinês (688-763), fundador da escola LÜ-TSUNG (jap. RITSU). &lt;br /&gt;CHIH-I (chin.; jap. CHISHA) - monge chinês (538-597), fundador da escola T'IEN-T'AI (jap. TENDAI). &lt;br /&gt;CHIH-KUAN (chin.) - veja SHAMATHA-VIPASHYANA. &lt;br /&gt;CHIH-TUN - monge chinês (314-366), fundador da escola Prajna. &lt;br /&gt;CHI-KUAN (chin.) - veja KÔAN. &lt;br /&gt;CHING-T'U[-TSUNG] (chin.; jap. JÔDO-[SHÛ]) - escola fundada pelo monge chinês HUI-YÜAN em 402, centralizada na veneração do Buddha AMITABHA. &lt;br /&gt;CHITTAMATRA (sânsc.) - apenas mente; principal ensinamento da filosofia YOGACHARA. &lt;br /&gt;CHI-TSANG - monge chinês (549-623) da escola SAN-LUN (SANRON), autor de diversos comentários sobre a filosofia MADHYAMIKA. &lt;br /&gt;CHU-HUNG - monge chinês (1535-1615) que desenvolveu um movimento leigo, combinando as escolas ZEN e JÔDO. &lt;br /&gt;CHU-SHE (chin.; jap. KOSHA) - escola chinesa baseada nos ensinamentos do ABHIDHARMA-KOSHA; fazia parte da escola FA-HSIANG (jap. HOSSÔ). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAIGIDAN (jap.) - grande dúvida; um dos TRÊS PILARES DO ZEN. &lt;br /&gt;DAINICHI-KYÔ (jap.) - veja MAHAVAIROCHANA-SUTRA. &lt;br /&gt;DAIOSHÔ (jap.) - grande monge; termo honorífico de mestres ZEN. &lt;br /&gt;DAISHI (jap.) - grande mestre; título honorífico do buddhismo japonês. &lt;br /&gt;DAISHIKAN (jap.) - grande raiz de fé; um dos TRÊS PILARES DO ZEN. &lt;br /&gt;DAITOKU-JI (jap.) - Monastério da Grande Virtude; um dos maiores monastérios ZEN de Kyôtô, no Japão. &lt;br /&gt;DAKINI (tib. KA[N]DRO[MA]/ MKA' GRO [MA]) - No buddhismo VAJRAYANA, ser de sabedoria feminino, irado, que transmite ensinamentos tântricos. &lt;br /&gt;DALAI LAMA (tib. TA LA'I BLA MA) - Oceano de Sabedoria; título honorífico concedido pelo príncipe mongol Althan Kham ao líder da escola tibetana GELUG, em 1578. &lt;br /&gt;DANA (sânsc. e páli) - generosidade; um dos seis PARAMITAS. &lt;br /&gt;DANGYÔ (jap.) - veja LIU-TSU TA-SHIH FA-PAO-T'AN-CHING. &lt;br /&gt;DARUMA (jap.) - veja BODHIDHARMA. &lt;br /&gt;DENKÔROKU (jap.) - Transmissão da Luz; coletânea de episódios sobre as transmissões da escola SÔTÔ ZEN. &lt;br /&gt;DEVA (sânsc. e páli) - deus, divindade; um dos seus GATI. &lt;br /&gt;DHAMMAPADA (páli) - parte do KHUDDAKA-NIKAYA com com 426 versos sobre o ensinamento buddhista. &lt;br /&gt;DHARANI (sânsc.) - no buddhismo MAHAYANA e VAJRAYANA, pequenas escrituras com sílabas de significado simbólico, geralmente mais longos que os MANTRAS. &lt;br /&gt;DHARMA (sânsc.; páli DHAMMA; chin. FA; jap. HÔ; tib. CHÖ/ CHOS) - o ensinamento de BUDDHA, uma das Três Jóias (TRIRATNA); com letra minúscula, dharma geralmente se refere a um fenômeno ou manifestação da realidade. &lt;br /&gt;DHARMACHAKRA (sânsc.; páli DHAMMACHAKKA) - roda do Dharma; o símbolo do buddhismo. &lt;br /&gt;DHARMAGUPTAKA (sânsc.; páli DHAMMAGUTTIKA; chin. LÜ-TSUNG; jap. RITSU[-SHÛ]) - protetor do ensinamento; escola fundada pelo monge indiano Dharmaguptaka, pertencente ao grupo STHAVIRAVADA. &lt;br /&gt;DHARMAKAYA (sânsc.; tib. CHÖKU/ CHOS SKU) - corpo do Dharma; um dos três corpos (TRIKAYA). &lt;br /&gt;DHARMAKIRTI - monge indiano (século VII) da filosofia YOGACHARA. &lt;br /&gt;DHARMAPALA - guardião dos ensinamentos, protetor do DHARMA. &lt;br /&gt;DHATU (sânsc.) - campo, esfera, reino (do desejo, da forma e da não-forma). &lt;br /&gt;DHYANA (sânsc.; páli JHANA; chin. CH'AN; jap. ZEN; tib. SAMTEN/ BSAM GTAN) - concentração, absorção meditativa. &lt;br /&gt;DHYANI-BUDDHA (sânsc.) - BUDDHA meditacional; no buddhismo MAHAYANA, os cinco buddhas transcendentes que representam os aspectos da mente iluminada; VAIROCHANA, AMITABHA, AMOGHASIDDHI, AKSHOBHYA e RATNASAMBHAVA. &lt;br /&gt;DIGHA-NIKAYA (páli) - Coleção Longa; uma das seções do SUTTA PITAKA. &lt;br /&gt;DIGNAGA - monge indiano (480-540) da escola YOGACHARA. &lt;br /&gt;DIPAMKARA - BUDDHA lendário de um passado distante. &lt;br /&gt;DÔGEN ZENJI - monge ZEN japonês (1200-1253), fundador da escola SÔTÔ. &lt;br /&gt;DOKUSAN (jap.) - entrevista formal de estudante ZEN com seu mestre. &lt;br /&gt;DOSHÔ - monge japonês (629-700), fundador da escola HOSSÔ. &lt;br /&gt;DUHKHA (sânsc.; páli DUKKHA; chin. K'U; jap. KU; tib. SDUG BSNGAL/ DUNGEL) - sofrimento, dor; uma das QUATRO VERDADES NOBRES. Veja também: TRILAKSHANA. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EIHEI-JI - Monastério da Paz Eterna; um dos principais monastérios da escola SÔTÔ ZEN no Japão. &lt;br /&gt;EISAI ZENJI - monge japonês (1141-1215) da linhagem RINZAI ÔRYÔ, que introduziu o ZEN no Japão. &lt;br /&gt;EKA (jap.) - veja HUI-K'O. &lt;br /&gt;ENGAKU-JI - Monastério da Iluminação Completa; monastério ZEN fundado em 1282 na cidade de Kamakura, no Japão. &lt;br /&gt;ENNIN - monge japonês (793-864) da escola TENDAI, discípulo de SAICHÔ. &lt;br /&gt;EN'Ô (jap.) - veja HUI-NENG. &lt;br /&gt;ENSÔ (jap.) - círculo; no budismo ZEN, símbolo do vazio, do absoluto, da iluminação. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FA-HSIANG (chin.; jap. HOSSÔ) - escola chinesa fundada por HSÜAN-TSANG (600-664) e K'UEI-CHI (638-682), com base na filosofia indiana YOGACHARA. &lt;br /&gt;FA-HSIEN - monge peregrino chinês (337-422) que viveu muitos por anos na Índia. &lt;br /&gt;FA-LANG - monge chinês (507-581) da escola SAN-LUN. &lt;br /&gt;FUGEN (jap.) - veja SAMANTABHADRA. &lt;br /&gt;FUKAN-ZAZENGI (jap.) - Princípios Gerais para a Prática da Meditação; texto de DÔGEN ZENJI. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;G&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GAMPOPA (tib. SGAM PO PA) - monge tibetano (1079-1153), fundador da escola KAGYÜ. &lt;br /&gt;GANTHA (sânsc.; jap. KONGÔ-REI; tib. DRILBU) - no budismo VAJRAYANA, instrumento que representa a sabedoria (PRAJNA). &lt;br /&gt;GANJIN (jap.) - veja CHIEN-CHEN. &lt;br /&gt;GATI (sânsc.) - modo de existência em um reino do samsara; divino (DEVA), semi-divino (ASURA), humano (MANUSHYA), animal (TIRYAK), fantasmagórico (PRETA) ou infernal (NARAKA). &lt;br /&gt;GELUG[-PA] (tib. DGE LUGS [PA]) - escola VAJRAYANA fundada pelo monge tibetano TSONGKHAPA (1357-1419), centralizada nos ensinamentos do LAMRIM. &lt;br /&gt;GENJÔKÔAN (jap.)- O KÔAN da Vida Diária; texto de DÔGEN ZENJI. &lt;br /&gt;GOKE-SHICHISHÛ (jap.) - cinco casas e sete escolas; as linhagens do budismo ZEN chinês surgidas durante a dinastia T'ang (618-907). &lt;br /&gt;GRANDE VEÍCULO - veja MAHAYANA. &lt;br /&gt;GRIDHRAKUTA (sânsc.) - Pico dos Abutres; monatanha indiana onde SHAKYAMUNI teria transmitido os ensinamentos MAHAYANA. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;H&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HAIKU (jap.) - poesia japonesa de dezesseis sílabas. &lt;br /&gt;HAKUIN ZENJI - monge ZEN japonês (1689-1769) da escola RINZAI, autor do famoso KÔAN "qual o som de uma só mão batendo palmas?" &lt;br /&gt;HANKA-FUZA (jap.) - postura de meio-lótus, na qual uma perna fica sobre a outra. &lt;br /&gt;HANNYA (jap.) - veja PRAJNA. &lt;br /&gt;HANNYA SHINGYÔ (jap.) - veja MAHA-PRAJNAPARAMITA HRIDAYA SUTRA. &lt;br /&gt;HARIVARMAN - monge indiano (século IV) cujos trabalhos originaram a escola SATYASIDDHI (chin. CH'ENG-SHIH, jap. JÔJITSU). &lt;br /&gt;HASSU (jap.) - sucessor do dharma, ancestral, patriarca. &lt;br /&gt;HAYAGRIVA (sânsc.; jap. BATÔ MYÔ-Ô; tib. TADRIN/ RTA MGRIN) - manifestação irada de AVALOKITESHVARA, com cabeça de cavalo. &lt;br /&gt;HINAYANA (sânsc.) - Pequeno Veículo; no MAHAYANA, termo pejorativo originalemte usado para denegrir a escola SARVASTIVADA e suas dissidências, SAUTRANTIKA e VAIBHASHIKA; no VAJRAYANA, a primeira etapa do caminho espiritual, o fundamento para as práticas do MAHAYANA. &lt;br /&gt;HÔGEN[-SHÛ] (jap.; chin. FA-YEN[-TSUNG]) - escola ZEN chinesa da tradição GOKE-SHICHISHÛ. &lt;br /&gt;HÔNEN - monge japonês (1133-1212), fundador da escola da TERRA PURA (jap. JÔDO-SHÛ). &lt;br /&gt;HOSSÔ (chin. FA-HSIANG) - escola japonesa fundada pelo monge DÔSHÔ (629-700), com base nos ensinamentos da escola chinesa FA-HSIANG. &lt;br /&gt;HOTEI (jap.) - veja PU-TAI. &lt;br /&gt;HOTOKE (jap.) - veja BUDDHA. &lt;br /&gt;HSÜAN-TSANG - monge peregrino chinês (600-664), fundador da escola FA-HSIANG, traduziu muitos textos do sânscrito para o chinês. &lt;br /&gt;HUA-YEN (jap. KEGON) - Escola da Guirlanda de Flores; escola chinesa fundada pelo monge FA-TSANG (643-712) com base nos ensinamentos do AVATAMSAKA SUTRA. &lt;br /&gt;HUI-K'O (jap. EKA) - monge ZEN chinês (487-593), discípulo e sucessor de BODHIDHARMA. &lt;br /&gt;HUI-NENG (jap. EN'Ô) - monge ZEN chinês (638-713), sexto patricarca do ZEN na China. &lt;br /&gt;HUI-YÜAN - monge chinês (336-416), fundador da escola da TERRA PURA (chin. CHING-T'U-TSUNG). &lt;br /&gt;HUNG-JEN (jap. GUNIN, KÔNIN) - monge chinês (601-674), quinto patriarca do ZEN na China. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I-CHING - monge e peregrino chinês (635-713), um dos principais tradutores de textos do sânscrito para o chinês. &lt;br /&gt;ILUMINAÇÃO - veja BODHI. &lt;br /&gt;INGA (jap.) - causa e efeito, KARMA. &lt;br /&gt;INKA-SHÔMEI (jap.) confirmação da transmissão ZEN de um mestre a um discípulo. &lt;br /&gt;INNEN (jap.) - causa e efeito, KARMA. &lt;br /&gt;ISHTA-DEVATA (sânsc.; tib. YI DAM) - no budismo VAJRAYANA, divindade meditacional. &lt;br /&gt;ISHIN-DENSHIN (jap.) - no budismo ZEN, transmissão de coração-mente para coração mente. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;J&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JAMPEL (tib. 'JAM DPAL) - veja MANJUSHRI. &lt;br /&gt;JATAKA - seção do KHUDDHAKA-NIKAYA com as lendas sobre as vidas passadas do Buddha SHAKYAMUNI. &lt;br /&gt;JIRIKI (jap.) - poder próprio (para alcançar a iluminação); o oposto de TARIKI. &lt;br /&gt;JIZÔ (jap.) - veja KSHITIGARBHA. &lt;br /&gt;JÔDO-SHINSHÛ (jap.) - Verdadeira Escola da TERRA PURA, fundada pelo monge japonês SHINRAN (1173-1262), com base nos ensinamentos da escola JÔDO-SHÛ. &lt;br /&gt;JÔDO[-SHÛ] (jap.) - Escola da TERRA PURA, fundada pelo monge japonês HÔNEN (1133-1212) com base na escola CHING-T'U-TSUNG chinesa. &lt;br /&gt;JÔJITSU (jap.) - Escola da Perfeição da Verdade, fundada no Japão pelo monge coreano EKWAN em 625, com base na escola CH'ENG-SHIH chinesa. A escola não exite independentemente, mas sim como uma parte da escola japonesa SANRON (chin. SAN-LUN). &lt;br /&gt;JÛGYÛ[-NO]-ZU (jap.) - Dez Figuras de Boiadeiro; representação gráfica dos diversos níveis de realização ZEN. &lt;br /&gt;JÛJÛ[-KIN]-KAI (jap.) - Dez Preceitos Principais da escola ZEN (não matar, não roubar, não cometer adultério, não mentir, não difamar, não ser orgulhoso ao elogiar, não cobiçar, não ter raiva, não difamar as Três Jóias). &lt;br /&gt;JÛKAI (jap.) - receber os preceitos budistas. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;K&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KALACHAKRA (tib. DÜKYI KHORLO/ DUS KYI 'KHOR LO) - Roda do Tempo; o TANTRA mais complexo e popular do budismo VAJRAYANA tibetano. &lt;br /&gt;KALPA (sânsc.; páli KAPPA) - período de tempo correspondente a 4.320.000 anos. &lt;br /&gt;KANCHÔ (jap.) - abade geral de um monastério ZEN. &lt;br /&gt;KANDROMA (tib. MKA' 'GRO MA) - veja DAKINI. &lt;br /&gt;KANNON (jap.) - veja AVALOKITESHVARA. &lt;br /&gt;KANZEON (jap.) - veja AVALOKITESHVARA. &lt;br /&gt;KARMA (sânsc.; páli KAMMA; jap. INGA, INNEN; tib. LE/ LAS) - ação; causa e efeito. &lt;br /&gt;KARUNA (sânsc. e páli) - compaixão; um dos quatro BRAHMA-HIHARAS. &lt;br /&gt;KASAYA (sânsc.) - veja KESA. &lt;br /&gt;KEGON-KYÔ (jap.) - veja AVATAMSAKA SUTRA. &lt;br /&gt;KEGON-SHÛ (jap.) - Escola da Guirlanda de Flores; escola fundada no Japão pelo monge chinês Shen-hsiang (jap. Shinshô), com base nos ensinamentos da escola chinesa HUA-YEN. &lt;br /&gt;KEIZAN JÔKIN - monge ZEN japonês (1268-1325) da linhagem SÔTÔ. &lt;br /&gt;KEKKA-FUZA (jap.; sânsc. PADMASANA) - posição de lótus completa, com cada pé sobre a coxa oposta. &lt;br /&gt;KENSHÔ (jap.) - veja BODHI. &lt;br /&gt;KESA (jap.; sânsc. KASAYA) - manto; parte do hábito utilizado pelos monges ZEN. &lt;br /&gt;KHUDDAKA-NIKAYA (páli) - Coleção Curta; uma das seções do SUTTA-PITAKA. &lt;br /&gt;KIN'HIN (jap.) - andar ZEN, praticado entre os períodos de ZAZEN. &lt;br /&gt;KÔAN (jap.; chin. KUNG-AN) - frase ou episódio ZEN que utiliza o paradoxo para transcender a lógica ou os preceitos; utilizado especialmente pela escola RINZAI. &lt;br /&gt;KÔBO-DAISHI - veja KÛKAI. &lt;br /&gt;KOKORO (sino-jap. SHIN) - coração-mente. &lt;br /&gt;KOSHA[-SHÛ] - escola japonesa surgida entre os séculos VII e VIII, baseada na escola chinesa CUSHE. &lt;br /&gt;KSHANTI (sânsc.; páli KHANTI) - paciência; um dos seis PARAMITAS. &lt;br /&gt;KSHITIGARBHA (chin. T'I-T'SANG; jap. JIZÔ) - no budismo MAHAYANA, o BODHISATTVA que protege dos tormentos, principalemte as crianças. &lt;br /&gt;KÛ (jap.) - veja SHUNYA. &lt;br /&gt;KUAN-HSI-YIN (chin.) - veja AVALOKITESHVARA. &lt;br /&gt;KUAN-YIN (chin.) - veja AVALOKITESHVARA. &lt;br /&gt;K'UEI-CHI - monge chinês (632-835), discípulo de HSÜAN-TSANG e co-fundador da escola FA-HSIANG. &lt;br /&gt;KÛKAI - monge japonês (774-835), também conhecido como KÔBO-DAISHI, que fundou a escola SHINGON com base nos ensinamentos da escola chinesa MI-TSUNG. &lt;br /&gt;KUMARAJIVA - um dos principais tradutores de textos budistas do sânscrito para o chinês (344-413). &lt;br /&gt;KUNG-AN (chin.) - veja KÔAN. &lt;br /&gt;KYÔ (jap.) - veja SUTRA. &lt;br /&gt;KYOSAKU (jap.) - no budismo ZEN, bastão utilizado para "despertar" os praticantes de ZAZEN com uma batida no ombro. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;L&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LALITAVISTARA (sânsc.) - biografia tradicional sobre o Buddha SHAKYAMUNI. &lt;br /&gt;LANKAVATARA SUTRA (sânsc.) - Discurso sobre a Descida ao [Sri] Lanka; texto do budismo MAHAYANA que enfatiza o despertar da não dualidade através da realização da natureza búdica. &lt;br /&gt;LIN-CHI-TSUNG (chin.) - veja RINZAI-SHÛ. &lt;br /&gt;LIU-TSU TA-SHIH FA-PAO-T'AN-CHING (chin.; jap. ROKUSO DAISHI HÔBÔDAN-GYÔ, DAN-GYÔ) - Discurso do Sexto Ancestral da Alta Plataforma do Tesouro do Dharma, ou simplesmente o Sutra da Plataforma; biografia do monge chinês HUI-NENG, sexto ancestral do ZEN na China. &lt;br /&gt;LO-HAN (chin.) - veja ARHAT. &lt;br /&gt;LOKAPALA (sânsc.) - protetor do mundo; imagens muito comuns na entrada dos grandes monastérios, como guardiões do templo. &lt;br /&gt;LÜ-TSUNG (chin.; RITSU[-SHÛ]) - Escola da Disciplina; escola fundada pelo monge chinês TAO-HSÜAN (596-667) com base nos ensinamentos da escola indiana DHARMAGUPTAKA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MADHYAMAKA (sânsc.) - filosofia MAHAYANA do Caminho do Meio, fundada pelos monges NAGARJUNA (século II) e ARYADEVA (século III). &lt;br /&gt;MADHYAMIKA (sânsc.) - Caminho do Meio; ensinamento da escola MADHYAMAKA. &lt;br /&gt;MAHAKASHYAPA (sânsc.; páli MAHAKASSAPA; jap. DAIKASHÔ, MAKAKASHÔ) - um dos grandes discípulos do Buddha SHAKYAMUNI, considerado o primeiro ancestro do ZEN. &lt;br /&gt;MAHAMUDRA (sânsc.; tib. CHAGYA CHENPO/ PHYAG RGYA CHEN PO) - Grande Sinal; principal ensinamento da escola tibetana KAGYÜ. &lt;br /&gt;MAHAPARINIBBANA-SUTTA (páli) - texto do DIGHA-NIKAYA que relata os últimos anos da vida do Buddha SHAKYAMUNI. &lt;br /&gt;MAHAPARINIRVANA-SUTRA (sânsc.) - coleção de textos do budismo MAHAYANA sobre a natureza búdica. &lt;br /&gt;MAHAPRAJNAPARAMITA-HRIDAYA SUTRA (sânsc; jap. MAKA HANNYA HARAMITTA SHINGYÔ; tib. CHONDENDEMA SHERABKYI PARAROLTUCHINPE NYINGPO/ BDOM LDAN 'DAS MA SHES RAB KYI PHA ROL TU PHYING PA'I SNYING PO) - um dos principais e mais breves textos do PRAJNA-PARAMITA SUTRA, de grande importância para o budismo MAHAYANA. &lt;br /&gt;MAHASANGHIKA (sânsc.) - Grande Comunidade; escola que se separou do grupo STHAVIRAVADA após o concílio de Pataliputra, precursora do budismo MAHAYANA. &lt;br /&gt;MAHASIDDHA (sânsc.) - Grande Adepto; mestre dos ensinamentos VAJRAYANA, dotado com poderes sobrenaturais ou (SIDDHIS). &lt;br /&gt;MAHASTAMAPRAPTA (sânsc.; chin.. SHIH-TZA; jap. SEISHI) - No budismo MAHAYANA, o bodhisattva que traz os seres ao conhecimento. &lt;br /&gt;MAHAVAIROCHANA-SUTRA (sânsc; jap. DAINICHI-KYÔ) - Discurso do Grande Radiante; texto VAJRAYANA de grande importância para as escolas MI-TSUNG e SHINGON. &lt;br /&gt;MAHAVASTU (sânsc.) - Grande Evento; texto da escola MAHASANGHIKA sobre a vida do Buddha SHAKYAMUNI, marcando uma transição para o budismo MAHAYANA. &lt;br /&gt;MAHAYANA (sânsc.) - Grande Veículo; movimento surgido por volta dos séculos I-II que procura valorizar a libertação de todos os sers através da compaixão dos BODHISATTVAS. &lt;br /&gt;MAHAYANA-SHRADDHOTPADA-SHASTRA (sânsc.) - Tratado sobre o Despertar da Fé no Mahayana; texto do budismo MAHAYANA dos séculos V-VI, atribuído a ASHVAGHOSHA (séculos I-II). &lt;br /&gt;MAHINDA - monge missionário indiano (século III a.C.) enviado pelo rei ASHOKA ao Sri Lanka. &lt;br /&gt;MAHISHASIKA - escola que se separou do grupo VIBHAJYAVADA (século II a.C.) e que originou a escola Dharmaguptaka. &lt;br /&gt;MAITREYA (sânsc; chin. MI-LÜO; jap. MIROKU; tib. JAMPA/ BYAMS PA) - buddha do futuro, que deverá aparecer no mundo para restaurar o Dharma. &lt;br /&gt;MAITREYANATHA - monge de historicidade contestada, que teria vivida na Índia entre os séculos IV-V e qe seria um dos fundadores da filosofia YOGACHARA. &lt;br /&gt;MAITRI (sânsc.; páli METTA) - bondade; uma das quatro BRAHMA-VIHARA. &lt;br /&gt;MAJJIMA-NIKAYA - Coleção Média; uma das seções do SUTTA-PITAKA. &lt;br /&gt;MAKA HANNYA HARAMITTA SHINGYÔ (jap.) - veja MAHAPRAJNAPARAMITA-HRIDAYA SUTRA. &lt;br /&gt;MAKYÔ (jap.) - fenômenos ou distruções que podem ocorrer duarante a prática de ZAZEN. &lt;br /&gt;MALA (sânsc.; jap. NENJU; tib. TRENGWA/ PHRENG BA) - rosário de 108 contadios para recitação de MANTRAS, DHARANIS, NENBUTSU etc. &lt;br /&gt;MANDALA (sânsc.; jap. MANDARA; tib. KYILKHOR/ DKYIL 'KHOR) - diagrama circular do budismo VAJRAYANA, representado a consciência iluminada como uma dimensão pura. &lt;br /&gt;MANJUSHRI (sânsc; chin. WEN-SHU; jap. MONJU; tib. JAMPEL/ 'JAM DPAL) - no budismo MAHAYANA, o BODHISATVA da sabedoria (sânsc. PRAJNA). &lt;br /&gt;MANTRA (sânsc.; jap. SHINGON; tib. NGAG/ SNGAGS) - no budismo VAJRAYANA, série de sílabas que representam a fala iluminada. &lt;br /&gt;MANTRAYANA (sânsc.) - Caminho do Mantra, VAJRAYANA. &lt;br /&gt;MANUSHYA (sânsc.) - humano; um dos seus GATI. &lt;br /&gt;MARA (sânsc. e páli) - demônio da ignorância, do apego. &lt;br /&gt;MARGHA (sânsc.; páli MAGGA) - caminho (para a cessação do sofrimento); uma da QUATRO VERDADES NOBRES. &lt;br /&gt;MAUDGALYAYANA (sânsc.; páli MOGGALANA) - um dos grandes discípulos do Buddha SHAKYAMUNI. &lt;br /&gt;MAYA (sânsc.) - ilusão, aparência, decepção, delusão. &lt;br /&gt;MIKKYÔ (jap.) - Ensinamento Secreto, VAJRAYANA. &lt;br /&gt;MILINDAPANHA (páli) - Questões de Milinda; texto da escola THERAVADA com o diálogo ente o rei Milinda (ou Menandro, século I a.C.) e o monge Nagasena. &lt;br /&gt;MI-LO-FO (chin.) - Buddha da Felicidade; representação do monge ZEN chinês Pu-tai (século X), considerado uma encarnação do bodhisattva MAITREYA. &lt;br /&gt;MIROKU (jap.) - veja MAITREYA. &lt;br /&gt;MI-TSUNG (chin.) - Escola dos Segredos; escola VAJRAYANA chinesa, fundada no século VII pelos indianos Shuvhakarasimha (chin. Shan-wu-wei, 637-735), Vajrabodhi (chin. Chin-kung-chih, 663-723) e Amoghavajra (chin. Pu-k'ung, 705-774); deu origem à escola japonesa SHINGON. &lt;br /&gt;MOKUGYÔ (jap.) - peixe de madeira; no budismo japonês, tambor utilizado para recirar marcar a recitação dos SUTRAS. &lt;br /&gt;MONDÔ (jap.) - pergunta e resposta; diálogo entre um mestre ZEN e um discípulo. &lt;br /&gt;MONJU (jap.) - veja MANJUSHRI. &lt;br /&gt;MUDITA (sânsc. e páli) - alegria; uma da quatro BRAHMA-VIHARAS. &lt;br /&gt;MUDRA (sânsc.; chin. YIN; jap. INZÔ; tib. CHAGYA/ PHYAG RGYA) - sinal; gesto simbólico. &lt;br /&gt;MUMONKAN (jap.) - veja WUI-MEN-KUAN. &lt;br /&gt;MYOHÔ-RENGE-KYÔ (jap.) - veja SADDHARMA-PUNDARIKA SUTRA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;N&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NADI (sânsc.; tib. TSA/ RTSA) - canais de energia pelos quais circula o PRANA. &lt;br /&gt;NAGA (sânsc.; chin. LONG; jap. RYÛ; tib. LU/ KLU) - dragão aquáticp com corpo de serpendte e cabeça humana. &lt;br /&gt;NAGARJUNA (sânsc.; tib. LUDRUB/ KLU SGRUB; jap. RYÛJUN) - monge indiano (séculos II-III), fundador da filosofia MADHYAMAKA. &lt;br /&gt;NALANDA - universidade monástica indiana, fundada por volta do século II e destruída pelos muçulmanos entre os séculos XII-XIII. &lt;br /&gt;NARAKA (sânsc.; páli NIRAYA) - inferno; um dos seis GATI &lt;br /&gt;NEHAN (jap.) - veja NIRVANA. &lt;br /&gt;NENBUTSU (jap.) - recitação do nome do Buddha AMITABHA (Amida); prática das escola JÔDO-SHÛ e JÔDO-SHINSHÛ. &lt;br /&gt;NICHIREN - monge japonês (1222-1282), fundador da escola NICHIREN-SHÛ. &lt;br /&gt;NICHIREN[-SHÛ] - Escola do Lótus do Sol; escola japonesa fundada pelo monge NICHREN, baseada no Sutra do Lótus (SADDHARMA-PUNDARIKA SUTRA). &lt;br /&gt;NIKAYA (páli) - coleção dos discursos de Buddha (SUTTA): DIGHA-NIKAYA, MAJJHIMA-NIKAYA, SAMYUTTA-NIKAYA, ANGUTTARA-NIKAYA, KHUDDAKA-NIKAYA. &lt;br /&gt;NIRMANAKAYA (sânsc.) - corpo de emanação; veja TRIKAYA. &lt;br /&gt;NIRODHA (sânsc.) - cessação (do sofrimento); uma das QUATRO VERDADES NOBRES. &lt;br /&gt;NIRVANA (sânsc.; páli NIBBANA; jap. NEHAN; tib. MYANGENLEDEPA/ MYA NGAN LAS 'DAS PA) - extinção do sofrimento. &lt;br /&gt;NIRVANA (sânsc.) - nome de um ramo do budismo chinês, originado o século V, centralizado nos ensinamentos do MAHAPARINIRVANA SUTRA. &lt;br /&gt;NYORAI (jap.) - veja TATHAGATA. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÔBAKU (jap.) - escola ZEN japonesa linhagem RINZAI. &lt;br /&gt;ODDYANA (sânsc.; tib. ORGYEN/ tib. O RGYAN) - região no vale do Swat, entre o Afeganistão e o Paquistão, onde teriam surgido os TANTRAS dos budismo VAJRAYANA. &lt;br /&gt;ÔRYÔ[-HA] (jap.; chin. HUAN-LUNG-PA'I) - linhagem da escola RINZAI, pertencente ao GOKE-SHICHISHÛ do budismo ZEN; foi introduzida no Japão pelo monge EISAI ZENJI. &lt;br /&gt;ORYÔKI (jap.) - no budismo ZEN, refeição silenciosa. &lt;br /&gt;OTERA (jap.) - veja TERA. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PADMA (sânsc.; tib. PEMA/ PAD MA) - flor de lótus; um dos oito SÍMBOLOS AUSPICIOSOS, representando a pureza. &lt;br /&gt;PADMASAMBHAVA (sânsc.; tib. PEMAJUNGNE/ PAD MA 'BYUNG NAS) - também conhecido como o GURU RINPOCHE (Mestre Precioso), um dos introdutores do budismo no Tibet (século VIII), considerado fundador da escola NYIGNMA. &lt;br /&gt;PADMASANA (sânsc.) - postura do lótus. Veja KEKKA-FUZA. &lt;br /&gt;PAGODE - veja STUPA. &lt;br /&gt;PAI-LIEN[-TSUNG] (chin.) - Escola do Lótus Branco; escola TERRA PURA chinesa, fundada pelo monge Mao Tzu-yuan (século XII). &lt;br /&gt;PÁLI - dialeto indiano derivado do sânscrito; a língua do cânone da escola THERAVADA. &lt;br /&gt;PANCHEN LAMA (tib. PAN CHEN BLA MA) - título honorífico dado pelo quinto DALAI LAMA (1617-1682) ao abade do monastério tibetano Tashilhunpo. &lt;br /&gt;PARAMARTHA - tradutor indiano (499-569), responsável pela versão chinesa de 278 volumes de textos budistas. &lt;br /&gt;PARAMITA (sânsc.) - perfeição; no budismo MAHAYANA, seis atitudes de um BODHISATTVA: generosidade (DANA), ética (SHILA), paciência (KSHANTI), esforço (VIRYA), concentração (DHYANA) e sabedoria (PRAJNA). &lt;br /&gt;PARINIRVANA (sânsc.; páli PARINIBBANA) - extinção final do sofrimento, NIRVANA final. &lt;br /&gt;PATRICARCA - fundador de uma escola ou um de seus sucessores na linhagem de transmissão de ensinamentos. &lt;br /&gt;PRAJNA (sânsc.; páli PANNA; jap. HANNYA; tib. SHERAB/ SHES RAB) - sabedoria; uma das seis PARAMITAS. &lt;br /&gt;PRAJNAPARAMITA SUTRA (sânsc.) - Discurso sobre a Perfeição da Sabedoria; coleção de aproximadamente 40 textos do budismo MAHAYANA, inclunindo o Sutra do Coração (MAHAPRAJNAPARAMITA-HRIDAYA SUTRA) e o Sutra do Diamante (VAJRACHCHEDIKA-PRAJNAPARAMITA SUTRA). &lt;br /&gt;PRANA (sânsc.; tib. LUNG/ RLUNG) - vento de energia sutil. &lt;br /&gt;PRATIMOKSHA (sânsc.; páli PATIMOKKHA) - libertação individual. &lt;br /&gt;PRATITYA-SAMUTPADA (sânsc; páli PARICHCHA-SAMUTPADA) - surgimento interdependente. &lt;br /&gt;PRATYEKA-BUDDHA (sânsc; páli PACHCHEKA-BUDDHA) - realizador solitário; ARHAT que alcança o NIRVANA solitariamente. &lt;br /&gt;PRETA (sânsc.; páli PETA) - fantasma faminto, espírito carente; um dos seis GATI. &lt;br /&gt;PUDGALAVADA (sânsc.) - veja VATSIPUTRIYA. &lt;br /&gt;P'U-HSIAN (chin.) - veja SAMANTABHADRA. &lt;br /&gt;PUJA (sânsc.) - serviço religioso. &lt;br /&gt;PUNYA (sânsc.) - mérito, virtude. &lt;br /&gt;PU-TAI - monge ZEN chinês (séc. X), considerado uma encarnação do bodhisattva MAITREYA e geralmente representado como o Buddha da Felicidade (MI-LO-FO). &lt;br /&gt;P'U-T'I-TA-MO (chin.) veja BODHIDHARMA. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Q&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUATRO VERDADES NOBRES (sânsc. ARYASATTVA; páli ARYASATTA) - os ensinamentos básicos do budismo; as verdades do sofrimente (DUHKHA), da causa (SAMUDAYA), da cessação (NIRODHA) e do caminho (MARGHA). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;R&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RAHULA - filho do Buddha SHAKYAMUNI. &lt;br /&gt;RAKAN (jap.) - veja ARHAT. &lt;br /&gt;RAKUSU (jap.) - no budismo ZEN, pequeno KESA retangular, conferido aos monges e leigos ao receberem a ordenação. &lt;br /&gt;RATNASAMBHAVA (sânsc.) - um dos cinco DHYANI-BUDDHAS. &lt;br /&gt;REALIZAR - conceber de maneira nítida, perceber como realidade. &lt;br /&gt;RINZAI[-SHÛ] (jap.; chin. LIN-CHI-TSUNG) - uma das escolas do budismo ZEN japonês, dividida em duas linhagens (YÔGI e ÔRYÔ); enfatiza a prática do KÔAN. &lt;br /&gt;RITSU[-SHÛ] (jap.) - Escola da Disciplina; escola japonesa, fundada pelo monge chinês CHIEN-CHEN (jap. GANJIN) em 754, com base na escola chinesa LÜ-TSUNG. &lt;br /&gt;RÔHATSU-SESSHIN (jap.) - retiro ZEN, tradicionalmente feitos nos oito primeiros dias de dezembro para celebrar o dia da iluminação do Buddha Shakyamuni (8 de dezembro). &lt;br /&gt;RÔSHI (jap.) - venerável mestre; título honorífico dos mestres ZEN japoneses. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SADDAHRMA-PUNDARIKA SUTRA (jap. MYOHÔRENGE-KYÔ) - Discurso do Lótus do Dharma maravilhoso; texto do budismo MAHAYANA, de central importância para as escolas TENDAI e NICHIREN. &lt;br /&gt;SADHANA (sânsc.) - texto que descreve uma liturgia, especialmente utilizado no budismo VAJRAYANA. &lt;br /&gt;SAICHÔ - monge japonês (767-822) que fundou a escola TENDAI com base nos ensinamentas da escola chinesa T'IEN-T'AI e elementos das escolas HUA-YEN e MI-TSUNG. &lt;br /&gt;SAMADHI (sânsc; jap. ZANMAI) - concentração, meditação; estado mental não-dualista, calmo e concentrado; uma das seis PARAMITAS. &lt;br /&gt;SAMANTABHADRA (sânsc; chin. PU-HSIAN; jap. FUGEN; tib. KUNTUZANGPO/ KUN TU BZAN PO) - No budismo MAHAYANA, o BODHISATTVA das oferendas supremas e protetor dos professores do DHARMA; na escola NYINGMA do budismo VAJRAYANA tibetano, o buddha primordial (ADI-BUDDHA), que representa o DHARMAKAYA. &lt;br /&gt;SAMBHOGAKAYA (sânsc.; tib. LONGCHÖPEKU/ LONGS SPYOD PA'I SKU) - veja TRIKAYA. &lt;br /&gt;SAMSARA (sânsc.) - existência cíclica, na qual todos os seres estão sujeitos a constantes renascimentos e sofrimentos. &lt;br /&gt;SAMU (jap.) - serviço, trabalho. &lt;br /&gt;SAMUDAYA (sânsc.) - causa; uma das QUATRO VERDADES NOBRES. &lt;br /&gt;SAMYAK-SAMBUDDHA (sânsc.; páli SAMMA-SAMBUDDHA) - completamente iluminado. &lt;br /&gt;SAMYUTTA-NIKAYA (páli) - Coleção Agrupada; uma das seções do SUTTA-PITAKA. &lt;br /&gt;SAN-CHIEH-CHIAO (chin.) - Escola dos Três Estágios; escola chinesa dos períodos Sui (584-618) e T'ang (618-907). &lt;br /&gt;SANBÔ (jap.) - veja TRIRATNA. &lt;br /&gt;SANDÔKAI (jap.) - veja T'SAN-T'UNG-CH'I. &lt;br /&gt;SANGAI (jap.) - veja TRILOKA. &lt;br /&gt;SANGHA (sânsc. e páli; jap. SÔ; tib. GEDÜN/ DGE 'DUN) - comunidade budista, formado pelos monges, monjas, noviços, noviças, leigos e leigas; uma das Três Jóias (TRIRATNA). &lt;br /&gt;SAN-LUN (chin.; jap. SANRON) - Escola dos Três Tratatos; escola chinesa derivada da filosofia indiana MADHYAMAKA. &lt;br /&gt;SANPAI (jap.) - três prostrações. &lt;br /&gt;SANRON (jap.) - escola japonesa, fundada pelo monge coreano EKWAN em 625, derivada da escola chines SAN-LUN. &lt;br /&gt;SARVASTIVADA (sânsc.) - Tudo Existe; escola que se separou do grupo STHAVIRADA durante a época do rei ASHOKA. &lt;br /&gt;SATORI (jap.) - veja BODHI. &lt;br /&gt;SATYASIDDHI (sânsc.; chin. CH'ENG-SHIH; jap. JÔJITSU) - principal texto das escolas CH'ENG-SHIH e JÔJITSU, escrito pelo monge indiano HARIVARMAN no século IV. &lt;br /&gt;SAUTRANTIKA - escola surgida a partir da SARVASTIVADA indiana por volta de 150; seu ensinamento é baseado no VINAYA-PITAKA e no SUTRA-PITAKA, rejeitando os ABIDHARMA-PITAKA. &lt;br /&gt;SEISHI (jap.) - veja MAHASPAMAPRAPTA. &lt;br /&gt;SEKITÔ KISEN (jap.) - veja SHIH-T'OU HSI-CH'IEN. &lt;br /&gt;SENG-CHAO - monge chinês (374/8 -414) da escola SAN-LUN, renomado pensador e escritor. &lt;br /&gt;SESSHIN (jap.) - retiro ZEN. &lt;br /&gt;SHAKYA (sânsc.; páli SAKKA) - clã nobre da antiga Índia, no qual nasceu o Buddha histórico, SHAKYAMUNI. &lt;br /&gt;SHAKYAMUNI (sânsc.; páli ) - Sábio dos Shakyas; o Buddha histórico, Siddharta Gautama. &lt;br /&gt;SHAMAHA-VIPASHYANA (sânsc.; chin. CHIH-KUAN; jap. SHIKAN) - meditação de permanência serena (SHAMATHA) e discernimento superior (VIPASHYNA). &lt;br /&gt;SHAMBHALA (sânsc.) - reino mítico da Índia, onde teriam se originado os ensinamentos tântricos de Kalachakra do budismo VAJRAYANA. &lt;br /&gt;SHANTIDEVA - monge indiano (séculos VII-VIII) da filosofia MADHYAMAKA, autor de livros sobre o budismo MAHAYANA. &lt;br /&gt;SHAO-LIN[-SSU] (chin.; jap. SHÔRIN-JI) - monastério chinês, construído em 477, onde BODHIDHARMA se fixou e iniciou o budismo ZEN na China. &lt;br /&gt;SHARIPUTRA (páli SARIPUTTA) - um dos principais discípulos do Buddha SHAKYAMUNI. &lt;br /&gt;SHASTRA (sânsc.) - tratado sobre filosofia MAHAYANA. &lt;br /&gt;SHIGUSEIGAN (jap.) - quatro grandes votos do bodhisattva; salvar todos os seres, eliminar todas as ilusões, penetrar em todos os DHARMAS realizar o caminho de BUDDHA. &lt;br /&gt;SHIH-T'OU HSI-CH'IEN (chin. jap. SEKITÔ KISEN) - monge ZEN chinês (864-949), autor do TS'ANG-T'UNG-CHIH (jap. SANDÔKAI). &lt;br /&gt;SHIH-TZA (chin.) - veja MAHASTAMAPRAPTA. &lt;br /&gt;SHIKAN (jap.) - veja SHAMATHA-VIPASHYANA. &lt;br /&gt;SHIJANTAZA (jap.) - sentar-se apenas; ZAZEN. &lt;br /&gt;SHILA (sânsc.; páli SILA) - ética, preceitos; uma das seis PARAMITAS. &lt;br /&gt;SHINGON[-SHÛ] - (jap.) - Escola da Palavra Verdadeira; escola VAJRAYANA japonesa fundada pelo monge KÛKAI (774-835), com base nos ensinamento da escola MI-TSUNG chinesa. &lt;br /&gt;SHINRAN - monge japonês (1173-1262), que fundou a escola JÔDO-SHINSHÛ a partir dos ensinamentos da escola JÔDO-SHÛ. &lt;br /&gt;SHIN[-SHÛ] - veja JÔDO-SHINSHÛ. &lt;br /&gt;SHÔBÔ-GENZÔ (jap.) - Tesouro do Olho do Dharma Verdadeiro; principal obra do monge ZEN japonês DÔGEN ZENJI. &lt;br /&gt;SHÔRIN[-JI] (jap.) - veja SHAO-LIN-SSU. &lt;br /&gt;SHRAVAKA (sânsc.) - ouvinte; ARHAT que alcançou o NIRVANA através dos ensinamentos do Buddha SHAKYAMUNI. &lt;br /&gt;SHUNYA (sânsc.; páli SUNNA; jap. KÛ; tib. TONGPA/ STONG PA) - vazio; ausência de uma existência inerente, independente. &lt;br /&gt;SHUNYATA (sânsc. STONG PA NYID) - vacuidade. &lt;br /&gt;SIDDHARTA GAUTAMA (sânsc.; páli SIDDHATTA GOTAMA) - o fundador do budismo, o BUDDHA histórico (563 - 483 a.C.). &lt;br /&gt;SIDDHI (sânsc.) - no budismo VAJRAYANA, poderes sobrenaturais surgidos a partir do controle do corpo e da mente. &lt;br /&gt;SÍMBOLOS AUSPICIOSOS (sânsc. ASHTANGA-MANRGA) - oito símbolos, representando a dignidade (pára-sol), o poder (peixes), a vitória mundana (concha), a pureza (lótus), a imortalidade (vaso), a vitória espiritual (estandarte), a eternidade (nó sem fim) e o ensinamento do Buddha (roda do DHARMA). &lt;br /&gt;SKANDHA (sânsc.; páli KHANDA) - agregados que constituem a realidade; forma, sensação, percepção, vontade e consciência. &lt;br /&gt;SÔJI-JI - um dos principais monastérios da escola SÔTÔ do budismo ZEN japonês. &lt;br /&gt;SÔTÔ[-SHÛ] (jap.; chin. TS'AO-TUNG[-TSUNG]) - uma das principais escolas ZEN do Japão, fundada por DÔGEN ZENJI (1200-1253) com base na escola TS'AO-TUNG-TSUNG chinesa; enfatiza a prática do ZAZEN. &lt;br /&gt;STHAVIRAVADA (sânsc.) - escola que se separou do grupo MAHASANGHIKA após do concílio de Pataliputra. &lt;br /&gt;STHIRAMATI - filósofo indiano (séc. VI) da escola YOGACHARA. &lt;br /&gt;STUPA (sânsc.; páli THUPA; tib. CHÖRTEN/ CHOS RTEN) - relicário para guardar restos mortais dos grandes mestres. &lt;br /&gt;SUBHUTI - um dos principais discípulos do Buddha SHAKYAMUNI. &lt;br /&gt;SUKHAVATI - TERRA PURA do Buddha AMITABHA. &lt;br /&gt;SUTRA (sânsc.; páli SUTTA; jap. KYÔ; tib. DO/ MDO) - discurso de Buddha. &lt;br /&gt;SUTRA-PITAKA (sânsc.; páli SUTTA-PITAKA) - Cesto dos Discursos; parte do TRIPITAKA. &lt;br /&gt;SVABHAVA (sânsc.) - existência inerente. &lt;br /&gt;SWASTIKA (sânsc.) - na Ásia, símbolo milenar de boa sorte e felicidade, sem qualquer relação com o nazismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;T&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;T'AI-HSU - monge chinês (1889-1947) que ajudou a revitalizar o budismo na China. &lt;br /&gt;TAISHÔ ISSAIKYÔ (jap.) - edição do TRIPITAKA chinês no Japão. &lt;br /&gt;TAN (jap.) - no budismo ZEN, plataforma de madeira onde se pratica ZAZEN. &lt;br /&gt;TANTRA (sânsc.; tib. GYÜ/ RGYUD) - no budismo VAJRAYANA, textos esotéricos com doutrinas especiais para a transformação da mente. &lt;br /&gt;TAO-AN - monge chinês (312-385), pioneiro do budismo na China. &lt;br /&gt;TARA (sânsc.; jap. TARANI BOSATSU; tib. DRÖLMA/ SGROL MA) - no budismo MAHAYANA, bodhisattva feminina da compaixão, muito venerada no budismo tibetano. &lt;br /&gt;TARIKI (jap.) - poder do outro (o poder do Buddha AMITABHA para alcançar a iluminação); oposto de JIRIKI. &lt;br /&gt;TATHAGATA (jap. NYORAI) - perfeito. &lt;br /&gt;TEISHÔ (jap.) - ensinamento ZEN. &lt;br /&gt;TENDAI[-SHÛ] - escola japonesa fundada pelo monge SAICHÔ com base nos ensinamentos da escola chinesa T'IEN-T'AI. &lt;br /&gt;TENGYUR (tib. BSTAN 'GYUR) - veja KANGYUR TENGYUR. &lt;br /&gt;TERA (jap.) - templo ou monastério budista. &lt;br /&gt;TERMA (tib. GTER MA) - tesouro; no budismo VAJRAYANA, texto escondido para ser descorberto por um TERTÖN no tempo apropriado. &lt;br /&gt;TERRA PURA - no budismo MAHAYANA, reino búdico associado aos DHYANI-BUDDHAS. &lt;br /&gt;THERAVADA (páli) - Ensinamentos dos Antigos; escola do grupo STHAVIRA fundada pelo monge Moggaliputta Tissa. &lt;br /&gt;T'IEN-T'AI (chin.; jap; TENDAI) - Escola da Plataforma Celestial; escola fundada pelo monge chinês CHIH-I (538-597) com base nos ensinamentos do Sutra do Lótus (SADDHARMA-PUNDARIKA SUTRA). &lt;br /&gt;TI-LUN (chin.) - Escola dos Tratados dos Estágios; escola chinesa baseada na filosofia indiana YOGACHARAl foi predecessora da escola HUA-YEN. &lt;br /&gt;TITYAK (sânsc.) - animais; um os dos seis GATI. &lt;br /&gt;T'I-T'SANG (chin.)- veja KSHITIGARBHA. &lt;br /&gt;TRÊS JÓIAS - veja TRIRATNA. &lt;br /&gt;TRÊS PILARES DO ZEN - grande resolução (DAIFUNSHI), grande raiz de fé (DAISHIKAI) e grande dúvida (DAIGIDAN). &lt;br /&gt;TRÊS REFÚGIOS - veja TRIRATNA. &lt;br /&gt;TRIKAYA (sânsc.) - no budismo MAHAYANA, os três corpos do buddha; corpo do Dharma (DHARMAKAYA), corpo do êxtase completo (SAMBHOGAKAYA) e corpo da emanação (NIRMANAKAYA). &lt;br /&gt;TRILAKSHANA (sânsc.; páli TILAKKHANA) - três ramos que caracterizam o samsara; impermanência (ANITYA), sofrimento (DUHKHA) e não-eu (ANATMAN). &lt;br /&gt;TRIPITAKA (sânsc.; páli TIPITAKA) - Três Cestos; cânone budista, formado pelo Cesto das Disciplinas (VINAYA-PITAKA), Cesto dos Discursos (SUTRA-PITAKA) e e Cesto dos Ensinamentos Especiais (ABIDHARMA-PITAKA). &lt;br /&gt;TRIRATNA (sânsc.; páli TIRATNA; jap. SANBÔ; tib. KÖNCHOGSUM/ DKON MCHOG GSUM) - Três Jóias, Três Preciosos; os três refúgios do budismo: o iluminado (BUDDHA), o ensinamento (DHARMA) e a comunidade budista (SANGHA). &lt;br /&gt;TRISHARANA (sânsc.; páli TISARANA) - Três Refúgios, TRIRATNA. &lt;br /&gt;TS'ANG-T'UNG-CHIH (chin.; jap. SANDÔKAI) - Identidade do Relativo e do Absoluto; poema do monge ZEN chinês SHIH-T'OU HSI-CH'IEN (jap. SEKITÔ KISEN). &lt;br /&gt;TS'AO-SHAN PEN-CHI (chin.; jap. SÔZAN HONJAKU) - monge ZEN japonÊs (840-901), um dos fundadores da linhagem TS'AO-TUNG[-TSUNG] (SÔTO[-SHÛ]). &lt;br /&gt;TS'AO-TUNG[-TSUNG] (chin.; jap. SÔTÔ[-SHÛ]) - escola ZEN chinesa, fundada por TUNG-SHAN LING-CHIEH (jap. TÔZAN RYÔKAI) e TS'AO-SHAN PEN-CHIH (jap. SÔZAN HONJAKU), introduzida no Japão pelo monge EIHEI DÔGEN. &lt;br /&gt;TSO-CH'AN (chin.) veja ZAZEN. &lt;br /&gt;TSUNG-MI - monge chinês (780-841), último patriarca da escola chinesa HUA-YEN. &lt;br /&gt;TÜLKU (tib. SPRUL SKU) - corpo de emanação, SAMBHAGAKAYA; no budismo tibetano, pessoa reconhecida como o renascimento de um LAMA falecido,. &lt;br /&gt;TUMO (tib. GTUM MO) - chama interior; uma das seis yogas de Naropa (NARO CHÖDRUG). &lt;br /&gt;TU-SHUN - monge chinês (557-640), primeiro patriarca da escola HUA-YEN. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;U&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UNMEM[-SHÛ] (jap.) - escola ZEN japonesa, derivada da esola YUN-MEN[-TSUNG] chinesa. &lt;br /&gt;UNMON BEN'EN (jap.) - veja YUN-MEN WEN-YEN. &lt;br /&gt;UNSUI (jap.) - noviço ZEN. &lt;br /&gt;UPALI - um dos principais discípulos de Buddha, recitador do VINAYA-PITAKA. &lt;br /&gt;UPASAKA (sânsc.) - leigo. &lt;br /&gt;UPASIKA (sânsc.) - leiga. &lt;br /&gt;UPAYA (sânsc.) - método, meios hábeis. &lt;br /&gt;UPEKSHA (sânsc.; páli UPEKKA) - equaniminidade; uma das quatro BRAHMA-VIHARAS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;V&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VAIBHASHIKA (sânsc.) - filosofia derivada da escola SARVASTIVADA. &lt;br /&gt;VAIROCHANA (sânsc.; jap. DAINICHI NYORAI) - um dos cinco DHYANI-BUDDHAS, muito venerado pela escola japonesa SHINGON. &lt;br /&gt;VAJRA (sânsc.; jap. KONGÔ-SHO; tib. DORJE/ RDO RJE) - diamante; símbolo do vazio indestrutível. &lt;br /&gt;VAJRACHCHEDIKA-PRAJNAPARAMITA SUTRA (jap. KONGÔ-KYÔ) - Discurso do Cortador Adamantino da Perfeição da Sabedoria; texto do budismo MAHAYANA, integrante do PRAJNAPARAMITA SUTRA. &lt;br /&gt;VAJRADHARA (sânsc.; tib. DORJECHANG/ RDO RJE 'CHANG) - Detentor do VAJRA; no budismo VAJRAYANA, o buddha da mente pura, o aspecto SAMBHOGAKAYA do Buddha. &lt;br /&gt;VAJRADHARMA (sânsc.; tib. DORJECHÖ/ RDO RJE CHOS) - Ensinamento VAJRA; no budismo VAJRAYANA, o buddha da fala pura. &lt;br /&gt;VAJRASATTVA (sânsc.; tib. DORJE SEMPA/ RDO RJE SEMS DPA') - Ser VAJRA; no budismo VAJRAYANA, o buddha do corpo puro, associado à purificação. &lt;br /&gt;VAJRAYANA (sânsc.; tib. DORJETEPA/ RDO RJE THEG PA) - Veículo de Diamante; forma esotérica do budismo MAHAYANA, baseada nos ensinamentos dos TANTRAS. &lt;br /&gt;VASUBANDHU - monge indiano da escola SARVASTIVADA que teria vivido pro volta dos séculos IV-V &lt;br /&gt;VATSIPUTRIYA - escola surgida por volta de 240 a.C. a partir da do grupo STHAVIRAVADA; também conhecida como PUDGALAVADA. &lt;br /&gt;VIBHAJYAVADA - escola surgida por volta de 240 a.C. a partir do grupo STHAVIRAVADA; deu origem às escolas MAHISHASIKA e THERAVADA. &lt;br /&gt;VIJNANAVADA (sânsc.) - veja YOGACHARA. &lt;br /&gt;VIMALAKIRTI-NIRDESHA SUTRA (sânsc.) - Discurso de Vimalakirti; texto do budismo MAHAYANA escrito por volta do século II. &lt;br /&gt;VINAYA-PITAKA - (sânsc.) - Cesto das Disciplinas; parte do TRIPITAKA. &lt;br /&gt;VIPASHYANA (páli VIPASSANA) - veja SHAMATHA-VIPASHYANA. &lt;br /&gt;VIRYA (sânsc. e páli) - esforço; uma das seis PARAMITAS. &lt;br /&gt;VISUDDHI-MAGGA (páli) - Caminho da Pureza; texto da escola THERAVADA escrito pelo monge BUDDHAGHOSSA no século V &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;W&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WAKA (jap.) - poema japonês de 31 sílabas. &lt;br /&gt;WATO (jap.) - ponto crucial de um KÔAN. &lt;br /&gt;WEN-SHU (chin.) - veja MANJUSHRI. &lt;br /&gt;WEN-TU (chin.) - veja MONDÔ. &lt;br /&gt;WON (cor.) - círculo; movimento budista coreano fundado pro Soe-tae San (1891-1943). &lt;br /&gt;WU (chin.) - veja BODHI. &lt;br /&gt;WU-MEN-KUAN (chin.; jap. MUMONKAN) - Portão sem Portão; coletânea de 48 KÔANS, compilados pelo monge chinês WU-MEN HUI-K'AI. &lt;br /&gt;WU-MEN HUI-K'AI (chin.; jap. MUMON EKAI) - monge ZEN chinês (1183-1260) da linhagem YÔGI da escola RINZAI, autor do WU-MEN-KUAN. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Y&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;YAKUSHI NYORAI (jap.) - veja BHAISHAJYAGURU. &lt;br /&gt;YAMA - na mitologia indiana, o demônio da morte. &lt;br /&gt;YASODHARA - a esposa de SIDDHARTA GAUTAMA, &lt;br /&gt;YIDAM (sânsc. ISHTA-DEVATA; tib. YID DAM) - Mente de Compromisso; no budismo VAJRAYANA, divindade meditacional visualizada durante as práticas (SADHANAS). &lt;br /&gt;YOGA (sânsc.) - união, ligação. &lt;br /&gt;YOGACHARA (sânsc.) Aplicação de Yoga; também conhecida como VIJNANAVADA, filosofia MAHAYANA fundada pelos monges ASANGA e VASUBANDHU, baseada no ensinamento do CHITTAMATRA. &lt;br /&gt;YOGACHARA-BHUMI SHASTRA (sânsc.) - Tratado sobre os Estágios da Aplicação de Yoga; principal texto da filosofia YOGACHARA, escrito pelo monge ASANGA. &lt;br /&gt;YÔGI[-HA] - (chin. YANG-CH'I-P'AI) - linhagem da escola ZEN japonesa RINZAI, fundada pelo monge chinês YANG-CH'I FANG-HUI (jap. YÔGI HÔE) e pertencente ao GOKE-SHICHISHÛ. &lt;br /&gt;YUN-MEN[-TSUNG] - escola ZEN fundada pelo monge chinês YUN-MEN WEN-YEN; deu origem à escola UNMEI[-SHÛ] no Japão. &lt;br /&gt;YUN-MEN WEN-YEN (chin.; jap. UNMON BEN'EN) - monge ZEN chinês (864-949), fundador da escola YUN-MEN[-TSUNG] (jap. UNMON[-SHÛ]). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Z&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ZABUTON (jap.) - almofada quadrada sobre a qual se coloca o ZAFU. &lt;br /&gt;ZAFU (jap.) - almofada redonda para a prática do ZAZEN. &lt;br /&gt;ZANMAI (jap.) - veja SAMADHI. &lt;br /&gt;ZAZEN (jap.; chin. TSO-CH'AN) - Sentar-se Zen; meditação do budismo ZEN, sem pensamentos ou objetos. &lt;br /&gt;ZEN (jap.; sânsc. DHYANA; chin. CH'AN) - meditação; uma das principais escolas do budismo MAHAYANA. &lt;br /&gt;ZENDÔ (jap.) - sala onde se pratica ZAZEN. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Comunidade Budista Soto Zenshu da América do Sul&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-5162319626249062804?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/5162319626249062804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=5162319626249062804' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/5162319626249062804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/5162319626249062804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/glossrio-budista.html' title='GLOSSÁRIO BUDISTA'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-3974848085730293957</id><published>2008-07-18T07:56:00.000-07:00</published><updated>2010-10-25T04:35:59.659-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sutra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='buda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Shakyamuni'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='budista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='budismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zendô'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zenji'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diamante'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zazen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diamond sutra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mahakashapa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen budista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='shobogenzo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen'/><title type='text'>O QUE SÃO OS SUTRAS?</title><content type='html'>Budismo é uma religião que se baseia nos ensinamentos de Buda. Por essa razão, as palavras de Shakyamuni Buda têm autoridade absoluta e os sutras são coleções dos seus sermões. “Sutra” é uma palavra do sânscrito, que no Bramanismo se refere às escrituras sagradas nas quais todos os tipos de ensinamentos e regras eram registrados. Essa palavra não é exclusiva do Budismo e originalmente queria dizer “linha” ou “fio”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a morte de Shakyamuni Buda, seus ensinamentos foram transmitidos de pessoa a pessoa através de seus discípulos. Mas seus discípulos, preocupados com mudanças graduais nos conteúdos dos ensinamentos, reuniram-se em um concílio para coletar, organizar e corrigir o registro oral dos ensinamentos de Buda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVrBLrO-VI/AAAAAAAAAkg/jN-xGuIbRPg/s1600/diamondsutra.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 280px; height: 180px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVrBLrO-VI/AAAAAAAAAkg/jN-xGuIbRPg/s320/diamondsutra.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531945385352690002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nesse conselho, Mahakashapa (o sucessor de Buda) assumiu um papel de liderança. Os sutras foram corrigidos de acordo com a memória de Ananda, que tinha a melhor memória entre todos os grandes discípulos de Buda. Os preceitos corrigidos de acordo com a memória de Upali, de quem se diz ter sido o mais proeminente dentre os grandes discípulos de Buda na prática dos preceitos. Esses registros foram compilados por um grande número de discípulos de Buda, que dessa maneira, foram capazes de verificar o que havia sido ouvido, e assim os autenticaram como ensinamentos de Buda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, foram feitos estudos e comentários sobre os sutras e sobre os preceitos, chamados de “sastras”. O termo que inclui tanto os sutras, quanto os preceitos e os sastras é “Tripitaka” ou “três cestas”; em outras palavras, recipientes nos quais os sutras, os preceitos e os sastras ficam guardados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde, a quantidade total de literatura Budista tornou-se muito vasta e por esse motivo refere-se a ela como “Completo Cânone Budista.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sutras Fundamentais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Shobogenzo - (Olho Tesouro do Verdadeiro Darma) &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Shobogenzo é a coleção dos ensinamentos de Dogen Zenji, dados entre agosto de 1231 e janeiro de 1253. Como o título indica, esse livro guarda (Zo) o ponto principal (Gen) do Verdadeiro Darma (Shobo) que foi herdado pelos sucessivos ancestrais após Shakyamuni Buda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande parte do conteúdo do Shobogenzo são profundos ensinamentos que expressam a linguagem única de Dogen Zenji, a sua mente iluminada. Ainda nos tempos modernos o Shobogenzo é considerado como um dos maiores livros sobre pensamentos religiosos produzidos no Japão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A versão mais comum do Shobogenzo é a de 95 capítulos. Essa edição foi produzida em 1690, por descendentes do Darma de Dogen Zenji, que se baseavam na idéia de que o mestre tivesse a intenção original de escrever 100 capítulos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem duas versões do Shobogenzo, editadas pela própria iniciativa de Dogen Zenji: uma de 75 capítulos e a revisão final de 12 capítulos. Aparentemente sua intenção era a de organizar sistematicamente essas edições e incluir novos capítulos, mas Mestre Dogen faleceu antes de concluir seu projeto. Por essa razão, existem várias edições do Shobogenzo que têm sobrevivido até os dias atuais, incluindo as versões de 60 capítulos e a de 28 capítulos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Denkoroku - (Anais da Transmisssão da Luz)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Denkoroku é um livro de ensinamentos que Keizan Zenji entregou aos monges do templo Daijoji, a partir de janeiro de 1300. Keizan Zenji passou esses ensinamentos em nome de seu mestre Gikai Zenji. Mais tarde foram compilados em livro por um sacerdote próximo de Keizan Zenji. É um registro de seus ensinamentos, mas não foi escrito por ele. O zazen do Buda Darma, que teve sua origem histórica com Shakyamuni Buda, foi transmitido através da Índia, China e Japão pelos 53 ancestrais, até chegar a Keizan Zenji.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Denkoroku é uma coleção de ensinamentos nos quais Keizan Zenji comenta sobre a maneira pela qual o Darma foi corretamente transmitido. Cada capítulo trata de um ancestral da linhagem, citando suas biografias, levantando o tema primário do despertar ao Caminho, e as condições que ocasionaram o seu despertar. Esses relatos são acompanhados pelos comentários de Keizan Zenji, suas advertências aos monges e um verso de conclusão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse livro é baseado nos ensinamentos de Keizan Zenji e traça os fatos históricos dos 53 ancestrais, que transmitiram os ensinamentos da Escola Soto Zen. Juntamente com o Shobogenzo é considerado livro representativo da Escola Soto Zen. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sutras Para o Uso Diário&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Shushogi - (O Significado da Prática e da Verificação)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Shushogi é constituído principalmente de citações diretas do Shobogenzo. Durante o Período Meiji, havia o costume de cada tradição Budista de promover as bases de sua fé, fazendo adaptações à época vigente. Na Escola Soto Zen, um comitê foi criado no qual participaram muitos monges e praticantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um deles, um leigo chamado Ouchi Seiran (1845-1918), serviu como figura central ao preparar a obra publicada pelo comitê, chamada Tojo Zaike Shushogi. A Escola Soto Zen concluiu que esse material seria excelente para ensinar os leigos, e pediu a Takiya Takushu Zenji de Eiheiji e a Azegami Baisen Zenji de Sojiji que fizessem uma revisão do conteúdo desse trabalho. No dia 1º de Dezembro de 1890, a obra foi distribuída com o nome de Soto Kyokai Shushogi. Esse é o trabalho que conhecemos hoje como Shushogi. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As doutrinas da Escola Soto Zen formam um ensinamento que advoga o Buda-Darma corretamente transmitido de mente-a-mente desde Shakyamuni Buda através de sucessivas gerações de monges, shikantaza (apenas sentar) e “A Mente em si mesma é Buda.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Shushogi nos ensina como é possível conscientemente praticar esse ensinamento em nossa vida diária e como elevar nossa vida de fé. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hannya Shingyo - (Prajna Paramita Sutra - Sutra do Coração da Grande Sabedoria Completa)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sutra do Coração é uma compilação da essência do maciço Sutra da Grande Sabedoria, que posssui 600 volumes. Em apenas 262 caracteres chineses, o profundo pensamento Budista e os atributos da vasta compaixão, as bases de nossa prática, são expostos de forma concisa. Esse sutra é entoado por quase todos os grupos Budistas no Japão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anteriormente conhecido como o Maka Hannya Haramitta Shingyo, esse é o sutra que expõe a essência da “Perfeição da Grande Sabedoria.” Expressa-se através desse sutra o conceito de “vazio”, o ensinamento central do Sutra da Grande Sabedoria. Essa idéia é exposta de forma concisa nesse sutra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia de vazio não quer dizer que simplesmente não há nada ou que todas as coisas são nada ou vazias. Mais do que isso, essa palavra inclui o significado filosófico de que no interior das coisas não há uma substância fixa. Assim sendo o significado das palavras “Forma é vazio, vazio é forma” quer dizer que as formas (todos os objetos que podem ser vistos pelos olhos) são vazio (eternamente, não há nada que não mude) e vazio (as coisas que mudam, aparecem e desaparecem) é forma (o mundo dos objetos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz-se que há oito diferentes traduções desse sutra. Entre elas, as duas mais conhecidas são a de Kumarajiva e a de Genjo. A tradução de Genjo é a que se tornou mais amplamente usada para entoar e atualmente é a versão a que se refere como “O Sutra do Coração da Grande Sabedoria Completa”, o Hannya Shingyo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Sotozen official site&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-3974848085730293957?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/3974848085730293957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=3974848085730293957' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/3974848085730293957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/3974848085730293957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/o-que-so-os-sutras.html' title='O QUE SÃO OS SUTRAS?'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVrBLrO-VI/AAAAAAAAAkg/jN-xGuIbRPg/s72-c/diamondsutra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-5125544320984478688</id><published>2008-07-18T07:54:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T08:50:32.917-07:00</updated><title type='text'>A RESPIRAÇÃO DURANTE O ZAZEN</title><content type='html'>&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;obre a respiração durante o zazen. Dogen Zenji diz no Eihei-koroku (Coleção Formal de Discursos e Poemas de Dogen Zenji), vol.5: “Em nosso zazen, é de fundamental importância sentar-se na postura correta. A seguir, regular a respiração e se acalmar. Na Hinayana, há duas formas básicas (para a prática do iniciante): uma é contar as respirações, e a outra é contemplar a impureza (do corpo). Em outras palavras, um praticante Hinayana regula sua respiração ao contá-la. A prática dos budas e ancestrais, porém, é completamente diferente da prática Hinayana. Um mestre ancestral disse: ‘É melhor ter a mente de uma raposa enganosa do que seguir o caminho de auto-controle Hinayana’. Duas das escolas Hinayana (praticadas) no Japão hoje são a Shibunritsu (a escola dos preceitos) e a Kusha (a escola baseada no Abhidharma-kosa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe também a maneira Mahayana para regular a respiração. E essa é saber que uma respiração longa é longa, e que uma curta é curta. A respiração atinge o tanden e se inicia ali. Apesar da inalação e da exalação serem diferentes, ambas passam pelo tanden. Quando você respira através do abdômem, é fácil perceber a transitoriedade (da vida), e harmonizar a mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu falecido mestre Tendo disse: ‘O ar inspirado atinge o tanden; porém, não é que esse ar venha de algum lugar. Por esse motivo, ele não é curto, nem longo. O ar exalado sai do tanden; porém, não é possível dizer para onde esse ar vai. Por esse motivo, ele não é longo, nem curto’. Meu professor explicou dessa forma, e se alguém me perguntasse como fazer para harmonizar a repiração, eu responderia dessa maneira: apesar de não ser Mahayana, é diferente da Hinayana; e apesar de não ser Hinayana, é diferente da Mahayana. E se eu fosse questionado mais além em relação ao que é em última instância, eu responderia que inalar ou exalar não são nem longos, nem curtos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Sotozen official site&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-5125544320984478688?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/5125544320984478688/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=5125544320984478688' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/5125544320984478688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/5125544320984478688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/respirao-durante-o-zazen.html' title='A RESPIRAÇÃO DURANTE O ZAZEN'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-8749665033355464947</id><published>2008-07-18T07:52:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T08:50:58.781-07:00</updated><title type='text'>OUTRAS POSTURAS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Sentando-se na cadeira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sente-se ereto em uma cadeira, da mesma forma que faria em um zafu. Não se incline para trás. Use uma almofada de suporte quadrada no assento e/ou embaixo de seus pés de acordo com a necessidade, a fim de encontrar uma postura ereta confortável. Posicione suas mãos sobre seu colo na posição de Mudra Cósmico (hokkai-join).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outra postura (1): seiza &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma variação da maneira tradicional asiática de sentar. Ela permite que você forme um triângulo deitado, com os joelhos e a base de sua coluna, mas o centro de gravidade fica um pouco mais ao alto em relação às posições de lótus completa ou meia-lótus. Sente no banquinho de seiza, uma plataforma baixa, com suas pernas dobradas sob ele, joelhos firmes no zabuton. Você também pode obter apoio sentando-se em um zafu mais firme ao invés do banquinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outra postura (2): Posição burmese &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentar-se de pernas cruzadas na posição Birmanesa dá boa estabilidade para o zazen se você não consegue sentar-se em lótus completa ou meia-lótus. Nessa postura, sente-se em um zafu normalmente. Cruze as pernas de forma que a perna e o pé esquerdos fiquem apoiados no chão, junto da parte interior da coxa direita. A perna direita é dobrada por fora da esquerda, também apoiada no chão. Essa ordem na qual as pernas foram cruzadas pode ser inversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Sotozen official site&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-8749665033355464947?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/8749665033355464947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=8749665033355464947' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/8749665033355464947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/8749665033355464947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/outras-posturas.html' title='OUTRAS POSTURAS'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-433977274933952943</id><published>2008-07-18T07:49:00.000-07:00</published><updated>2010-10-25T04:14:04.154-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zenji'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zazen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='buda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen budista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kinhin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='budismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bodhisatva'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zendô'/><title type='text'>KINHIN - MEDITAÇÃO CAMINHANDO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVlgUA9fhI/AAAAAAAAAj4/P5-q1p-sYYg/s1600/kinhin.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 129px; height: 171px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVlgUA9fhI/AAAAAAAAAj4/P5-q1p-sYYg/s320/kinhin.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531939323097480722" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao fazer kinhin, ande na sala no sentido horário, mantendo as mãos em shashu. Da cintura para cima, sua postura deve ser a mesma do zazen. Dê o primeiro passo com a perna direita. Caminhe dando apenas meio passo a cada respiração completa (uma exalação e uma inalação). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVlnZQ2XfI/AAAAAAAAAkA/STkNEW5QW_c/s1600/kinhin2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 129px; height: 170px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVlnZQ2XfI/AAAAAAAAAkA/STkNEW5QW_c/s320/kinhin2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531939444765384178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhe devagar e com maciez como se você estivesse parado em algum lugar. Não arraste os pés e não faça barulho. Ande em linha reta, e ao fazer curvas, sempre vire à direita. A palavra kinhin significa seguir em frente. Quando terminar o kinhin, pare e faça uma reverência em shashu. Caminhe em passos normais ao redor da sala, até voltar ao seu zafu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVmH3xI2YI/AAAAAAAAAkI/J9UKHSZW_Vc/s1600/kinhinpassos.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 189px; height: 297px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVmH3xI2YI/AAAAAAAAAkI/J9UKHSZW_Vc/s320/kinhinpassos.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531940002709690754" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Sotozen official site&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-433977274933952943?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/433977274933952943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=433977274933952943' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/433977274933952943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/433977274933952943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/kinhin-meditao-caminhando.html' title='KINHIN - MEDITAÇÃO CAMINHANDO'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVlgUA9fhI/AAAAAAAAAj4/P5-q1p-sYYg/s72-c/kinhin.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-51196914470158962</id><published>2008-07-18T07:43:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T08:51:45.284-07:00</updated><title type='text'>COMO FAZER ZAZEN</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O local&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para fazer zazen, procure um lugar calmo onde você possa sentar sem perturbações. Não deve ser nem muito escuro, nem muito claro, deve ser quente no inverno e fresco no verão. O local de sentar deve estar em ordem e limpo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se possível, deve haver um altar com uma imagem de Monjushri Bodisatva. Se não houver nenhuma disponível, qualquer imagem de Buda ou de um Bodisatva está bem. Também, se possível, faça uma oferta de flores no altar e acenda incenso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Preparando-se&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evite sentar se você não dormiu o suficiente, ou quando estiver fisicamente exausto. Antes de sentar, coma moderadamente e evite bebidas alcoólicas. Lave seu rosto e seus pés a fim de sentir-se renovado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vestimenta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evite roupas sujas ou peças de vestuário que sejam luxuosas ou caras. Também é aconselhável evitar roupas pesadas. Vista-se confortavelmente, mas não com descuido. Nos mosteiros Zen Japoneses, não se usam meias no zendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Posição do zafu&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posicione um zabuton em frente a uma parede e coloque um zafu sobre ele. Sente-se, posicionando a base da coluna no centro do zafu, de forma que metade do zafu fique atrás de você. Depois de cruzar suas pernas, apóie com firmeza seus joelhos sobre o zabuton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cruzando suas pernas(1): posição de lótus-cheio (kekkahuza)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coloque seu pé direito sobre sua coxa esquerda, e a seguir o seu pé esquerdo sobre sua coxa direita. Cruze suas pernas de forma que as pontas de seus dedos do pé e o lado externo das suas coxas formem uma só linha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cruzando suas pernas (2): posição lótus-metade (hankahuza)&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simplesmente coloque seu pé esquerdo sobre sua coxa direita. Ao cruzar as pernas, seus joelhos e a base da sua coluna vertebral devem formar um triângulo equilátero. Esses três pontos dão suporte ao peso do seu corpo. Na kekkafuza (Lótus Completa), a ordem em que você cruza suas pernas pode ser inversa, e na hankafuza (Meia Lótus), elevar a perna oposta é aceitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Postura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apóie ambos os joelhos firmemente no zabuton, endireite a lombar, seus glúteos devem ficar para trás, enquanto seus quadris devem ficar para frente, e endireite sua coluna. Encaixe seu queixo para dentro e alongue seu pescoço como se fosse alcançar o teto. Suas orelhas devem estar alinhadas com os ombros, e seu nariz alinhado com seu umbigo. Depois de endireitar sua coluna, relaxe seus ombros, costas e abdômem sem mudar sua postura. Sente-se ereto, sem inclinar-se nem para a esquerda, nem direita, nem para frente ou para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mudra Cósmico (Hokkaijoin)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posicione sua mão direita, com a palma voltada para cima, sobre seu pé esquerdo, e sua mão esquerda, também com a palma voltada para cima, sobre a palma da mão direita. As pontas dos polegares tocam-se levemente. Essa posição de mãos chama-se hokkai-join (Mudra Cósmico). Posicione as pontas de seus polegares em frente ao seu umbigo, e seus braços levemente afastados do corpo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A boca &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mantenha a boca fechada, colocando sua língua contra o céu-da-boca logo atrás dos dentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os olhos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mantenha os olhos entreabertos; pousados a 45 graus. Sem focalizar nada em particular, deixe que todas as coisas ocupem seus lugares em seu campo de visão. Se seus olhos estiverem fechados, você facilmente cairá em sonolência ou será levado pela imaginação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exalar completamente e tomar ar (Kanki-issoku)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça uma exalação profunda, seguida de uma inalação profunda, ambas silenciosamente. Abra sua boca apenas o bastante para exalar de forma suave e lenta. A fim de exalar todo o ar de seus pulmões, exale a partir do abdômem. Depois disso, feche sua boca e continue a respirar pelas narinas naturalmente. Isso se chama kanki-issoku.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Balançar o corpo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coloque suas mãos, com as palmas voltadas para cima, sobre seus joelhos, e balance a parte superior de seu corpo da esquerda para a direita algumas vezes. Sem mexer os quadris, mova seu tronco como se ele fosse um mastro inclinando-se para um lado e para o outro, a fim de alongar a cintura e os músculos do quadril. Você também pode balançar para frente e para trás. Inicialmente esse movimento deve ser amplo, para tornar-se a cada vez menor, e finalmente cessar com seu corpo centrado em uma posição vertical, ereta. Novamente forme o hokkai-join com suas mãos e assuma uma posição ereta, imóvel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Respiração abdominal &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o Zazen, respire silenciosamente pelas narinas. Não tente controlar a respiração. Deixe-a ir e vir tão naturalmente a ponto de você se esquecer que está respirando. Deixe que as respirações longas sejam longas, e que as curtas sejam curtas. Não faça barulho, evitando uma respiração pesada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estado de ser cônscio (Kakusoku)&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se concentre em nenhum objeto em particular, nem tente controlar seus pensamentos. Quando você mantém uma postura correta e sua respiração se acalma, sua mente ficará tranquila de forma natural.Quando muitos pensamentos surgirem, não fique preso, nem lute com eles; não os siga, nem tente escapar deles. Apenas deixe-os existir, permitindo que surjam e desapareçam livremente. O essencial ao praticar zazen é despertar (kakusoku) da distração e do entorpecimento e voltar para a postura correta momento a momento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Levantando-se do zazen&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao terminar o zazen, faça uma reverência em gassho; coloque suas mãos sobre as coxas com as palmas voltadas para cima; balance seu corpo algumas vezes, primeiro apenas um pouco e depois em um movimento mais amplo. Inspire profundamente. Descruze as pernas. Mova-se devagar, especialmente se suas pernas estiverem adormecidas. Não se levante abruptamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Sotozen official site&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-51196914470158962?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/51196914470158962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=51196914470158962' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/51196914470158962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/51196914470158962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/como-faze-zazen.html' title='COMO FAZER ZAZEN'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-7473788574021384306</id><published>2008-07-18T07:40:00.000-07:00</published><updated>2010-10-25T03:58:20.992-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='soto shu'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='keizan'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='buda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dharma'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='soto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='budismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zendô'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sotozen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zenji'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zazen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen budista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dogen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen'/><title type='text'>MESTRE KEIZAN (KEIZAN ZENJI)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVifMu22II/AAAAAAAAAjo/kduW9V8SPMI/s1600/keizan.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 253px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVifMu22II/AAAAAAAAAjo/kduW9V8SPMI/s320/keizan.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531936005427746946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo Dogen Zenji, a luz do Darma foi transmitida a Ejo Zenji, em seguida para Gikai Zenji, e mais tarde para Keizan Zenji, que foi o quarto ancestral na linhagem da Escola Soto Zen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Keizan Zenji nasceu em 1264 na Província de Echizen, onde fica atualmente a Prefeitura de Fukui. Sua mãe, Ekan Daishi, era devota de Kannon Bosatsu (Avalokiteshvara), Bodisatva da compaixão. Diz-se que ela estava a caminho de uma pequena capela dedicada a Kannon quando deu a luz. Por esse motivo, o nome que Keizan Zenji recebeu ao nascer foi “Gyosho” (Prática-Vida).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 8 anos de idade ele raspou a cabeça e entrou em Eiheiji, onde ele iniciou sua prática sob o terceiro abade, Gikai Zenji. Aos 13 anos de idade ainda em Eiheiji, foi oficialmente ordenado monge sob Ejo Zenji. Após a morte de Ejo Zenji ele praticou sob Jakuen Zenji em Hokyoji, localizado na atual Prefeitura Fukui. Observando que Keizan Zenji ainda não havia desenvolvido sua habilidade para liderar monges, Jakuen Zenji o escolheu para ser ino, o monge encarregado da prática dos outros monges.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferente de Dogen Zenji, que explorava em profundidade o eu interior, Keizan Zenji se destacou ao olhar para fora e espalhar corajosamente os ensinamentos. Para a Escola Soto Zen, os ensinamentos desses dois fundadores estão intimamente conectados. Ao espalhar largamente o Caminho de Buda, um deles tinha um método mais internalizado enquanto o do outro era mais externo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de anos de prática em Quioto e Yura, Keizan Zenji tornou-se monge residente de Jomanji na Província de Awa (atual Prefeitura de Tokushima). Ele estava com 27 anos de idade. Ao longo dos quatro anos seguintes, ele transmitiu os preceitos Budistas a mais de setenta praticantes leigos. A partir disso é possível compreender o voto de Keizan Zenji de libertar todos os seres através do ensinar e transmitir o Caminho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele também se destacou ao enfatizar a igualdade entre homens e mulheres. Encorajava bastante suas discípulas a tornarem-se monjas residentes. Em uma época na qual as mulheres eram injustamente marginalizadas, essa atitude foi pioneira. Acredita-se que essa tenha sido a origem da organização das Monjas da Escola Soto Zen, e foi por esse motivo que muitas mulheres se refugiaram em Buda, Darma e Sanga. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Keizan Zenji voltou finalmente a Daijoji, na atual cidade de Kanazawa, onde se tornou o segundo abade, seguindo Gikai Zenji. Foi nesse templo onde proferiu os teishos sobre o Denkoroku (Anais da Transmissão da Luz). Esse livro explica as circunstâncias através das quais o Darma foi transmitido de Shakyamuni Buda para os vinte e oito ancestrais na Índia, para os vinte e três ancestrais na China, para Dogen Zenji e Keizan Zenji no Japão, até o professor de Keizan, Tettsu Gikai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1321, aos 58 anos de idade, um templo chamado Morookaji em Noto (atual Prefeitura de Ishikawa) foi doado a Keizan Zenji e ele o rebatizou de Sojiji. Essa é a origem de Sojiji em Yokohama, que é, junto a Eiheiji, Daihonzan (Templo Sede) da Escola Soto Zen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Keizan Zenji nunca, de maneira alguma, fez pouco dos interesses mundanos das pessoas comuns, e além da prática de zazen fazia orações, rituais e serviços memoriais para ensinar. Isso atraía muitas pessoas e dava a elas uma sensação de paz. Por esse motivo a Escola Soto Zen se expandiu rapidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo na Escola Soto Zen de hoje, quando todos os templos têm grupos de zazen para servir aos pedidos sinceros dos praticantes, também fazem o seu melhor para atender os pedidos que muitas pessoas fazem para que tenham beneficios em sua vida diária, o que inclui serviços memoriais e funerais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Keizan Zenji morreu em 1325 com 65 anos de idade. Nos anos seguintes, seus discípulos fizeram um excelente trabalho em assumir Sojiji, na península de Noto. Mesmo assim, o templo foi destruído por um incêndio em 1898. Isso deu a oportunidade para que, em 1907, Sojiji fosse transferido para a sua atual localização. O templo antigo foi reconstruído e nomeado Sojiji Soin e continua hoje com muitos mantenedores e adeptos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Sotozen official site&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-7473788574021384306?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/7473788574021384306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=7473788574021384306' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/7473788574021384306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/7473788574021384306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/mestre-keizan-keizan-zenji.html' title='MESTRE KEIZAN (KEIZAN ZENJI)'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVifMu22II/AAAAAAAAAjo/kduW9V8SPMI/s72-c/keizan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-2214502041234822246</id><published>2008-07-18T07:39:00.001-07:00</published><updated>2010-10-25T03:55:55.870-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sotozen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='soto shu'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zazen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='buda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen budista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dogen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='budismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zendô'/><title type='text'>MESTRE DOGEN (DOGEN ZENJI)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVh93fD0uI/AAAAAAAAAjg/mLSDe7T4u8Q/s1600/dogen.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 252px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVh93fD0uI/AAAAAAAAAjg/mLSDe7T4u8Q/s320/dogen.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531935432788660962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dogen Zenji&lt;/strong&gt;, o fundador da Escola Soto Zen e de Daihonzan Eiheiji, nasceu em 26 de Janeiro de 1200; durante o Período Kamakura da história Japonesa, no ano seguinte à morte de Minamoto Yoritomo. Diz-se que seu pai foi Koga Michichika, Ministro de Estado, e que sua mãe foi Ishi, filha de Fujiwara Motofusa. Provavelmente, o jovem Dogen Zenji viveu em meio ao conforto. Porém, aos treze anos de idade, ele subiu o Monte Hiei e no ano seguinte raspou sua cabeça e tornou-se monge. Diz-se que ele se tornou monge ao sentir a impermanência do mundo na ocasião da morte de sua mãe, quando ele tinha oito anos de idade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todo modo, o Monte Hiei nessa época, às vistas de Dogen Zenji, havia tornado-se decadente em razão de relacionamentos com membros do poder. Entre os monges havia muita ganância mundana por fama e riqueza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decepcionado, Dogen Zenji deixou Monte Hiei, em busca do verdadeiro Darma (o verdadeiro ensinamento Budista). Ele visitou templos em diferentes distritos, muito confuso e agitado. No Shobogenzo Zuimonki, Dogen Zenji é citado dizendo: “Eu não era capaz de encontrar um verdadeiro mestre ou de fazer bons amigos do Caminho e consequentemente pensamentos confusos e maus surgiram. Porém, quando aprendi sobre os eminentes monges do passado, compreendi que os pensamentos que eu vinha pensando eram desprezados e odiados por essas pessoas. Por isso eu mudei minha forma de pensar, compreendendo que eu deveria pensar nos meus eminentes predecessores, os grandes monges da China e da Índia, ao invés de pensar nos monges do Japão.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiel às suas palavras, ele viajou de barco para a China com a idade de 24 anos em busca do verdadeiro Caminho de Buda. Ainda assim, não havia na China professores que pudessem preencher os ideais puros de Dogen Zenji. Mas quando estava prestes a voltar ao Japão, conheceu Nyojo Zenji no Monte Tendo, onde havia verdadeira prática focada em Zazen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu sentei em zazen dia e noite. Quando estava extremamente quente ou frio, muitos dos monges paravam de sentar por algum tempo, porque eles tinham medo de ficar doentes. Naquela época eu pensava: “Eu não estou doente, e se eu não praticar teria sido inútil para mim vir até a China. Morrer por alguma doença por causa da prática estaria de acordo com o meu desejo inicial e por isso, continuei a sentar.” (Shobogenzo Zuimonki) Era a tal ponto que Dogen Zenji se dedicava ao zazen. Muitos monges Japoneses que foram estudar e praticar na China voltavam para o Japão trazendo pilhas de sutras Budistas como souvenirs, mas Dogen Zenji voltou com as mãos vazias. A única coisa que Dogen Zenji trouxe de volta foi tornar seu o ensinamento de Shikan-taza (somente sentar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que pudesse encorajar o maior número possível de pessoas a praticar zazen, Dogen Zenji escreveu o Fukan-zazengi (Recomendação Universal de Zazen), no qual cuidadosamente explica o significado de zazen e como praticá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mestre Dogen também escreveu Bendowa (Tratado Sobre o Discernimento do Caminho), em formato de perguntas e respostas, no qual ensina que a prática de zazen é o verdadeiro Caminho de Buda. No seu trabalho mais importante, Shobogenzo (Olho Tesouro do Verdadeiro Darma), que se estende por mais de noventa capítulos, Dogen Zenji transmite em profundidade a mente do despertar espiritual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1243, a convite de seu patrono Hatano Yoshishige, Dogen Zenji deixou Kyoto e se mudou para as montanhas de Echizen. Já foi dito no passado que essa mudança foi devida a pressões dos monges de Monte Hiei, mas também é verdade que ele deixou Kyoto por causa de conselhos de Nyojo Zenji no sentido de “viver no interior das montanhas e vales afastados, protegendo os ensinamentos dos budas e ancestrais.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1244, o mosteiro que foi custeado por Hatano Yoshishige ficou pronto. Inicialmente chamado de Daibutsuji, o nome foi mudado mais tarde para Eiheiji. Esse é o atual Daihonzan Eiheiji. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi aqui que Dogen Zenji continuou praticando severamente enquanto educava seus discípulos. Em 1253, ele adoeceu e morreu com 53 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Sotozen official site&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-2214502041234822246?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/2214502041234822246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=2214502041234822246' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/2214502041234822246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/2214502041234822246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/mestre-dogen-dogen-zenji.html' title='MESTRE DOGEN (DOGEN ZENJI)'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVh93fD0uI/AAAAAAAAAjg/mLSDe7T4u8Q/s72-c/dogen.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-8755037203301720510</id><published>2008-07-18T07:33:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T08:52:47.445-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sotozen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escola'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zazen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='buda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen budista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='budismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zendô'/><title type='text'>HISTÓRIA DA ESCOLA SOTO ZEN</title><content type='html'>&lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;oi durante o período Sung do sul que Dogen Zenji viajou à China para estudar o Darma. Após visitar muitos templos, Dogen, aos 26 anos de idade, conheceu Nyojo Zenji, abade do Mosteiro de Tendosan Keitokuji e herdeiro do darma da linhagem Zen Soto. Graças a esse encontro auspicioso, Dogen Zenji foi capaz de estudar com Nyojo Zenji e de se tornar sucessor do Buda Darma Autenticamente Transmitido que tem sido passado desde Shakyamuni Buda.&lt;br /&gt;Logo após retornar ao Japão, com 28 anos de idade, Dogen Zenji escreveu o Fukanzazengi (Regras Universais para a Prática de Zazen) para proclamar o Buda Darma Autenticamente Transmitido. Apesar da oposição das escolas mais antigas do Budismo Japonês, especialmente dos monges do Monte Hiei, Dogen Zenji sentia ser uma tarefa urgente encorajar os que buscavam verdadeiramente o caminho, e proclamar os verdadeiros ensinamentos transmitidos. Com isso em mente, ele se estabeleceu primeiro no Templo de Koshoji, em Uji e depois no Templo de Eiheiji em Echizen. Fiel a sua promessa de que mesmo uma pessoa ou ainda meia pessoa seria suficiente, ele se dedicou de coração a formar verdadeiros seguidores do Caminho de Buda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa forma de pensar de Dogen Zenji foi transmitida para seus sucessores: primeiramente Koun Ejo Zenji, o segundo abade de Daihonzan Eiheiji, e de Koun Ejo Zenji para Tettsu Gikai Zenji que fundou o templo Daijoji em Kaga. O discípulo de Tettsu Gikai Zenji, Keizan Zenji, herdou dele o Darma. Entre os discípulos de Keizan Zenji estavam Meiho Sotesu Zenji que eventualmente herdou o templo Yokoji; e Gasan Joseki Zenji que herdou Daihonzan Sojiji. Esses mestres também tiveram muitos alunos excelentes que disseminaram os ensinamentos da Escola Soto Zen pelo Japão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que a Escola Zen Rinzai, também herdeira de uma corrente do Budismo Chinês, tivesse o apoio e a fé de muitas pessoas influentes, incluindo o Shogunato e a nobreza, a Escola Soto Zen contava com adeptos principalmente de famílias ricas das áreas rurais e do povo em geral. Por causa disso, os ensinamentos da Escola Soto Zen se tornaram mais populares nas áreas rurais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o final do período Kamakura e no início do Período Muromachi, a Escola Zen Rinzai estabeleceu cinco templos principais em Kyoto e Kamakura, inaugurando então o sistema “Cinco Montanhas – Dez Templos” (Gozan-Jissetsu). Isso encorajou muito o desenvolvimento da cultura influenciada pela mente Zen, em especial o movimento literário conhecido como Gozan-Bungaku (Literatura das Cinco Montanhas). Em contraste, a Escola Soto Zen evitava qualquer ligação com o governo central, preferindo juntar-se às massas e responder às necessidades mais simples do povo, enquanto continuava suas atividades educacionais em um curso lento e constante. É claro que com o passar do tempo a Escola Soto Zen experimentou períodos de confusão e mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criação do jidan seido (sistema de templos para leigos) pelo Shogunato do período Tokugawa levou a uma organização e a um controle centralizado dos templos em todo o país. Durante essa época muitos dos melhores mestres da Escola Soto Zen apareceram; dentre eles: Gesshu Soko, Manzan Dohaku e Menzan Zuiho. Esses mestres serviram como instrumentos para corrigir vícios na trasmissão do Darma, ao mesmo tempo em que enfetizavam a necessidade de um retorno a consciência que Dogen Zenji tinha em relação à Autêntica Transmissão Face-a-Face (menju-shiho). Essa era uma das partes de um movimento em prol de reviver a realização original da Escola Soto Zen. Isto também levou a uma profusão de pesquisas e edições dos clássicos da Escola Soto Zen, iniciando com a obra mais importante, o magnum opus de Dogen Zenji, o Shobogenzo (Olho Tesouro do Verdadeiro Darma).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a restauração Meiji, o novo governo baseou-se na autoridade do Imperador e em sua divindade de acordo com a teologia Xintoísta. Por causa do íntimo relacionamento entre o sistema imperial e a religião autóctone, o governo posicionou a religião tradicional Xintoísta como central para a sociedade, separando o Xintoísmo do Budismo, enquanto tentava suprimir o Budismo. O governo foi tão longe nesse propósito que chegou a proclamar a necessidade de “jogar fora Buda e acabar com Shakyamuni” (haibutsu-kishaku). Foi um golpe fortíssimo para o mundo Budista, mas as várias escolas Budistas foram capazes de superar essas dificuldades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse período a Escola Soto Zen viu aparecer Ouchi Seiran Koji, que editou a versão original do Shushogi (Significado da Prática e Verificação). Azegami Baisen Zenji do templo Daihonzan Sojiji e Takiya Takushu Zenji do templo Daihonzan Eiheiji fizeram revisões do texto de Ouchi e o promulgaram como padrão para a disseminação dos ensinamentos da Escola Soto Zen. O Shushogi tem papel principal na popularização dos ensinamentos entre os leigos. Hoje, a Escola Soto Zen cresceu para tornar-se um grande movimento religioso que inclui cerca de 15.000 templos e 8 milhões de adeptos no Japão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Sotozen official site&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-8755037203301720510?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/8755037203301720510/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=8755037203301720510' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/8755037203301720510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/8755037203301720510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/histria-da-escola-soto-zen.html' title='HISTÓRIA DA ESCOLA SOTO ZEN'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-6086443543166057801</id><published>2008-07-18T07:20:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T07:28:57.501-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sotozen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zazen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='buda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen budista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zendô'/><title type='text'>A ESCOLA SOTO ZEN</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Nome da Escola (Shumei)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sotoshu – A Escola Soto Zen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradição (Dento)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Escola Soto Zen transmite o verdadeiro Darma (Budista) desde Shakyamuni Buda através dos Ancestrais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Escola Soto Zen se dedica a transmitir o verdadeiro Buda Darma, que vem sendo passado de geração a geração através da linhagem de Ancestrais - desde o fundador da doutrina, Shakyamuni Buda, até os dias de hoje. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Estabelecimento da Escola no Japão (Nihon Kaishu)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Escola Soto Zen reconhece dois Eminentes Ancestrais como seus fundadores, Dogen Zenji e Keizan Zenji. A Essência da Escola Soto Zen foi transmitida da China, oitocentos anos atrás, durante o Período Kamakura por Koso Dogen Zenji. &lt;br /&gt;O Quarto Ancestral japonês da Escola foi Taiso Keizan Zenji, que facilitou o desenvolvimento dos ensinamentos e a expansão da escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daihonzan (Os dois templos sede / Mosteiros)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Eiheiji na Prefeitura de Fukui, venerável fundador Koso Dogen Zenji&lt;br /&gt;Sojiji na Prefeitura de Kanagawa, venerável fundador Taiso Keizan Zenji &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Imagem Principal de Adoração (Honzon)&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;A imagem principal de adoração da Escola Soto Zen é a de Shakyamuni Buda.&lt;br /&gt;Na maioria dos templos Soto Zen e nos altares familiares, a imagem principal é a de Shakyamuni Buda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Canto Principal para Expressar Devoção a Shakyamuni Buda (Honzon Shomyo)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Namu-Shakyamuni-Butsu&lt;br /&gt;Homenagem a Shakyamuni Buda &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Doutrina Budista (Kyogi)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Todos nós somos crianças de Buda e viemos a esse mundo dotados com a Mente-Buda (busshin).&lt;br /&gt;Porém, não conseguindo compreender isso, vivemos de forma egoísta, vidas cheias de desejos, causando muito sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando nos arrependermos perante Buda e nos refugiarmos em Buda, nossas mentes ficarão tranquilas, experimentaremos harmonia e luz, e nos alegraremos por estarmos a serviço da sociedade. Assim também encontramos a fé profunda, que nos dá firmeza frente qualquer dificuldade. Descobrir a felicidade e viver uma vida que valha a pena ser vivida são os ensinamentos da Escola Soto Zen. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sutras Budistas (Okyo)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nós recitamos vários sutras Budistas, incluindo o Shushogi (O Significado da Prática e da Verificação), o Hannya Shingyo (Sutra do Coração da Grande Sabedoria Completa), o Kannongyo (O Capítulo do “Portal Universal” do Sutra de Lótus) e o Juryohon (Revelação da Vida Eterna do Tathagata).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Sotozen official site&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-6086443543166057801?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/6086443543166057801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=6086443543166057801' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/6086443543166057801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/6086443543166057801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/escola-soto-zen.html' title='A ESCOLA SOTO ZEN'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-221022316386585141</id><published>2008-07-18T06:57:00.000-07:00</published><updated>2010-10-25T04:06:03.438-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zazen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='buda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen budista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='budismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zendô'/><title type='text'>O QUE É O ZAZEN?</title><content type='html'>A prática do zazen também é conhecida por meditação vazia, o zazen é a forma mais próxima da iluminação experimentada pelo Buda Shakiyamuni, sob a árvore de Bo, em Magadha. Em tempos remotos todas as tradições budistas realizavam a prática do zazen, que foi enaltecida pela 28º. patriarca, Bodhidharma, que da Índia levou para a China, mais precisamente para o Mosteiro de Shaolin. No "País do Centro", em torno do século VI da nossa era, o zazen era treinamento comum entre os monges que moravam nos mosteiros. Não obstante, com o fortalecimento de ramos do budismo, denominadas escolas ou tradições, muitas delas acabaram dando importância menor à meditação e, por fim, abandonando-a. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as escolas que enaltecem a prática da meditação, a mais rigorosa são as do segmento Zen.Outrora, na China existiram cinco escolas do ramo Zen. No Japão, três são as escolas, entre estas a Soto Zen, a que mais dá importância na prática do zazen. A respeito disso, o fundador deste segmento, Eihei Dogen escreveu o antológico tratado "Fukanzazengi" sobre a forma de se praticar o zazen. Outro ensinamento de Dogen a respeito da prática é quando diz: "Shikantaza". Ou, dito de maneira enfática e inteligível "apenas sente-se". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVkcEkBfOI/AAAAAAAAAjw/bAWCcjza0FM/s1600/zazen.bmp"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 223px; height: 167px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVkcEkBfOI/AAAAAAAAAjw/bAWCcjza0FM/s320/zazen.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531938150718471394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Comunidade Budista Soto Zenshu da América do Sul&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-221022316386585141?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/221022316386585141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=221022316386585141' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/221022316386585141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/221022316386585141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/o-que-o-zazen.html' title='O QUE É O ZAZEN?'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/TMVkcEkBfOI/AAAAAAAAAjw/bAWCcjza0FM/s72-c/zazen.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-1701697958165719961</id><published>2008-07-18T06:29:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T09:12:32.869-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='goiânia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='monge'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='buda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='genshô'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dharma'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='goiás'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kinhin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='budismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zendô'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sangha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zazen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen budista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen'/><title type='text'>LOCAL DE PRÁTICA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/SICa32ex1oI/AAAAAAAAAHE/TVIHQwwXZrU/s1600-h/Informativo+Medita%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/SICa32ex1oI/AAAAAAAAAHE/TVIHQwwXZrU/s320/Informativo+Medita%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224345852057867906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-1701697958165719961?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/1701697958165719961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=1701697958165719961' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/1701697958165719961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/1701697958165719961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/07/blog-post.html' title='LOCAL DE PRÁTICA'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/SICa32ex1oI/AAAAAAAAAHE/TVIHQwwXZrU/s72-c/Informativo+Medita%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2435049593042709523.post-8483823010367890219</id><published>2008-05-23T08:02:00.000-07:00</published><updated>2008-05-23T08:36:42.981-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vazio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bodhisvaha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sutra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paramita'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='buda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gate'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='soto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bodhisatva'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='budismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zendô'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='avalokitesvara'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paragate'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mantra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parasamgate'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='prajna'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zazen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='nirvana'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sariputra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='compaixão'/><title type='text'>PRAJNA PARAMITA SUTRA</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/SDbjB7K56hI/AAAAAAAAAG0/gR1V2ZAh9U4/s1600-h/PrajnaParamita_gran.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/SDbjB7K56hI/AAAAAAAAAG0/gR1V2ZAh9U4/s320/PrajnaParamita_gran.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203596041675991570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SUTRA DO CORAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Q&lt;/strong&gt;uando o Bodhisatva da compaixão Avalokitesvara praticava as profundezas de Prajna Paramita ele claramente percebeu o Vazio e a não existência de todas as coisas, livrando-se dessa forma da dor e do sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó Sariputra, aqui a forma é o vazio e o vazio é a forma, tudo que tem forma é exatamente o vazio e tudo que é vazio é exatamente a forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa maneira as sensações, as concepções, a discriminação e a consciência são também vazias e desprovidas de substância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó Sariputra, o vazio de todas as coisas não foi criado e não pode ser destruído e dessa maneira no vazio não há forma, não há sensações, não há discriminação e não há consciência. Não há olho, não há ouvido, não há nariz, não há língua, não há corpo e não há mente, não há cor, não há som, não há cheiro, não há gosto, não há tato e não há fenômenos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada existe desde o reino da visão até o reino da consciência, não há ignorância nem a extinção da ignorância, não há nascimento, não há sofrimento, não há causa do sofrimento, não há velhice, não há morte, não há extinção do nascimento, extinção do sofrimento, da velhice ou da morte, não há sabedoria e iluminamento e nada há para ser ganho. Como nada há para ser ganho, o Bodhisatva vive em Prajna Paramita e não há obstáculos em seu coração, e sem obstáculos não há medo e muito além dos pensamentos ilusórios, ele atinge o Nirvana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os Budas do passado, do presente e do futuro obtiveram completa sabedoria e perfeito iluminamento praticando Prajna Paramita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba então e repita o Grande Mantra, o brilhante e inigualável mantra que completamente elimina todo sofrimento, verdadeiro além de qualquer falsidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Gate, gate, paragate, parasamgate, Bodhi Svaha! Prajna Paramita!&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2435049593042709523-8483823010367890219?l=zengoias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zengoias.blogspot.com/feeds/8483823010367890219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2435049593042709523&amp;postID=8483823010367890219' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/8483823010367890219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2435049593042709523/posts/default/8483823010367890219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zengoias.blogspot.com/2008/05/prajna-paramita-sutra.html' title='PRAJNA PARAMITA SUTRA'/><author><name>Fábio Azevedo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_KNZBoXiaXxg/SDbjB7K56hI/AAAAAAAAAG0/gR1V2ZAh9U4/s72-c/PrajnaParamita_gran.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
